Em noite memorável, Róger Guedes detona Palmeiras!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Uma noite de sábado memorável para Róger Guedes jamais esquecer na Arena Corinthians! No primeiro clássico do seu novo clube, contra o seu ex-clube, ele foi o herói da partida. O camisa 123 marcou os dois gols da vitória do Corinthians sobre o Palmeiras por 2 a 1. O atacante poderia ter feito três. Mais do que os dois gols, o jogador ajudou o time a conquistar uma vitória importante para se aproximar do G-4. O Timão soma agora 33 pontos, a mesma do quinto (Bragantino) e quarto colocado (Fortaleza) que jogam neste domingo. 

E se foi o primeiro jogo de Róger Guedes contra o Verdão, foi também a primeira vez que as quatro contratações mais importantes da temporada atuaram juntos: Giuliano, Renato Augusto, Willian e Róger Guedes. No primeiro gol, três deles mostraram que esse quarteto pode dar trabalho. Aos 19, Renato Augusto se livrou da marcação e tocou para Giuliano. Ele ajeitou com categoria para Róger Guedes mandar um chute forte de primeira: 1 a 0 Timão.

Róger Guedes comemora vitória sobre o Palmeiras
Róger Guedes comemora vitória sobre o Palmeiras Rodrigo Coca / Ag. Corinthians



O camisa 123 só não ampliou, porque estava impedido em bom contra-ataque de Willian, agora sim, o Timão tem um camisa 10. Ele chegou a marcar. O Corinthians era melhor, na primeira etapa, mas como quem não faz toma, Gabriel Menino empatou: 1 a 1. Detalhe: após escanteio, o palmeirense chutou e a bola desviou em Róger Guedes. De herói a vilão, mas ainda tinha o segundo tempo.

O Corinthians voltou melhor e poderia ter ampliado com Willian e depois com Mosquito. O Palmeiras cresceu no jogo depois de quase 30 minutos de jogo. Zé Rafael quase empatou. Cássio defendeu uma bola de Gustavo Veron e por pouco o atacante não marcou ao acertar a trave.

E como à noite era de Róger Guedes, o atacante fez um golaço aos 38 minutos. Ele driblou Gabriel Menino e soltou uma bomba no ângulo de Weverton. Uma pintura indefensável para o goleirão do Verdão. Um gol para coroar o bom futebol do goleador. Como disse o atacante, um gol de pé trocado para mandar para o fundo das redes.  Tipo de jogador que sabe chutar com os dois pés: no primeiro fez de esquerda, com um chute forte, no segundo, de direita. Róger Guedes chegou ao terceiro gol pelo Corinthians em quatro jogos e se vingou do seu ex-clube.

Entrosado, esse Corinthians vai dar trabalho com as quatro contratações. Um jogo para o técnico Sylvinho colocar a sua marca e que continue assim. O Timão voltou a vencer após três rodadas e chegou a oito jogos sem perder. Nada como um clássico para vencer o maior rival e ter um pouco de tranquilidade. Enquanto isso, o Palmeiras viu o tabu de sete jogos cair e segue apresentando um futebol fraco e sem emoção. Tomar dois gols de um ex-jogador e ser derrotado para o maior rival é um problemão. A semana do Verdão será bem difícil!

Róger Guedes aplica 'Lei do Ex' em dobro e Corinthians derruba tabu contra o Palmeiras; VEJA os gols

 

 

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Colaboração Futebol Clube: A incrível história da torcedora do Furacão que foi na cara e coragem para o Uruguai ver duas finais da Conmebol!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Marcia Magalhaes é curitibana e mora há 10 anos no Rio. É torcedora raiz, fanática por futebol, amante de Cristiano Ronaldo e carrega no peito o amor pelo Athletico.

A ideia dela era ver de perto o Athletico ser campeão da Copa Sul-Americana no Uruguai. Fez uma campanha colaborativa nas redes sociais e seguiu para Montevidéu de ônibus, com torcedores do Furacão.

Com o ingresso comprado no Brasil, ela saiu de ônibus na quinta-feira (18) do Rio, às 23h, e chegou na cidade de Montevidéu, às 4h da madrugada de sábado (20), dia do jogo. Ela realizou o sonho na marra, conheceu mais um país, um estádio e viu de perto Nikão fazer o gol solitário do título contra o Red Bull Bragantino no sábado passado (20). Toda essa saga é possível acompanhar nas redes sociais da fanática torcedora. Márcia é ativa e coleciona milhares de seguidores.


Márcia no estádio Centenário curtindo o título do Furacão
Márcia no estádio Centenário curtindo o título do Furacão Arquivo pessoal

E você acha que ela quis voltar após o título do Furacão? Claro que não! Márcia ficou pelo Uruguai curtindo a capital do país, “turistando” e hospedada na casa dos amigos que fez na cidade. O futebol é sua maior alegria. Fazer amigos, também.

“Fui para vários lugares. Conheci a cidade toda praticamente”, diz a sortuda torcedora.

Ela não revela quanto faturou com a campanha colaborativa, mas disse que a contribuição dos amigos e seguidores foi fundamental para a realização do sonho.

“Sem esse apoio na campanha, não estaria aqui. O povo uruguaio também está sendo muito legal com os brasileiros aventureiros”, revela Márcia.

E para felicidade da rubro-negra, Márcia conseguiu um disputado ingresso para ver à final histórica da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras. A torcedora do Furacão não elegeu nenhum clube para torcer. 

“Sou neutra, quero ver o espetáculo”, diz Márcia.

Quando ela vai voltar do Uruguai? Logo após o jogo e a bordo de um ônibus de excursão. Ela comprou uma passagem para retornar com uma das torcidas e não revela qual é.  Será sem dúvida um retorno feliz.  Afinal, ela estará com o título na bagagem, independentemente do ônibus em que estiver. Mas atenção, a moça é pé quente!

A casa da final da Libertadores! Bruno Vicari e Edu de Meneses apresentam estádio que vai receber Palmeiras x Flamengo

         

    

 

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Renato Gaúcho x Abel Ferreira: estilos diferentes e tradição na Libertadores!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Senhor Libertadores! É assim que pode ser definido o cinquentão Renato Gaúcho. Ele é o único brasileiro campeão como técnico e jogador. É também o treinador com mais vitórias na história da competição: 50 triunfos.


O português Abel Ferreira, atual campeão, é o primeiro europeu duas vezes finalista da Libertadores. Sob o seu comando, o Palmeiras está invicto no mata-mata de 2021.

A dois dias da final no Uruguai, ambos são questionados por torcedores de Flamengo e Palmeiras. Abel defende a sabedoria para buscar o título. Ele valoriza muito a equipe e promete uma estratégia para faturar o tricampeonato e o bi seguido. “O maior adversário somos nós próprios”, revela o treinador do Verdão.

Duelo entre Abel e Renato será destaque na final da Libertadores
Duelo entre Abel e Renato será destaque na final da Libertadores Cesar Greco / Palmeiras

No último duelo do Palmeiras, antes da viagem para o Uruguai, o time reserva mostrou como uma disciplina tática pode parar uma grande equipe. Com duas linhas de marcação, conseguiu dar um sufoco no Atlético-MG e por pouco não venceu. Esteve duas vezes à frente do placar, o 2 a 2 acabou sendo positivo. Ter eliminado o Galo da Libertadores, melhor time em atividade no país, com dois empates (0 a 0 e 1 a 1), coloca o Verdão como favorito na final.

Favoritismo que Renato também carrega com o timaço do Flamengo. “Eu amo a Libertadores é uma competição muito disputada e tive o prazer de ser campeão como jogador e técnico”, assim é o espírito do gaúcho que faturou dois títulos pelo Grêmio. O treinador teve uma despedida do Brasileirão complicada, antes de viajar ao Uruguai. Parte da torcida acusou o técnico de ter facilitado a vida do Tricolor gaúcho, seu ex-clube. Vencia por 2 a 0 e tomou o empate, em Porto Alegre, o que complicou a busca do tri seguido na competição. Absurdos do futebol. Só o torcedor mais apaixonado para acreditar nessa hipótese maluca. Renato é um bom treinador e confia em seus jogadores. Se tiver todos os titulares a disposição, será uma parada dura a decisão.

Futebol é um jogo onde o fator sorte e dia positivo conta muito. O Flamengo na minha opinião tem um melhor time, mas o Palmeiras é forte em duelos da Libertadores. No futebol não vence aquele que tem o melhor time, investiu mais dinheiro. O vencedor será aquele que mostrar mais disciplina tática, consistência em campo, errar menos, aproveitar as oportunidades e ter algo a mais. É esperado um jogo de xadrez dos dois treinadores, a começar pela escalação dos titulares. Essa é a diferença positiva do Flamengo. Qualquer torcedor adversário conhece o time titular. Já os 11 do Palmeiras, ainda é uma incógnita. 

