Stephen Curry é o maior vencedor da temporada da NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         

Curry acerta bola de 3, chega a 32 pontos e faz história mais uma vez

Não, Stephen Curry não é o MVP da temporada 2020/2021 da NBA. Essa discussão é entre Joel Embiid, que seria meu voto, e Nikola Jokic. Mas o armador do Golden State Warriors é, com toda certeza, o maior vencedor da temporada, independente de seu time sequer ir aos playoffs.

É até estranho falar que o craque de um time que talvez nem chegue ao play-in, quanto mais aos playoffs, seja o maior vencedor da temporada, mas Curry não é normal, nunca foi. Por mais que muitas pessoas tenham esquecido disso nos últimos anos. Na última temporada, o armador sequer jogou por conta de uma grave lesão.

Nas anteriores, Curry era parte da "panelinha" mais odiada da história: os Warriors que contavam com ele, Klay Thompson, Kevin Durant e Draymond Green. O ódio das pessoas pelo time contaminou as discussões sobre Steph.

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De repente, o jogador que revolucionou o basquete e é o maior arremessador da história passou a ser cobrado por não ser MVP das Finais (ainda que seja um absurdo ele não ter vencido em 2015). O cara que perdeu a final na única virada de um 3-1 na história. Ou então virou o "segundo cara" do time que "era de Durant".

Em 2020/2021, a temporada dos Warriors terminou antes mesmo de começar. Quando Klay Thompson rompeu o tendão de Aquiles logo antes do draft, a equipe deixou de ter qualquer chance de ser competitiva. Curry, de repente, estava "sozinho" e voltava a ser o rosto do time que é a zebra, como foi em 2015, ano do primeiro título.


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Steph Curry coloca irmão para dançar e faz bola no estouro do cronômetro do 1º quarto

Stephen Curry e os Warriors, de repente, voltaram a ser cool. E as pessoas voltaram a lembrar que Steph é um dos 10 melhores jogadores da história da liga, o melhor arremessador que já vimos e um cara único, capaz de produzir atuações como as que temos visto diariamente nesta temporada - e vimos mais uma vez diante do Philadelphia 76ers nesta segunda-feira.

Independente de até onde Curry vai levar esse time, ele já conseguiu sua maior vitória: recuperar o coração de todos os torcedores, voltar a ser o queridinho da liga e um jogador quase impossível de odiar - menos nas noites que ele destrói o seu time.

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Giannis caminha a passos largos para ser top 10 da história da NBA... antes dos 30 anos

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

Em 2019, eu escrevi aqui que  Giannis Antetokounmpo tinha potencial para ser o maior jogador da história da NBA. E foi impossível não amar ainda mais o grego pelo que ele fez nos últimos três anos.

Na época, Giannis tinha acabado de liderar os Bucks a 60 vitórias na temporada regular. Meses depois, ele venceria o primeiro dos dois MVPs que já conquistou - além, claro, do MVP das Finais de 2021 e o título, que veio com um Jogo 6 histórico e surreal de 50 pontos e 14 rebotes.

Basicamente, Giannis seguiu todos os passos que precisava para virar de vez um dos grandes na NBA e merecer um lugar no grupo de 75 melhores de todos os tempos que a liga elegeu em seu aniversário de 75 anos.

Mas ele ainda tem só 27 anos de idade.

Giannis Antetokounmpo antes do Jogo 5 contra os Bulls nos playoffs da NBA
Giannis Antetokounmpo antes do Jogo 5 contra os Bulls nos playoffs da NBA Getty

Com 27, Michael Jordan estava prestes a vencer seu primeiro título com os Bulls. LeBron vivia sua segunda temporada em Miami e também caminhava rumo ao 1º anel. Kareem Abdul-Jabbar, já ultrapassado por Giannis no ranking de maiores cestinhas da história dos Bucks, também tinha apenas um título - dos seis que conquistou.

Giannis é a figura principal da revolução do basquete nos últimos anos. Dominante como Shaq no garrafão, mas com a habilidade atlética que o permite cruzar a quadra com três ou quatro dribles antes de fazer um eurostep e se livrar completamente de qualquer muro que tentem subir contra ele - sem falar da capacidade que ele desenvolveu de achar passes para arremessos de longa distância, algo que ficou muito claro na série contra os Bulls.

O grego é, sim, o melhor jogador da NBA atual. Ele pode não vencer seu terceiro MVP em 2022, mas a discussão acabou. A casa dele é em Milwaukee, o time está montado, e Giannis vai vencer mais títulos na carreira. Mais MVPs nas Finais. Mais prêmios de Defensor do Ano.