O Flamengo é uma equipe que gosta de jogar no ataque. O Palmeiras de contra-atacar. A média de gols do time carioca nessa Libertadores é superior ao paulista (2,67 a 2,25). O Rubro-negro tem um bom no toque de bola e mais posse (56,3% a 44,6%). O paulista é forte na marcação e tem um número menor de precisão nos passes (84,3% a 80,6%)

Os rivais polarizaram o futebol brasileiro nos dois últimos anos. O Rubro-negro conquistou o Brasileirão em 2019 e 2020 e a Libertadores 2019. Já o Verdão levou o nacional de 2016 e 2018, a Copa do Brasil e a Libertadores de 2020. Duas equipes gigantes e com elencos que podem ganhar duas Libertadores.

O Flamengo é o time que conquistou mais vitórias nessa edição da competição: nove. E não sofreu nenhuma derrota. O Rubro-negro tem o melhor ataque da competição, com 32 gols e, aplicou o maior número de goleadas: quatro. Todas elas sob o comando de Renato. O artilheiro do torneio é o camisa 9 Gabigol, com 10 gols. O centroavante é o jogador com mais participações em bolas nas redes: 14, com quatro assistências. Um jogador perigoso, autor dos dois gols da conquista do título em 2019.

O Palmeiras, de Abel Ferreira, venceu oito jogos, empatou três e sofreu uma derrota. Marcou 27 gols e levou nove. O atacante Rony é o artilheiro da equipe, com seis bolas nas redes.

Flamengo e Palmeiras disputarão o jogo da vida, o mais importante do ano e porque não da história. Será um único jogo e fora de casa. Torcida dos dois lados, mas apenas um vencedor. Um campeão! Quem será tri da Libertadores? Façam a sua aposta!

Libertadores: 'Flamengo e Palmeiras têm sido protagonistas do futebol brasileiro desde 2016', afirma Eugênio Leal 

         

    

 

 

 

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São Paulo não mete medo em mais ninguém. Uma pena!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Sou do tempo em que o São Paulo era sinônimo de vitórias, títulos. Um time que assustava os adversários, ainda mais quando o jogo era no Morumbi lotado. Vi grandes times do Tricolor e confesso: dava medo. Uma escola do futebol-arte. Foi assim nas décadas de 1970, 80, 90 e até no começo do século XXI. Hoje, a torcida continua gigante e apoia o time, mas a equipe não chega aos pés da tradição. É fundamental que o São Paulo resgate o estilo de jogo que o consagrou. Equipe agressiva, ofensiva, de futebol bonito. Caso contrário, será mais uma no cenário do futebol brasileiro.

A pressão pelo fantasma do rebaixamento ajuda a transformar um bom elenco em um time que patina na ansiedade. A prova disso foi a falta de gols contra o Athletico, em casa. O Tricolor do Morumbi dominou no primeiro tempo, teve chances de abrir o placar, com várias finalizações, mas a bola não entrou.


Ceni comanda empate do Tricolor no Morumbi
Ceni comanda empate do Tricolor no Morumbi Rubens Chiri / saopaulofc.net



Na segunda etapa, o ritmo do jogo diminuiu. O São Paulo se manteve melhor, mas assim como nos primeiros 45 minutos, não soube se beneficiar do fator casa. O atacante argentino Rigoni perdeu um gol que não pode desperdiçar, de jeito nenhum. E quando a bola não entra, a culpa não pode ser só do técnico. Um empate sem gols e que deixa o time a cinco pontos da zona de rebaixamento. Não acredito que o Tricolor irá cair para à Série B, mas todo cuidado é pouco faltando quatro rodadas, com 16 pontos em disputa. Ainda mais quando o Bahia, primeiro clube no Z4, tem um jogo a menos do que o Tricolor (33 a 34).

Enquanto o time patina, o ídolo maior Rogério Ceni segue com uma campanha no Brasileirão que não encanta, e não tem nenhum laço com a sua trajetória vencedora. Em nove jogos, três vitórias, três empates e três derrotas. Aproveitamento baixo de 44,4%.

O São Paulo precisa entender que 43 mil torcedores merecem um futebol mais bonito, ou melhor, objetivo. Apanhou de 4 a 0 para o Flamengo, em casa, com 47 mil pessoas. Quase 100 mil torcedores, em dois jogos, para assistirem um time sem brilho e que não marca gols. Vencer no Morumbi é obrigação, dada as circunstâncias em que o time se encontra na tabela. Com o elenco que tem, bom por sinal, não pode maltratar a torcida. Esse não é o vitorioso e temido Tricolor do Morumbi. 

Brasileirão: São Paulo pressiona, mas Athletico-PR segura o empate no Morumbi; veja os melhores momentos 

         

    

 

 

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Renato é gaúcho e tricolor. Não é carioca, muito menos rubro-negro! Qual a surpresa?

Carlos Sartori
Carlos Sartori

O técnico Renato Gaúcho tem uma estátua no Grêmio. É ídolo como jogador e treinador. Ganhou título da Libertadores como um atacante goleador e um comandante guerreiro. Conhece todo mundo que por lá está. Inclusive, o Flamengo treinou no CT do Grêmio. Claro, por causa da sua boa relação com o clube gaúcho. Que mal tem em abraçar jogadores e amigos com quem trabalhou em Porto Alegre?

Fico assustado com o que tenho lido na nossa imprensa esportiva. Jornalista pode ter paixão por um clube e criticar o treinador do seu time, mas precisa ter cuidado para não ser confundido com um influenciador, um “Pachecão”. Muitos estão perdendo a linha, uma pena. A profissão agoniza.

Escrevo isso pois o comportamento de Renato, ao não comemorar o gol de Vitinho, foi visto por muitos como desrespeito ao Flamengo. E que ter tirado Vitinho de campo, autor dos dois gols, foi um jeito de aliviar a vida do Grêmio. Enxergo isso como uma onda de manipulação, um movimento contra o Renato. O excesso de informação nas redes sociais se transformam em verdade. Viram cancelamento. Existe limite para tudo e nesse caso, na minha opinião, passaram do ponto. Daqui a pouco vão falar que ele usa azul por causa do Grêmio.

Renato comanda o Fla no duelo contra o Grêmio
Renato comanda o Fla no duelo contra o Grêmio Alexandre Vidal / Flamengo

Mas a verdade é uma só. A torcida do Flamengo pegou birra de Renato e a cada jogo com resultado ruim, o técnico é crucificado. E por isso, ele ficou tão indignado com a pergunta feita na entrevista coletiva sobre se ele tinha aliviado o jogo para o tricolor gaúcho. Não defendo o treinador, mas é importante avaliar a declaração dele, pois é um profissional sério.

“Isso é um tipo de pergunta que me ofende. Porque eu sou profissional, trabalho em um grande clube, assim como o Grêmio. Minha equipe sempre vai jogar para vencer. Então é preciso tomar um pouco mais de cuidado. Você (repórter), no caso, em termos de pergunta. Porque uma pergunta dessas está desrespeitando o profissional. E acredito que você tenha visto o jogo. O jogo foi bastante pegado, poderíamos, inclusive, ter vencido, até porque tivemos um jogador a mais. Mas, volto a repetir, é uma pergunta que ofende qualquer profissional”, disse o irritado Renato Gaúcho.

Se Renato perder o título da Libertadores, fim de linha no Flamengo. Mas a culpa não será só dele. A diretoria teve tempo suficiente para tirá-lo do cargo, quando o time carioca foi eliminado da Copa do Brasil no Maracanã. Ali, o torcedor rubro-negro já deixou bem claro que o treinador era persona non grata. 

'O Renato Gaúcho tratou Grêmio x Flamengo como jogo de churrasco', dispara Breiller

         

    

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Lewandowski pode não ser eleito o melhor jogador do mundo, mas é um camisa 9 nota 10!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Mesmo debaixo da neve na Ucrânia, a bola procura quem a trata bem. No caso, o polonês Robert Lewandowski. O centroavante do Bayern de Munique marcou um gol antológico contra o Dínamo de Kiev. Ele acertou uma bicicleta espetacular e abriu o placar para o time alemão na vitória por 2 a 1. O nono gol dele na Champions League em cinco jogos. Com a neve caindo, o lance ficou ainda mais bonito. Parecia uma homenagem da natureza ao brilho do craque.

Artilheiro que é artilheiro sabe se posicionar. Além desse talento natural, é impressionante como dentro da área ele tem um olhar de 360º. Antes de fazer o golaço, Lewandowski olhou para os defensores e ficou esperando a bola chegar. Bobeada feia do time ucraniano. Deixaram o goleador livre na cara do gol e, mesmo de costas, ele achou espaço.


Uma pintura de gol de Lewandowski na neve
Uma pintura de gol de Lewandowski na neve Twitter Oficial Bayern de Munique


Em nove jogos seguidos, o polonês goleador marcou gols na Champions - e pela segunda vez. Fez 82 em 101 jogos na história da competição. O terceiro maior artilheiro do maior torneio de clubes da Europa. Nesse momento, ninguém fez mais gols do que ele no futebol europeu. Em 19 jogos na temporada pelo Bayern, marcou 25 gols e colaborou com duas assistências. No geral, o polonês marcou 64 gols em 53 jogos em 2021. Ele está a apenas cinco para igualar o ano de mais gols de Cristiano Ronaldo na carreira (69).

Além desses números, Lewandowski é o maior artilheiro da Champions nas últimas três edições, com 29 gols. Cristiano Ronaldo fez 14 e Lionel Messi, 11.

Robert Lewandowski levou o Prêmio Golden Player 2021 como o melhor jogador do ano na Europa. É o segundo ano consecutivo que Lewa ganha esse prêmio individual dado pelo jornal Tuttosport, da Itália. Ele venceu Jorginho (2º) e Lionel Messi (3º) na votação.

Na minha opinião Robert Lewandowski é o melhor jogador do mundo. O motivo é simples: o atacante faz gol em todos os jogos. Se o goleador vai ganhar novamente o título de melhor jogador do mundo, o Prêmio The Best da FIFA, não sabemos, mas que ele é o melhor atacante da atualidade, disso não tenho a menor dúvida. Um camisa 9 nota 10.

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A CBF pisou na bola com Palmeiras e Flamengo

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Nunca é tarde para criticar a decisão, os erros da CBF. Totalmente desnecessários os jogos, dessa terça-feira (23), dos dois representantes brasileiros na final da Libertadores: Palmeiras x Atlético-MG e Grêmio x Flamengo. A Confederação Brasileira de Futebol deveria tratar melhor os seus clubes.

O vice-líder Flamengo, mesmo com chances remotas na tabela, ainda luta pelo título do Campeonato Brasileiro e será prejudicado ao entrar em campo para enfrentar o Grêmio, em jogo adiado da 2ª rodada. Repare: 2ª rodada. O Palmeiras, em terceiro lugar na competição, briga para terminar no G4 e corre o risco de perder essa posição.

Uma quarta derrota seguida do Verdão, e isso é provável que aconteça com jogadores reservas, será negativa a quatro dias da decisão no Uruguai. Isso tem um peso enorme, ainda mais se o time paulista sofrer uma goleada para o líder Galo, em casa. Nunca é bom chegar em uma decisão tão importante por baixo, desacreditado.

Seria muito melhor para Palmeiras e Flamengo realizarem esses jogos depois da decisão. E não venham falar que faltam datas no calendário. Que calendário? Não existe essa preocupação nos bastidores da CBF. Basta olhar o que acontece ano após ano.

Palmeiras e Flamengo decidem a final da Conmebol Libertadores; quem vai ser campeão?
Palmeiras e Flamengo decidem a final da Conmebol Libertadores; quem vai ser campeão? ESPN

Maltratar clubes tem sido uma constante na Barra da Tijuca, mas a culpa não é só desses dirigentes gananciosos. Os presidentes das agremiações também têm uma parcela de culpa. E podem pagar caro por isso. Afinal, só um será o campeão. Espero que o perdedor não venha chorar depois. Ser vice no país do futebol, não vale nada. Essa é a nossa cultura. 

Discussão entre Gustavo Gómez e Weverton pode ser mau sinal para o Palmeiras? Comentaristas analisam e respondem

         

    


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Véspera de Libertadores: Quatro vitórias seguidas do Flamengo e três derrotas do Palmeiras no Brasileirão

Carlos Sartori
Carlos Sartori

A seis dias da final da Libertadores, o Flamengo voa e o Palmeiras desce a ladeira.

O bicampeão brasileiro soma quatro vitórias seguidas. O atual campeão da Libertadores, três derrotas consecutivas.

A torcida do Rubro-negro vibra e acompanha os passos do time. Os torcedores do Verdão sofrem, sem certeza do futuro da equipe.

O técnico Renato Gaúcho está em alta, enquanto o português Abel Ferreira tenta convencer o que só ele enxerga.

Nas quatro vitórias, o Flamengo marcou 10 gols e sofreu apenas um. Foram duas goleadas: 4 a 0 no São Paulo e 3 a 0 no Bahia.

Nas quatro derrotas, o Palmeiras anotou um gol e levou cinco.

O Flamengo segue na briga pelo tri brasileiro, com chances matemáticas. São oito pontos de diferença para o líder Atlético-MG (74 a 66). Faltam cinco rodadas, com 15 pontos em disputa.

Um ano para a Copa do Mundo! Veja quem são os artilheiros das eliminatórias que devem brilhar no Catar

         

    

 

O Palmeiras deu adeus ao título, distante 16 pontos do Galo (58 a 74).

O time carioca se despede do Brasileirão, antes da final da Libertadores, contra o Grêmio, em Porto Alegre, na terça-feira.

No mesmo dia, o time paulista encara o líder Atlético-MG no Allianz Parque. O mesmo Galo que o Verdão eliminou da Libertadores, com dois empates.

Se o Flamengo perder, será um quase adeus ao título. Se o Palmeiras for derrotado, a pressão será absurda.

O Verdão não vence o Mengão há nove jogos: cinco vitórias e quatro empates. Entre elas, o Flamengo conquistou o título da Supercopa Brasil este ano. Após empate em 2 a 2, o time carioca venceu nas penalidades por 6 a 5.

Em três vitórias, o Flamengo marcou três gols: 3 a 1, 3 a 1 e 3 a 0. Nos outros dois triunfos: 1 a 0 e 2 a 0.

Será apenas um jogo para saber quem será o campeão da Libertadores. Os dois times buscam o tricampeonato, a glória eterna.

Difícil fazer uma aposta. O melhor momento pertence ao Flamengo, mas não dá para deixar de acreditar no Palmeiras, o melhor time da Libertadores.

Uma decisão difícil.

 

Renato colocou o Fla novamente nos eixos
Renato colocou o Fla novamente nos eixos Alexandre Vidal / Flamengo
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Artilheiro do Carioca e do Goiás na Série B, Alef Manga pode reforçar time da Série A em 2022

Carlos Sartori
Carlos Sartori

*Atualizado segunda-feira (22/11)

Sensação do Campeonato Carioca pelo Volta Redonda e artilheiro do Goiás na Série B, o atacante Alef Manga é novamente cobiçado por clubes da Série A. O blog  também apurou, com pessoas ligadas ao atleta, que a fama de goleador chegou ao mercado internacional. Artilheiro do Cariocão 2021, com 9 gols, um a mais do que Gabigol, do Flamengo, o irreverente jogador de 26 anos tem portas abertas em Japão, Emirados Árabes, Arábia Saudita, Estados Unidos e México. 

Porém, não foram revelados quais são os clubes que teriam interesse no atacante e como seria esta negociação. Os direitos de Alef Manga pertencem ao Volta Redonda (50%) e ao Coruripe (50%), time alagoano. Antes de peregrinar pelo futebol, o atleta começou a jogar na base do Santos na mesma época de Gabigol, Zeca e Thiago Maia.

Emprestado ao Goiás logo após o Campeonato Carioca, Alef Manga cometeu a maior gafe dos últimos tempos ao chegar no time goiano. Na entrevista coletiva de apresentação, o desbocado jogador que na época do Volta Redonda durante uma entrevista ao vivo disse que chutava com “o c... do pé” soltou a seguinte pérola: “Se Deus quiser, que eu possa fazer um grande campeonato aqui, sair daqui para um clube grande, poder ir para fora do país e que eu possa ajudar minha família.” Logo de cara, deixou os torcedores enfurecidos. O pedido de desculpa não foi o suficiente para limpar sua barra com a torcida.

Chope? Veja qual é a opinião de Zico sobre Renato Gaúcho no Flamengo


E quando os gols não saíram e a fase ruim bateu à porta, o atacante passou maus bocados. Após o fim da seca, chegou a declarar que foi ameaçado de morte por alguns torcedores do time goiano. Mas Alef Manga deu a volta por cima. Hoje, ele soma 10 gols e quatro assistências. Dos 36 jogos do Goiás, disputados na Série B, ele esteve presente em 34.