Ele ainda tem só 27 anos de idade. E assusta pensar que ele está apenas chegando em seu auge.

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Ben Simmons não pode ser levado a sério como um fator em Nets x Celtics

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

Ben Simmons voltou a treinar com os Nets... Ben Simmons tem os jogos 4 a 6 como alvo para estrear...

Se existe uma história que não consigo mais acreditar é a de Ben Simmons. E não existe um motivo que deveria fazer o torcedor dos Nets se empolgar com um possível retorno de Simmons às quadras nos playoffs de 2022.

E são vários os motivos que explicam as minhas dúvidas.

- Motivo nº 1:  Ele não joga desde junho de 2021. O último ano de Simmons na NBA foi de completo caos. Do fracasso nos playoffs da temporada passada com os 76ers, quando ele se escondeu em quadra, às críticas diretas de Joel Embiid e Doc Rivers, ao famoso treino com um celular no bolso... até a troca para os Nets, em fevereiro - sem mencionar a lesão nas costas. E ele vai voltar agora?

- Motivo nº 2: Estrelas não costumam reestrear no meio dos playoffs. É muito incomum ver estrelas voltando no meio de uma série de playoff depois de tanto tempo de inatividade. Não aconteceu na primeira temporada de Kevin Durant nos Nets, depois da primeira lesão de Klay Thompson ou nem mesmo com Derrick Rose há quase uma década. E mesmo que a lesão de Simmons seja menos grave que qualquer uma das citadas acima, uma reestreia, por um novo time e com poucos treinos são fatores que precisam ser considerados.

Motivo nº 3: O histórico em playoffs: Simmons simplesmente desapareceu ofensivamente na derrota dos Sixers para os Hawks nos playoffs de 2021, em algumas das atuações mais assombrosas que já vimos de grandes estrelas - quem não se lembra de quando ele resolveu fazer um passe em vez de ir para a enterrada num contra-ataque praticamente sem marcação? Digamos que ele esteja motivado para calar os críticos... é muito mais 'fácil' fazer isso durante uma temporada inteira do que em uma série em que ele simplesmente não poderá errar de novo - e em que TODOS os olhares estarão voltados para o que ele fizer em quadra.

Motivo nº 4: O pior cenário possível: Se ele estiver totalmente recuperado da lesão nas costas, tiver aprendido a lidar com todas as questões de saúde mental que enfrentou na Filadélfia e já esteja se sentindo bem no sistema de Steve Nash nos Nets... ele ainda vai precisar atuar pelo menos 20 minutos por jogo na maior série da 1ª rodada dos playoffs de 2022 - e uma das maiores do século. Mais que isso: será cobrado para assumir o papel de principal marcador de Jayson Tatum, que acabou de vencer o Jogo 1 com o primeiro buzzer beater da história dos Celtics em casa nos playoffs. 

Pegue um papel e faça uma lista de prós e contras. É fácil entender por que não devemos levar Ben Simmons a sério nestes playoffs.

Ben Simmons em quadra antes de Celtics x Nets nos playoffs da NBA
Ben Simmons em quadra antes de Celtics x Nets nos playoffs da NBA Getty
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Chegou a vez de Anthony Edwards na NBA

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


Anthony Edwards se tornou o 4º mais jovem da história dos playoffs da NBA com um jogo de pelo menos 35 pontos. E isso nem foi o mais impressionante na estreia do ala-armador de 20 anos na pós-temporada.

Nos 36 pontos que fez durante a vitória dos Timberwolves sobre os Grizzlies no Jogo 1, Edwards mostrou o que tem mostrado em suas duas temporadas de profissional: total confiança no que é capaz de fazer. 

E é isso que o separa dos demais.

"Acho que os fãs de Memphis impulsionam meu jogo. Eles provocam muito, até as crianças. E as crianças foram as piores hoje. Tinha um de 8, 10 anos, que ficava me mandando sentar. Eu vou para me divertir, e a torcida vai fazer o que for fazer. Não deixo isso me afetar", disse Edwards depois da partida.

Edwards não se importa com a pressão. Longe disso. Ele é o tipo de jogador que cresce e que encara ambientes hostis como poucos outros da NBA consegue fazer. O tipo de coisa que os grandes na história tiveram: uma confiança inconsciente combinada com um talento geracional.

Chegou a vez de Ant-Man.

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Os palpites para todos os confrontos da 1ª rodada dos playoffs da NBA

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


Os playoffs da NBA finalmente vão começar!

Ou seja... É hora de palpitar como serão os oito duelos da 1ª rodada da pós-temporada.