O Goiás é o terceiro colocado da Série B, com 61 pontos, e está próximo de retornar à elite do futebol. Na próxima segunda-feira (22), tem um duelo direto pela classificação contra o Guarani, quarto colocado, na casa do adversário. Se vencer, a equipe esmeraldina garante o acesso para a Série A do ano que vem com uma rodada de antecedência. Alef Manga não estará em campo. O artilheiro do time está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Ele retornará na última rodada, contra o Brusque, em Goiânia. 

Pelo custo-benefício, o atacante não é considerado um jogador caro. O Goiás pagou R$ 500 mil no empréstimo até dezembro. O salário do jogador aumentou 10 vezes quando saiu do Volta Redonda. Na época, o time esmeraldino superou propostas de Fortaleza, Bahia e Botafogo. Para ficar com Manga, o Goiás tem o direito de exercer a opção de compra no valor de R$ 1.300.000,00 até o dia 30 de novembro por 50%. Mas, pelo andar das negociações, o atacante pode realizar o sonho de ir jogar fora do país, para conseguir a tão sonhada independência financeira, ou vestir a camisa de um clube da primeira divisão. Por outro lado, uma nova informação chegou neste domingo à noite do staff do jogador: "Alef está muito feliz no Goiás e jogará pelo clube em 2022 caso o Goiás consiga o acesso à série A. Está muito próximo". Será?

Não vou me surpreender se o atacante vai defender outro clube e se Alef Manga é de fato um jogador 'padrão Série A'. Gol bonito ele sabe fazer.

Alef Manga, artilheiro do Goiás na Série B
Alef Manga, artilheiro do Goiás na Série B Rosiron Rodrigues / Goiás

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Artilheiro do Carioca e do Goiás na Série B, Alef Manga pode reforçar time da Série A em 2022

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Leila vence, Palmeiras perde!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

A uma semana da final da Libertadores, o Palmeiras elegeu a primeira presidenta da história do clube e o time perdeu a terceira seguida no Campeonato Brasileiro.

A milionária empresária e patrocinadora do Verdão, Leila Pereira, terá uma dura missão no machista futebol brasileiro.

O desacreditado time alviverde terá uma tarefa complicada na final da competição sul-americana no Uruguai contra o Flamengo que venceu mais uma e mostra força.

A nova presidente eleita Leila Pereira comemora vitória
A nova presidente eleita Leila Pereira comemora vitória Fabio Menotti/Palmeiras

Nos bastidores do Verdão, a eleição foi complicada e muitos não gostaram da escolha de Leila que terá uma forte oposição. Para alguns, não basta só dinheiro e a promessa de um time milionário.

Na derrota do Palmeiras para o Fortaleza por 1 a 0, o zagueiro paraguaio Gustavo Gómez e o goleiro Weverton discutiram feio após o gol e tiveram que ser contidos pelos companheiros para não brigarem.

Nem tudo são flores no atual campeão da Libertadores. Só o título para o clima pesado baixar a bola.

Gol do Fortaleza contra o Palmeiras! David arrisca de longe, Weverton espalma e Robson abre o placar no rebote

         

    

 




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"AeroFla" deveria ser incorporada nos dicionários brasileiros. Quem apoia essa campanha?

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Morei no Rio nos últimos cinco anos. Além das belezas naturais, o que mais me chamou atenção foi entender o que significa ser Flamengo. Com certeza, é muito mais do que uma torcida. É religião de janeiro a janeiro. Não tem como ficar passivo assistindo a um jogo do Mengão em um boteco. A torcida invade geral, lota os locais, com o manto sagrado. Faz festa e vibra como poucos. Confesso, nunca vi nada igual. Ver um jogo no Maracanã, com a vibração de 60 mil rubro-negros, é inesquecível!

Por isso, ver mais uma vez o AeroFla em ação, dessa vez distante, em São Paulo, me trouxe uma saudade absurda da cidade maravilhosa. Do Rio 40º, mesmo em um dia de chuva. Só mesmo a nação rubro-negra para sair às ruas em um dia feio, chuvoso e fazer o que fez. Geralmente, quando o clima está ruim, as praias ficam desertas. O carioca desaparece. Chuva não combina com eles. Poucos se atrevem a passear na orla. Mas o verdadeiro flamenguista, pelo seu time, esqueceu que não era dia de praia e foi à luta. Como diz o hino: "uma vez Flamengo, sempre Flamengo".

AeroFla: torcida fez a festa na despedida do Fla do Rio
AeroFla: torcida fez a festa na despedida do Fla do Rio Alexandre Vidal / Flamengo

Mas, poderia ser outro hino, também. Como o destino do bicampeão brasileiro era Porto Alegre, antes da decisão da final da Libertadores contra o Palmeiras, dia 27 de novembro, lembrei do hino do Grêmio, adversário da próxima terça-feira (23). E que fique claro que não é desrespeito ao time gaúcho e, sim, uma homenagem para um dos hinos mais lindos que existe.

Diz a letra: "Até a pé nós iremos, para o que der e vier, mas o certo é que nós estaremos, com o Grêmio onde o Grêmio estiver".

Fico imaginando o que os estrangeiros pensam quando vêm imagens como as veiculadas, nesta sexta-feira (19). Milhares de pessoas caminhando atrás de um ônibus com destino ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, me nego a chamar de Galeão, mesmo sabendo que o maestro soberano era torcedor do rival Tricolor. Incrível ver torcedor arriscando à vida em cima de um ônibus para bater um papo com os ídolos. Mas, a imagem que mais me emocionou foi a de um barquinho, sob a ponte, com um torcedor segurando a bandeira do Flamengo. Verdadeira poesia. "O barquinho vai, a tardinha cai...".


Aliás, por falar em poesia, defendo que a palavra "AeroFla" seja incorporada aos dicionários. Ela denomina um novo hábito e ação comum no nosso cotidiano. O mundo muda, se transforma. Ela tem um significado importante. Quem viu a cobertura esportiva desta sexta percebeu que a palavra "AeroFla" estava escrita, em caracteres, ou lettering, como preferir, na tela das TVs, ou neste sábado, nas manchetes de jornais. Virou até hashtag. 

Muitas palavras estrangeiras utilizadas na linguagem cotidiana já estão nos dicionários: "Blogar, tuitar, test drive". Até "Ricardão", o amante brasileiro ganhou respeito. Por que não AeroFla? Essa é fácil explicar: "torcida apaixonada do Flamengo que acompanha a pé o ônibus do time até o embarque no aeroporto antes da busca de um título importante". Quem me apoia nessa campanha?

A torcida do Flamengo deu mais um exemplo de união, alegria, apoio ao time. Mostrou ser diferente. E que infelizmente só não vai a pé atrás do seu time amado porque o futebol virou um negócio muito caro. Se tornou um esporte para quem tem dinheiro. O povão não tem grana para ir ver um jogo no Uruguai. Ingressos caros, passagens aéreas absurdas e hotéis a peso de ouro.

Ah, se esse jogo fosse no Maracanã... O templo do futebol ficaria pequeno para essa torcida chegar em procissão gritando "é campeão".

Se o Flamengo não faturar o título da Libertadores, o de melhor torcida já ganhou disparado.

Ou alguém tem dúvida?

Torcedores do Flamengo se empolgam e sobem no teto do ônibus que levava a delegação para o aeroporto

         

    

 

 



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"AeroFla" deveria ser incorporada nos dicionários brasileiros. Quem apoia essa campanha?

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Entenda por que o líder Atlético-MG está com a mão na taça do Brasileirão

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Contagem regressiva para o líder Atlético-MG ser campeão brasileiro de 2021. E o título pode chegar mais cedo, e acredite se quiser, na 35ª rodada e, contra o rival Palmeiras no Allianz Parque. O time que eliminou o Galo da final da Libertadores. A festa seria completa na casa do adversário. O horário do jogo foi até alterado para encerrar após Flamengo e Grêmio na Arena, em Porto Alegre.

Para a conquista antecipada acontecer, e que não vem desde 1971, o time mineiro dependeria de uma combinação de resultados. Precisaria vencer o Juventude, sábado, no Mineirão, e o Palmeiras, na terça-feira, além de torcer por tropeços do Flamengo contra Internacional e Grêmio, ambos fora de casa. O bicampeão brasileiro não terá força total, o que deixa os torcedores do Galo mais animados. Mas, se o Flamengo derrotar o Inter no Beira-Rio, o sonho do Galo de ser campeão contra o Palmeiras, será adiado.