Conferência Leste

#1 Miami Heat x #8 Atlanta Hawks - Palpite: Heat em 7

A reta final da temporada do Heat não foi das melhores e ficou marcada mais pela briga que deixou Erik Spoelstra maluco no banco de reservas do que pelos resultados em quadra. Miami tem mais talento que Atlanta, mas o que Trae Young fez nos playoffs da temporada passada foi o bastante para mostrar que o time pode - pelo menos - incomodar na primeira rodada.

#2 Boston Celtics x #7 Brooklyn Nets - Palpite: Celtics em 6

Kyrie vai reencontrar os Celtics e os fãs em Boston, o que já é o bastante para fazer desta a série mais interessante da primeira rodada dos playoffs. Mas a verdade é que os Nets não têm conjunto o bastante para bater de frente com o melhor time do Leste em 2022 e a melhor defesa da NBA.

#3 Milwaukee Bucks x #6 Chicago Bulls - Palpite: Bucks em 5

Os Bulls fizeram barulho, tiveram um grande começo de temporada, mas absolutamente tudo deu errado depois do All-Star. E, do outro lado, os Bucks de Giannis Antetokounmpo são a grande força do Leste nos playoffs - em busca do bicampeonato. Vencer um jogo já é lucro para Chicago.

#4 Philadelphia 76ers  x #5 Toronto Raptors - Palpite: 76ers em 7

De um lado, um time. Do outro, Joel Embiid. A dupla com James Harden simplesmente não empolgou na prática, mas o talento de um dos favoritos ao MVP deve ser suficiente para Philadelphia.

Durant e Tatum durante Celtics x Nets na NBA
Durant e Tatum durante Celtics x Nets na NBA Getty

Conferência Oeste

#1 Phoenix Suns x #8 New Orleans Pelicans - Palpite: Suns em 4

Os Suns vão chegar às Finais da NBA pelo segundo ano seguido, e não serão os Pelicans, ainda mais sem Zion Williamson, que vão atrapalhar o caminho de Devin Booker e Chris Paul - um dos times mais completos e prontos da liga na última década.

#2 Memphis Grizzlies x #7 Minnesota Timberwolves - Palpite: Grizzlies em 5

Os Grizzlies só têm uma grande estrela, mas o elenco ao redor de Ja Morant garantiu Memphis em alta apesar das lesões do armador - foram 20 vitórias e só 5 derrotas no período sem Morant em quadra. Os Wolves passaram pelo play-in, mas se Karl-Anthony Towns repetir o que fez contra os Clippers, a série não vai durar muito tempo.

#3 Golden State Warriors x #6 Denver Nuggets - Palpite: Warriors em 6

Warriors e Nuggets dependem totalmente dos possíveis retornos de suas estrelas nos playoffs. Golden State deve ter Stephen Curry desde o primeiro jogo, e Denver ainda pode pensar em contar com o retorno de Jamal Murray - mas o elenco dos Nuggets ao redor de Nikola Jokic não é bom o suficiente para fazer com que os Warriors corram risco.

#4 Dallas Mavericks x #5 Utah Jazz - Palpite: Mavericks em 7

Luka Doncic está fora de pelo menos um jogo da série, e o Jazz, mesmo tendo tido uma temporada decepcionante, pode causar problemas para Dallas - principalmente, claro, enquanto Doncic estiver fora de quadra. Mas, quando o esloveno voltar, as chances de Utah vão acabar - assim como deve acontecer com a parceria entre Donovan Mitchell e Rudy Gobert.






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A temporada 2021/2022 é a maior vergonha da história do Los Angeles Lakers

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

O Los Angeles Lakers é, indiscutivelmente, a maior franquia da NBA, ao lado de seu arquirival Boston Celtics. São 17 títulos e 32 participações em Finais. Dos 10 maiores pontuadores da história da NBA, 6 vestiram dourado e roxo em algum momento de suas carreiras. A história tão rica dos Lakers foi manchada nesta terça-feira e ficou claro: a temporada 2021/2022 é a maior vergonha em 75 anos de franquia.

Com a derrota para o Phoenix Suns por 121 a 110, o Los Angeles Lakers, com 3 jogos de antecedência, confirmou que não ficará nem entre os 10 melhores da Conferência Oeste e sequer jogará o play-in neste ano. A equipe formada por LeBron James, Anthony Davis, Russell Westbrook, Carmelo Anthony e companhia foi um desastre desde novembro.

Aliás, até antes. Durante a intertemporada, os Lakers chegaram a ter um acordo verbal para que DeMar DeRozan jogasse na equipe. LeBron, então, começou a conversar com Russell Westbrook e Los Angeles decidiu ir com o armador, que estava nos Wizards, de acordo com Magic Johnson.  Westbrook se transformou em um dos jogadores mais odiados da história da franquia, enquanto DeRozan desfruta de uma de suas melhores temporadas em Chicago.