Galo tem o maior número de público no Brasileirão
Galo tem o maior número de público no Brasileirão Pedro Souza / Atlético


Mas não pense o torcedor do Galo que vencer o Juventude será tarefa fácil. O time gaúcho luta contra o rebaixamento e vai fazer de tudo para pelo menos conquistar um pontinho em Minas. Retranca "à la gaúcha" pela frente.

O líder Atlético-MG faz uma campanha exuberante no Brasileirão e soma 22 vitórias em 32 jogos. É o time que mais venceu no Campeonato Brasileiro. Quem mais se aproxima é o bicampeão Flamengo, com 19 e o mesmo número de jogos, 32.

O Galo é também o time que menos perdeu na competição. Foram apenas cinco derrotas, além de cinco empates. O vice-líder Flamengo perdeu sete. Em apenas dois quesitos, critérios de desempates, o time carioca leva a melhor: mais gols (62 a 51) e saldo (34 a 29).

Mas o grande segredo do time comandado por Cuca é a defesa. Nos últimos três jogos, o Atlético não tomou gols. Em todo o campeonato, foram 22 gols sofridos. Em 15 jogos, o Galo não foi vazado: oito no primeiro turno e, sete no segundo.

No primeiro turno, a equipe mineira marcou 29 gols (média de 1,52) e levou 14 (média de 0,73). No returno, 22 gols anotados (média de 1,69) e oito gols sofridos (média de 0,61).

Assim como no primeiro turno, o aproveitamento do Galo impressiona. O time mineiro somou 42 pontos, com 13 vitórias, três empates e três derrotas. Aproveitamento de 73,6%. No returno, o desempenho é melhor, até agora, com 74,3% de aproveitamento. Foram 29 pontos conquistados, com nove vitórias, dois empates e duas derrotas.

Só uma tragédia tira o título do Brasileirão das mãos do Galo. Sem dúvida, o melhor time do campeonato. Uma equipe quase perfeita e que merece dar essa alegria aos torcedores 50 anos após o título de 1971. 

Hulk deve ter o contrato renovado com o Atlético-MG? Veja a opinião dos comentaristas

         

    

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Torcida do Galo dá show no Brasileirão, com recorde de público e melhor média

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Desde que as torcidas foram liberadas para retornar aos estádios, a do líder Atlético-MG tem sido o grande destaque do Brasileirão. Os torcedores do Galo emplacaram os três maiores públicos até agora, com jogos disputados no Mineirão: 60.142 - Atlético-MG 1 x 0 América-MG (30ª rodada), 58.740 - Atlético-MG 2 x 0 Corinthians (31ª) e 56.624 - Atlético-MG 2 x 1 Grêmio (19ª). 

Além de liderar o campeonato com folga, o Galo tem a melhor média de publico: 30.571. Nem os times de maior torcida no país conseguem superar o time mineiro. O Corinthians tem a segunda melhor média, com 27.416 torcedores. O atual bicampeão Flamengo é o quarto, com 19.250, superado pelo São Paulo, 21.279. 

Torcida do Galo faz festa na vitória contra o Corinthians
Torcida do Galo faz festa na vitória contra o Corinthians Pedro Souza / Atlético

A tendência é que esses números aumentem nos seis últimos jogos da competição. No próximo sábado (20). o Atlético-MG vai receber o Juventude, no Mineirão. Ao que tudo indica, a casa estará cheia, com previsão de novo recorde. O novo Mineirão comporta 62 mil torcedores.

Além do duelo da próxima rodada (34ª) contra o time gaúcho, o Galo disputará duas partidas em casa: Fluminense pela 36ª rodada, no dia 28 de novembro e, na rodada seguinte contra o Red Bull Bragantino no dia 05 de dezembro. O título antecipado poderia ser conquistado fora de casa na 35ª rodada como bem explica essa matéria.

O antigo lema "caiu no Horto está morto" mudou para o estádio do Mineirão. O Galo tem um recorde jogando em casa: 14 vitórias, um empate e apenas uma derrota. Foram 43 pontos conquistados. Fora de casa, outro recorde: oito vitórias, quatro empates e quatro derrotas. O Atlético conquistou 28 pontos como visitante. 71 pontos na liderança, com oito a mais do que o vice-líder Flamengo (63).

A cada jogo no Mineirão, a torcida do Atlético tem mostrado que sabe fazer festa. O grito preso na garganta há 50 anos para gritar "é campeão" está quase sendo libertado. É uma questão de tempo, ou melhor, de algumas rodadas. 

Cuca 'rejeita' contas para 'jogo do título' e prega foco contra o Juventude: 'Precisamos pensar na próxima partida'

         

    

 

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Torcida do Galo dá show no Brasileirão, com recorde de público e melhor média

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Contagem regressiva: Flamengo melhor, Palmeiras pior

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Flamengo e Palmeiras pouparam jogadores nos clássicos desta quarta-feira pensando claramente na final da Conmebol Libertadores no dia 27 de novembro no Uruguai.

Contra o Corinthians, o bicampeão brasileiro venceu por 1 a 0, com gol de Bruno Henrique nos acréscimos, no Maracanã cheio. Em São Paulo, também com casa cheia, o Verdão tomou um choque do rival São Paulo, em pleno Allianz Parque, por 2 a 0.  

A segunda derrota seguida do time paulista preocupa, enquanto o Flamengo faz boas apresentações. O time carioca está mais feliz a nove dias da grande final da maior competição sul-americana.

Bruno Henrique comemora gol da vitória no Maracanã
Bruno Henrique comemora gol da vitória no Maracanã Alexandre Vidal / Flamengo

Mesmo sendo o atual campeão da Libertadores, o treinador português ainda se mostra perdido em escalações. Tinha jogadores melhores para colocar em campo contra o São Paulo. Na minha opinião, os reservas deveriam jogar no próximo sábado contra o Fortaleza, lá no Castelão, e não no clássico "Choque-Rei". A torcida está irritada e protestou. Respeito a decisão de Abel, mas como estrangeiro deveria entender melhor o que significa perder um clássico.

O Flamengo mostrou que está melhor nessa contagem regressiva. Um time mais afim de jogar bola e buscar o gol. O Palmeiras batendo cabeça em campo, sem vibração. Escapou de ser goleado, em casa. Sorte que não foi, pois o clima ficaria pesadíssimo.

Ao final da partida, Abel Ferreira desabafou mais uma vez contra a "loucura" do calendário do futebol brasileiro: "Eu sou pago para tomar decisões, e sou eu que assumo a responsabilidade das minhas decisões. Temos um plano e vamos segui-lo até o fim, aconteça o que acontecer", disse o treinador palmeirense.

Prefiro esperar até o dia 27 para ver o que o técnico português irá tirar da cartola. Nesse momento, Renato Gaúcho é o mágico.

Djalminha diz que derrota do Palmeiras para o São Paulo 'não pegou bem' antes da final da Libertadores: 'Poderia ter sido goleado'

         

    

 


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São Paulo "engole" Palmeiras alternativo de Abel Ferreira

Carlos Sartori
Carlos Sartori

O São Paulo deu um grande passo para fugir da zona de rebaixamento. Bateu o Palmeiras por 2 a 0 na casa do adversário. Gols de Gabriel Sara e Luciano. Foi uma vitória gigante do Tricolor e o placar poderia ter sido ainda maior, tamanha a fragilidade do Verdão. Abel Ferreira colaborou para que isso acontecesse. Para poupar jogadores, colocou em campo um time alternativo que foi "engolido" pelo de Rogério Ceni. Essa segunda derrota seguida do Verdão preocupa a 10 dias da final da Libertadores. 

O Tricolor foi melhor nos dois tempos. Dominou o Palmeiras que jogou muito mal. Gabriel Sara leva sorte contra o rival e abriu o placar com um belo gol. Também fez o terceiro, anulado pelo VAR nos acréscimos da etapa final. O segundo gol saiu de uma falha grotesca de Patrick da Paula. Luciano agradeceu o presente e encerrou um jejum de 11 partidas sem marcar. Nada como um clássico para mudar a história. O Tricolor, há alguns dias massacrado pelo Flamengo, no Morumbi, saiu do Allianz Parque de cabeça erguida. Para se ter uma ideia, essa foi apenas a quarta vitória do São Paulo fora de casa, em 17 jogos, no Brasileirão. 