Para trazer o camisa 0, que tem um contrato de U$ 44 milhões garantidos nesta temporada e mais U$ 47 milhões garantidos na próxima, os Lakers tiveram que abrir mão de jogadores importantes da rotação como Alex Caruso e Kentavious Caldwell-Pope.

Além disso, uma possível troca por Buddy Hield, que já estava acertada, foi pelos ares. Com isso, Los Angeles montou um elenco disfuncional, com diversos nomes que são úteis individualmente, mas que claramente não funcionaram em conjunto.

A temporada 2021/2022 é a mair vergonha da história dos Lakers
A temporada 2021/2022 é a mair vergonha da história dos Lakers Getty Images

Apesar disso, o "hype" antes da temporada era imenso. Afinal de contas, você tem uma base com LeBron James, Anthony Davis e Russell Westbrook, o que deveria ser o suficiente para o time, ao menos, brigar nas cabeças.

Antes da bola subir, as apostas eram até de que os Lakers teriam 60 vitórias na temporada. O resultado final: atualmente, são 31 vitórias e 48 derrotas, o que seria a 8ª pior campanha da história da franquia e a pior desde 2016/2017, quando um time cheio de calouros e reconstrução conseguiu apenas 26 vitórias.

A diferença era que, naquela época, essa era a expectativa dos torcedores. Em 2021/2022, o fã dos Lakers entrou com esperanças de ser campeão e sequer verá seu time jogar depois da segunda semana de abril. Em 75 anos de franquia, nunca uma equipe prometeu tanto e entregou tão pouco.

Até mesmo o time disfuncional de Kobe Bryant, Dwight Howard e Steve Nash chegou aos playoffs. LeBron e companhia sequer jogarão a pós-temporada em uma época que temos 10 vagas e, provavelmente, 3 equipes com campanha negativa conseguirão a classificação no Oeste.

A temporada 2021/2022 é a maior vergonha da história do Los Angeles Lakers e nem as lesões de LeBron e Davis justificam - o time era horripilante mesmo com os dois em quadra e o destino não seria diferente.

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O que LeBron faz aos 37 anos é simplesmente inigualável na história da NBA

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

Michael Jordan fez isso três vezes, mas nunca com o mesmo número. E nunca com a mesma idade.

A temporada de LeBron James já seria histórica só pelos feitos conquistados durante 2021-22 - o principal deles, contra os Wizards, fez do camisa 6 dos Lakers o 2º maior cestinha na história da NBA.

"Mas eu não sou um scorer", escreveu o próprio LeBron no Instagram. Brincando, ironizando, mas não mentindo.

LeBron nunca foi considerado um um dos melhores pontuadores da história da liga. Mas não por não saber pontuar e, sim, por ser tão espetacular em todas as outras áreas do basquete - não faz nem um mês que ele se tornou o único de todos os tempos com pelo menos 10 mil pontos (36.985), 10 mil assistências (10.036) e 10 mil rebotes (10.194).

LeBron em jogo dos Lakers na NBA
LeBron em jogo dos Lakers na NBA Getty

E o que Jordan tem a ver com isso?

O lendário camisa 23 dos Bulls foi cestinha da NBA com 35 anos e 72 dias em 1997-98, o mais velho na história a alcançar o feito (ele também é o 2º e o 3º no ranking). E fez isso com média de 28.7 pontos por jogo. 

Em 2022, LeBron, aos 37 anos e 82 dias, lidera a liga com média de 30 pontos por partida - número que ele só conseguiu outras duas vezes na carreira, com 21 e 23 anos. No Top 5 de mais velhos com jogos de pelo menos 50 pontos, ele aparece duas vezes: 50 contra os Wizards (37 anos e 71 dias) e 56 contra os Warriors (37 anos e 65 dias).

A temporada dos Lakers não ajuda. Nem perto disso. E LeBron vai precisar liderar um time envelhecido e fraco no play-in para conseguir chegar aos playoffs. Mas, individualmente, ele ainda não é respeitado o bastante. 

De novo: 37 anos e com média de 30 pontos por jogo.  

O que vem pela frente? Até onde ele vai? Isso só o tempo vai responder. Mas se tem uma coisa que não podemos mais fazer é duvidar de LeBron James. 

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A NFL finalmente nos entregou uma offseason de (muito) peso

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

O fã de NBA se acostumou: quando a offseason chega, é hora de ligar o alerta no Twitter para acompanhar a insana quantidade de negociações. E, ao contrário da NFL, sempre com grandes nomes no mercado.