Ceni conquista 3ª vitória após retorno ao São Paulo
Ceni conquista 3ª vitória após retorno ao São Paulo Rubens Chiri / saopaulofc.net

O Palmeiras precisa se cuidar. O atacante Luiz Adriano que já foi esperança de gols, virou alvo da torcida. Antes da partida, o camisa 10 não teve o seu nome aclamado pelos torcedores. Quando saiu de campo substituído, foi vaiado e, com ironia, aplaudiu os palmeirenses. A chapa vai esquentar. Isso nunca é bom e o jogador tem potencial. Ele e Willian, dois atacantes rodados, não fizeram nada na partida.  O meio-campo formado por garotos, Danilo, Patrick de Paula e Matheus Fernandes, que há pouco tempo brilhavam, não deram conta da criação.

Abel Ferreira tentou salvar o resultado e mudou o time na segunda etapa, mas mesmo com as entradas de Wesley, Rony, Raphael Veiga, Gustavo Scarpa e Zé Rafael, o Verdão seguiu apático e irritando os 35 mil torcedores no Allianz Parque. Apenas Scarpa, sempre ele, acertou uma bola no travessão. Mas não era noite do Palmeiras. O Palmeiras não foi goleado porque o São Paulo não quis, ou melhor, não aproveitou as chances que foram muitas.

E para piorar,  o treinador português foi para o vestiário antes do jogo terminar. Um desrespeito com o elenco e torcedores. Bom, pelo menos ele não foi expulso. A 11ª derrota em 33 jogos para um time com potencial de ser campeão. Gosto do estilo do treinador, mas ele se perde em algumas escalações.

Enquanto isso, Rogério Ceni ganhou um fôlego no São Paulo para voltar a respirar em seu oitavo jogo desde o retorno. A vitória contra o Palmeiras aliviou o sofrimento e o drama do flerte que poderia ser fatal com a zona de rebaixamento. Agora, são cinco pontos para o Bahia (41 a 36), primeiro clube no Z-4. Mas o Tricolor baiano joga nesta quinta (17) contra o Sport. É torcer para um tropeço dos baianos e seguir subindo a ladeira do Brasileirão.

O elenco do São Paulo é muito bom para sofrer tanto. Chegou a hora da virada. 

São Paulo vence Palmeiras com tranquilidade e respira no Brasileiro; VEJA os gols!

         

    

 



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Palmeiras x São Paulo: o drama do Tricolor no Choque-Rei e na casa do Verdão!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Um clássico que só vale pela rivalidade para o Palmeiras e pela vida para o São Paulo. O duelo, desta noite de quarta-feira (17), no Allianz Parque será um treino de luxo para o Verdão a 10 dias da final da Libertadores contra o Flamengo no Uruguai. Em terceiro na tabela do Brasileirão, e a 13 pontos do líder Galo, o título do Brasileirão ficou impossível. Mas ficar no G-4 é prioridade.

Já para o São Paulo será a decisão do futuro na Série A. Uma vitória no clássico, contra o rival, mudará o panorama do time no campeonato para respirar mais aliviado. O fantasma do rebaixamento assusta os torcedores. O elenco está abatido depois da goleada vergonhosa sofrida para o Flamengo, em casa, por 4 a 0. O flerte com o Z-4 poderá ser fatal, caso o Tricolor saia derrotado. A diferença para o primeiro time na zona de rebaixamento (Juventude) é de apenas dois pontos (38 a 36). O time gaúcho venceu na rodada passada.


São Paulo foi o time que mais enfrentou o Verdão em 2021
São Paulo foi o time que mais enfrentou o Verdão em 2021 Cesar Greco / Palmeiras

Sem dúvida será um jogo difícil como costuma ser os confrontos entre Palmeiras e São Paulo. Ainda mais depois que o Verdão eliminou o Tricolor da Libertadores com uma vitória gigante por 3 a 0.

Diferentemente de Abel Ferreira, que pode terminar o ano com um título da Libertadores, Rogério Ceni vive um momento dramático nesse retorno ao time do Morumbi. Em sete jogos, perdeu mais do que ganhou (3 a 2), com dois empates. E levou mais gols do que fez (8 a 4).

Tabus foram feitos para se quebrar e o São Paulo terá que lutar contra números de um retrospecto negativo contra o Palmeiras na casa do adversário.

O Tricolor é o time que mais perdeu para o Verdão dentro do Allianz Parque. Em 13 partidas disputadas desde a reinauguração do estádio em 2014, o time verde venceu nove, empatou duas e perdeu apenas duas. O São Paulo também é a equipe que mais sofreu gols: 27 no total.

Na temporada, o Palmeiras acumula um total de três jogos sem perder para o São Paulo, com uma vitória e dois empates: triunfo por 3 a 0, no Allianz Parque, pela Libertadores, e empates por 0 a 0 e 1 a 1, ambos no Morumbi, pelo Brasileiro e pela Libertadores, respectivamente. A última derrota do time verde aconteceu pelo Campeonato Paulista desta temporada.

Por outro lado, o Verdão terá desfalques importantes para o duelo contra o São Paulo: Dudu, Felipe Melo e Deyverson, todos expulsos na última partida. Além de Gustavo Gómez (Seleção do Paraguai) e Piquerez (Seleção do Uruguai).

Do lado do São Paulo, Jonathan Calleri, expulso na derrota para o Flamengo, é desfalque. Luciano será o escolhido. Três reforços importantes, que estavam suspensos, estarão de volta: Welington, Gabriel Sara e Rodrigo Nestor. Arboleda também poderá ser novidade. O zagueiro atuou poucos minutos na vitória do Equador contra o Chile, nesta terça-feira, e formará o trio de zaga ao lado de Miranda e Léo.

As duas equipes vêm de derrota e vencer é prioridade. Clássico é um divisor de águas e tudo muda para quem sai vitorioso. Ao São Paulo, se posicionar melhor na tabela e crescer nos seis jogos que restam. Ao Palmeiras, chegar com moral na final da Libertadores. Nesse momento, o Flamengo cresceu, enquanto o Verdão caiu e teve a sequência de seis vitórias seguidas quebradas. O Choque-Rei será libertador!

Valdívia explica motivo para clássico contra o São Paulo ser mais especial e revela provocação especial em vitória    

         

    

 

 

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Argentina 0 x 0 Brasil: molecada não afina em caldeirão argentino e mostra personalidade em jogaço dos invictos!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Sem Neymar e Messi escondido em campo, o duelo entre Argentina e Brasil não teve gol, mas não faltou pancadaria, confusão e rivalidade. Foram 44 faltas na partida. Algumas desleais. Uma prova de fogo para os jovens atletas brasileiros que tiveram personalidade e superaram com categoria a catimba dos argentinos no lotado caldeirão no Estádio Bicentenário, em San Juan. O zero a zero manteve a diferença de seis pontos para os argentinos que ainda não se classificaram à Copa do Mundo, o que deu um gostinho a mais para os torcedores brasileiros.

A seleção brasileira foi superior em todo o jogo e teve mais chances de abrir o placar. Na primeira etapa, Vinicius Júnior e Matheus Cunha poderiam ter feito dois golaços por cobertura. A Argentina só assustou uma vez com grande defesa de Alisson. A rivalidade pegou fogo e o juiz pipocou ao não expulsar Otamendi. O argentino deu uma cotovelada desleal na boca de Raphinha que sofreu um corte no lábio. O VAR também afinou. Azar do brasileiro que sangrou em campo até o final dos primeiros 45 minutos. No intervalo, o atacante levou cinco pontos na boca. Isso é Brasil e Argentina.

Matheus Cunha teve boa atuação contra Argentina
Matheus Cunha teve boa atuação contra Argentina Twitter CBF

Na segunda etapa, o volante Fred quase marcou um golaço de fora da área. Ele acertou o travessão. E o atacante Vinicius Júnior deu espetáculo, com uma carretilha à la Brasil sobre Molina. O lance quase terminou em gol de Paquetá. A única chance de Lionel Messi só aconteceu nos 45 minutos, mas Alisson defendeu. O craque argentino não brilhou. O volante Fabinho anulou o camisa 10 e mereceu nota 9, o melhor em campo. Um leão!

Com apenas quatro gols sofridos em 13 jogos, a linha defensiva da seleção é o grande destaque. No duelo contra os argentinos, todos estiveram bem. Do goleiro, passando pelos zagueiros e laterais. Foi a 17ª partida da seleção em eliminatórias, sob o comando de Tite, sem levar gols. Desde que assumiu o Brasil, nas eliminatórias da Rússia, em 2016, o técnico segue invicto: 21 vitórias, quatro empates, nenhuma derrota, 57 gols marcados, sete sofridos e 83% de aproveitamento.

Outro ponto positivo foi a personalidade mostrada pelos jogadores mais jovens. Eles não se intimidaram com às provocações dos argentinos e foram para cima. Enfrentaram faltas violentas e, com a bola nos pés, mostraram do que são capazes nas adversidades.

Uma despedida de gala da seleção brasileira que merecia vencer. Agora, só jogará no dia 27 de janeiro do ano que vem contra a seleção do Equador, terceira colocada nas eliminatórias.

E que Tite continue assim, corajoso e ousado. Apostando cada vez mais na irreverente e brava molecada brasileira.


Vinicius Jr. chama argentino na linha de fundo, dá carretilha 'humilhante' e faz jogada digna de placa; VEJA 

         

    

 

 

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Com Brasil na Copa, duelo contra Argentina vale pela rivalidade, invencibilidade e atrasar a classificação dos vizinhos

Carlos Sartori
Carlos Sartori

O último jogo de 2021 da seleção brasileira tinha que ser contra a Argentina para encerrar o ano com chave de ouro. Pena não ter Neymar em campo. Por causa de um desconforto muscular, o camisa 10 nem viajou para a cidade de San Juan, interior da Argentina, local da partida. Mas os donos da casa terão o craque Messi. O camisa 10 atuou apenas 15 minutos na vitória contra Uruguai por 1 a 0, com golaço de Di María. 

Detalhe: as duas seleções estão invictas. Um clássico sul-americano de muita rivalidade, pegado, suado e de confusão. Foi assim no último encontro, em São Paulo, no duelo que não teve fim por causa da intervenção de agentes da Anvisa e da Polícia Federal na Arena Corinthians, em Itaquera. Quatro jogadores argentinos foram a campo mesmo com a determinação da agência de vigilância sanitária de que deveriam cumprir isolamento no hotel. Eles descumpriram as regras sanitárias brasileiras de controle à pandemia segundo as quais viajantes estrangeiros que teriam passagem, nos últimos 14 dias, pelo Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia, estariam impedidos de ingressar no Brasil. 


Brasil e Argentina, duelo sempre quente!
Brasil e Argentina, duelo sempre quente! Lucas Figueiredo / CBF


O jogo, desta terça-feira (16), tem um atrativo extra. Na Copa América, os argentinos venceram o Brasil e faturaram o título da competição.

A seleção de Tite, já classificada para a Copa do Mundo do Catar 2022, é líder e está invicta nas eliminatórias, com 34 pontos (11 vitórias e um empate), em 12 jogos.  Os argentinos também não sabem o que é derrota na disputa e aparecem em segundo lugar com 28 pontos (oito vitórias e quatro empates).

A seleção argentina não perde há 26 jogos, mas ainda não está classificada para o Mundial. Por coincidência, a última derrota foi para o Brasil na semifinal da Copa América, em 2019.

Além da rivalidade e do fim da invencibilidade, a seleção brasileira poderá estragar a festa dos 19 mil argentinos que garantiram o ingresso para a 14ª rodada.

Para conquistar a classificação para o Catar, a seleção de Messi terá que vencer ou até empatar, nesta noite, e secar outros rivais sul-americanos.

Do lado da seleção brasileira, além de Neymar, o titular Casemiro está fora do duelo. Ele foi suspenso na última partida. O volante Fabinho será o substituto. No ataque, Matheus Cunha poderá jogar no lugar de Gabriel Jesus. E na zaga, Éder Militão substituirá Thiago Silva.

A grande dúvida será a de quem vai ocupar a vaga de Neymar. Philippe Coutinho ou Vinicius Júnior? Conhecendo Tite, o meia do Barcelona está um passo à frente, mesmo não estando 100% fisicamente. Para Vini Jr. jogar, o comandante terá que mudar a posição de Lucas Paquetá que tem atuado bem na seleção. Não acredito nessa segunda hipótese, apesar do jovem atacante atuar pelo lado esquerdo  e estar voando no Real Madrid.

A seleção brasileira tem o melhor ataque das eliminatórias, com 27 gols e a melhor defesa, apenas quatro sofridos. A Argentina é o terceiro melhor ataque, com 20 bolas nas redes, e a segunda defesa menos vazada, com seis gols.

Neymar, que não joga, é o vice-artilheiro, com sete gols, um atrás do boliviano Marcelo Moreno.

Muita atenção com os goleadores argentinos. Messi, com seis, e Lautaro Martínez, cinco.

No retrospecto, foram 107 jogos na história. O Brasil leva uma pequena vantagem, com 43 vitórias contra 39 dos argentinos. Foram 25 empates. A diferença de gols marcados também é pequena: 165 para o Brasil contra 159 da Argentina. Nos dois últimos confrontos, os argentinos levaram a melhor: 1 a 0 amistoso (2019) e 1 a 0 Copa América (2021), ambos em solo brasileiro.

Um duelo que promete encerrar o ano com muitos gols, rivalidade e, com certeza, confusão! Assim é e sempre será um Brasil x Argentina!

Com Messi, seleção argentina chega a San Juan para confronto contra o Brasil e torcida fica maluca

         

    

 

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Rogério Ceni, de novo, não encaixa no São Paulo; Hernán Crespo tinha mais repertório!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Nem sempre, a troca de um treinador faz bem para um time. Parte da torcida do São Paulo queria a continuidade do técnico argentino Hernán Crespo, mas foi voto vencido. O Tricolor paulista não melhorou com a chegada do ídolo Rogério Ceni. Aliás, piorou.

A frustração dos 45 mil torcedores, domingo, no Morumbi, com a humilhante goleada sofrida contra o Flamengo por 4 a 0, tem a ver com a péssima gestão do clube. Uma foto ficou emblemática na saída de Crespo e na chegada de Ceni. O treinador argentino estava feliz ao lado da sua comissão técnica, enquanto Rogério tinha uma cara de poucos amigos. 

A campanha de Ceni nesse retorno ao São Paulo é ruim. Perdeu mais do que ganhou. Um time que leva mais gols do que faz. Uma equipe abalada psicologicamente e sem rumo. Em sete jogos comandando o time no Brasileirão, foram duas vitórias, dois empates e três derrotas. Marcou apenas quatro gols e sofreu oito. Saldo negativo de quatro gols. 

Ceni comandando o São Paulo no Morumbi
Ceni comandando o São Paulo no Morumbi Rubens Chiri / saopaulofc.net

Inadmissível o São Paulo, com o elenco que tem, tomar um vareio de bola como levou do Flamengo. Ainda mais quando o treinador conhece o elenco, as qualidades do adversário, e foi campeão brasileiro comandando o time. Ceni, de novo, não encaixou no Tricolor. Acredito que com Crespo, o São Paulo estaria melhor. O argentino parecia ter o grupo nas mãos e mais garra para comandar o gigante do Morumbi. Sofreu com problemas físicos de jogadores e o excesso de jogos. Natural no calendário brasileiro, poucos estrangeiros se adaptam. 

Ter sido eliminado da Copa do Brasil para o bom Fortaleza e da Libertadores pelo rival Palmeiras, é do jogo. O São Paulo tinha time para ganhar do Verdão na competição sul-americana, mas caiu. O título do Paulistão foi pouco, é verdade, e a campanha do Brasileirão começou péssima. A demissão de Crespo, com cinco empates consecutivos, e a três pontos da zona de rebaixamento, assustava. Mas o fantasma da Série B, agora é bem maior. Hernán Crespo tinha muito mais repertório do que Rogério Ceni. Não gosto das invenções do treinador e resgate de alguns jogadores que não cabem no Tricolor.

Vamos ver como será a reação do São Paulo após esse baque e a estratégia do treinador para salvar o clube. Só uma vitória sobre o Palmeiras, quarta-feira (17), no Allianz Parque, interessa. Ambos vêm de derrota, mas o Verdão atravessa um melhor momento. Se o Tricolor perder, não vejo futuro para Ceni no comando. Ele seguirá na história como ídolo, mas não como treinador.

 Brasileiro: Flamengo faz 4 e atropela o São Paulo no Morumbi com show de Michael; VEJA gols

         

    

 

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Rogério Ceni, de novo, não encaixa no São Paulo; Hernán Crespo tinha mais repertório!

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Brasileirão: Destaques e a matemática da 32ª rodada!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

O líder Atlético-MG folgou na 32ª rodada e, com isso, o título do Campeonato Brasileiro segue em aberto. Motivo: o Flamengo goleou o São Paulo por 4 a 0 no Morumbi, neste domingo, e ainda sonha com o tricampeonato seguido. Agora, são oito pontos de diferença (68 a 60), para as sete rodadas que restam aos dois clubes empatados em jogos (31). O duelo do Galo contra o Bahia será só no dia 02 de dezembro.

E por incrível que possa parecer, o Palmeiras poderá ajudar o Flamengo a buscar essa diferença. É que o Verdão enfrentará o Galo na 35ª rodada. Uma vitória do time alviverde contra o time mineiro alimentará o sonho rubro-negro. Segundo o FiveThirtyEight, site especializado em modelos estatísticos e parceiro da ESPN, o Galo tem 87% de chance de faturar o título. O Flamengo, apenas 13%, e o Palmeiras menos de 1%.


Flamengo comemora goleada no Morumbi
Flamengo comemora goleada no Morumbi Alexandre Vidal / Flamengo


O Verdão deu adeus ao sonho do título ao ser derrotado pelo Fluminense por 2 a 1, e de virada, no Maracanã, neste domingo. Yago Felipe foi o destaque do Tricolor carioca com dois gols. Dudu fez o primeiro, um golaço. Fim da invencibilidade do Verdão no campeonato. Com um jogo a mais do que o Atlético e Flamengo (32 a 31), e a 10 pontos do líder, só um milagre para conquistar a taça.

A derrota humilhante sofrida pelo São Paulo acendeu a luz vermelha no time do Morumbi. Com 38 pontos, está a dois da zona de rebaixamento. A chance do Tricolor cair é de 10% segundo o FiveThirtyEight. O Juventude, primeiro time no Z-4, em 17º lugar, venceu a lanterna Chapecoense por 2 a 0 e soma 36 pontos. O time gaúcho tem 41% de chance de ser rebaixado. Assim como o Bahia, o 16º, com 17%. A Chape, com apenas 15 pontos, e seis jogos para disputar, já é o primeiro time rebaixado. Se vencesse todos os jogos que restam, ainda não alcançaria o número de vitórias dos rivais.

E por falar em rebaixamento, a 18ª derrota do Grêmio no campeonato, dessa vez para o América-MG por 3 a 1, no sábado, deixou a vida do time gaúcho cada vez mais difícil. 86% de chance de cair para à Série B. Em 31 jogos, são 29 pontos, sete distantes do Bahia, primeiro clube fora do Z-4. Restam sete jogos para o Tricolor buscar a salvação.

Briga boa, mesmo, é a do G-6. Com o trio de ferro, Atlético, Flamengo e Palmeiras, entre as primeiras colocações, sobra uma vaga no G-4. Nesse momento, o dono da quarta posição é o Red Bull Bragantino, com 52 pontos. O Massa Bruta goleou o Fortaleza por 3 a 0, em casa, na briga direta por uma vaga na Libertadores. Mas o time de Bragança Paulista disputou 33 jogos, um a mais do que o Fortaleza que ocupa agora a sexta posição, com 49 pontos.

O Corinthians é o quinto colocado, com 50 pontos, e venceu o Cuiabá por 3 a 2, em casa. O Inter também está na briga pelo G-6, na sétima posição, com 47 pontos. O Colorado venceu o Athletico-PR por 2 a 1 no Beira-Rio.

Dos novos jogos realizados na 32ª rodada, apenas um terminou sem gols: Atlético-GO e Santos. Foram marcados 27, com a boa média de 3 por partida. O Brasileirão tem um novo artilheiro: Michael. O atacante do Flamengo foi o destaque da rodada, com dois gols e, uma assistência. Ele soma 13 bolas nas redes e superou Hulk e Gilberto, com 12 gols cada. 

Brasileiro: Flamengo faz 4 e atropela o São Paulo no Morumbi com show de Michael; VEJA gols

         

    

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Flamengo humilha São Paulo no Morumbi com artilheiro Michael terrível

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Nada deu certo para o São Paulo, neste domingo (14), contra o Flamengo, e com o Morumbi cheio: 47.855 torcedores. Uma goleada humilhante por 4 a 0 para esquecer e o placar poderia ter sido maior. Um resultado que vai abalar as estruturas do Tricolor paulista nos próximos dias. Um reencontro de Rogério Ceni com o seu ex-clube desastroso. No jargão do futebol, Ceni tomou um nó tático de Renato Gaúcho. A terceira derrota do comandante tricolor em sete jogos.

No primeiro tempo, o Flamengo massacrou o Tricolor paulista em apenas três minutos. Abriu o placar com 25 segundos após uma lambança da defesa do time paulista. O bicampeão brasileiro pressionou a saída de bola e Liziero vacilou. Andreas, um dos melhores no primeiro tempo, desarmou e tocou para Bruno Henrique dar uma assistência de mestre para Gabigol fazer o 10º dele no Brasileirão. O gol relâmpago desnorteou o time de Rogério Ceni.


Bruno Henrique e Gabigol fazem a festa no Morumbi
Bruno Henrique e Gabigol fazem a festa no Morumbi Alexandre Vidal / Flamengo


Se a dupla BH e Gabigol é terrível, Michael em ótima fase está irresistível. Aos 3 minutos, o atacante recebeu de Everton Ribeiro na ponta e tocou na medida para Bruno Henrique empurrar para o fundo das redes de Tiago Volpi. O 10º gol do atacante no Brasileirão.

Era o início do passeio do rubro-negro em pleno Morumbi. Perdido em campo, o São Paulo estava nervoso e o atacante Calleri se destemperou ao fazer uma falta violenta no zagueiro David Luiz. Ele tomou amarelo, mas com o auxílio do VAR, o árbitro de campo mandou o argentino mais cedo para o chuveiro com nove minutos de partida. Se com 11 a 11, estava difícil, a vida do Tricolor ficou desesperadora com a expulsão do atacante com menos de 10 minutos.

O Flamengo mandou no primeiro tempo e só precisou administrar o duelo. Controlar o São Paulo virou uma moleza. E quem fazia a festa no Morumbi era a pequena torcida carioca com 3.500 pessoas. O torcedor tricolor, além de ver o seu time tomar um vareio, ainda teve que ouvir provocações: "Aha, uhu, o Morumbi é nosso" e "Arerê, São Paulo vai jogar a Série B". Humilhação pior, impossível.

E quando tudo caminhava para um 2 a 0, o que era até um bom resultado, o terrível Michael marcou um golaço aos 41 minutos. Ele enfiou a bola no ângulo de Volpi. O 12º gol dele no Brasileirão. O atacante empatava com Gilberto (Bahia) e Hulk (Atlético-MG).

O Flamengo do trio de atacantes Bruno Henrique, Gabigol e Michael fez o que quis com o desesperado São Paulo flertando com a zona de rebaixamento.

No segundo tempo, nada mudou. O Flamengo voltou para atropelar sem dó o São Paulo. Logo, aos nove minutos, Michael marcou o quarto do Flamengo, o segundo dele no jogo, e o 13º no Brasileirão, o novo artilheiro isolado do campeonato.

Renato Gaúcho aproveitou para dar descanso para vários jogadores, enquanto Rogério Ceni buscava alternativas para tentar um milagre. Nada dava certo. Virou treino para o Flamengo, enquanto a pequena torcida carioca gritava “olé”. E por muito pouco o Flamengo não fez o quinto em outra jogada de Michael e Bruno Henrique. Fim de jogo: 4 a 0. A segunda goleada no Brasileirão sobre o Tricolor. No primeiro turno, um 5 a 1 acachapante no Maracanã sob o comando de Hernán Crespo. 9 a 1 em dois jogos, com Renato Gaúcho como treinador. Não é esse São Paulo que estamos acostumados a ver. O verdadeiro tricampeão seguido, título que o Flamengo busca e provavelmente não conquistará.

O bicampeão brasileiro ganhou moral com essa goleada a 13 dias da final da Libertadores contra o Palmeiras no Uruguai. O bicampeão brasileiro diminuiu para oito pontos a diferença para o líder Atlético-MG que folgou na rodada. Agora, as duas equipes somam o mesmo número de jogos (31).

Ao São Paulo restou ouvir a triste torcida gritar: “Muito respeito com a camisa Tricolor”. A semana no Morumbi será agitada. Ceni não deve durar, de novo. Pior, o fantasma do rebaixamento para à Série B voltou a assustar. Em sete jogos comandando o São Paulo, foram 2 vitórias, 2 empates, 3 derrotas, apenas 4 gols marcados e 8 sofridos. O time paulista tem elenco para render muito mais.

E do outro lado, Renato Gaúcho que balançava no Flamengo, foi ovacionado pela torcida rubro-negra. Também não é para menos. Em 34 jogos no comando do Flamengo são 23 vitórias, 7 empates, 4 derrotas, 82 gols marcados (2,4 por jogo), 27 gols sofridos (0,7 por jogo) e 74,5% de aproveitamento.

O bicampeão brasileiro renasceu!

Brasileiro: Flamengo faz 4 e atropela o São Paulo no Morumbi com show de Michael; VEJA gols
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