Mas, em 2022, o fã de NFL finalmente teve a chance de entender o que é uma offseason de peso. E muito peso.

Tudo começou ainda em fevereiro, quando Tom Brady decidiu que queria passar mais tempo com Gisele e a família - mas a gente já sabe como isso terminou.

Foram 10 dias de completa loucura no mercado da NFL, e ainda não chegamos ao fim.

No dia 8, os Broncos fecharam a troca por Russell Wilson que envolveu quatro jogadores e seis escolhas de draft - a maior desde que Cowboys e Vikings negociaram 18 em 1989 no acordo que levou Herschel Walker para Minnesota.

Isso, claro, horas depois de Aaron Rodgers fechar uma renovação de quatro anos e 200 milhões de dólares.

De lá pra cá, o mercado ficou ainda mais agitado com o começo da free agency. E, ao contrário de outros anos, não vimos só algumas estrelas trocando de times. Em 2022, assim como nos acostamos na NBA, superestrelas mudaram de casa.

Os Bears trocaram Khalil Mack para os Chargers. Von Miller assinou um contrato gigantesco com os Bills. Amari Cooper foi de Dallas para Cleveland.

Davante Adams, talvez o melhor wide receiver da NFL, foi trocado pelos Packers para os Raiders e assinou por cinco anos e mais de 141 milhões de dólares.

Aaron Rodgers ficou, mas Davante Adams disse adeus para os Packers
Aaron Rodgers ficou, mas Davante Adams disse adeus para os Packers Getty

Baker Mayfield pediu para ser trocado pelos Browns - que negaram e, um dia depois, hipotecaram o futuro no acordo por Deshaun Watson que mandou três escolhas de primeira rodada (cinco no total) para os Texans. 

E, como se não fosse o bastante, deram um contrato totalmente garantido de 230 milhões de dólares para o QB que não joga desde março de 2021 e perdeu toda a temporada passada depois de receber mais de 20 denúncias de assédio sexual e conduta inapropriada. 

Paramos por aqui? Claro que não - Cleveland ainda precisa achar um time para Baker.

Seja como for, a NFL finalmente vive uma offseason que deixa o fã de futebol americano ligado e empolgado.

(E, sim, Mitchell Trubisky também foi notícia. Só não das melhores para quem torce para os Steelers).

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Inspirado ou não por CR7, Tom Brady não vai parar sem levar mais um Super Bowl para casa

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

Não parecia certo.

Quando surgiu a notícia de que Tom Brady se aposentaria da NFL, no final de janeiro, todas as informações pareciam fora de lugar. Mas, acima de tudo, a decisão não combinava com o que é Brady.

Deixar o futebol americano depois de duas vitoriosas décadas com uma derrota para o LA Rams em uma rodada divisional dos playoffs? Isso não é Tom Brady. 

Naquele dia 23 de janeiro, ele saiu em silêncio do campo. Era impossível acreditar que aqueles seriam os últimos minutos do camisa 12 na NFL. Como aceitar que o maior jogador da história do esporte se aposentaria de um jeito tão melancólico e, pior de tudo, com uma derrota?

40 dias depois, ele respondeu. 

Sim, a família é importante. A vida fora do futebol americano é importante. Mas Brady é diferente: qual outro atleta voltaria para o jogo depois de 22 anos e sete títulos dizendo que tem 'negócios a terminar'? 

O fim não seria em uma derrota longe do Super Bowl. Como sempre, ele quer mais, e o mundo da NFL é melhor com ele por perto.

Brady é sinônimo de competição - quem sabe, foi o hat-trick de Cristiano Ronaldo não o fez mudar de ideia. Ninguém chega aos 44 anos fazendo o que ele faz e ainda sendo o melhor - até mesmo Aaron Rodgers sabe que o último MVP deveria ter ido para as mãos de Brady.

Se ainda não ficou claro, ele faz questão de nos lembrar: Tom Brady não vai parar sem ter mais um Troféu Lombardi para levar para casa.

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LeBron James, 37 anos do maior e melhor de todos os tempos

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
     

Não existe discussão no mundo do esporte que eu goste mais do que LeBron James x Michael Jordan pelo posto de melhor e maior jogador de todos os tempos na NBA. Como percebido pelo título desse post, o meu lado na discussão é o do camisa 6 do Los Angeles Lakers.

Nesta quinta-feira (30), LeBron chega aos 37 anos mostrando que ainda tem (muita) lenha para queimar na NBA. Nos últimos 6 jogos, o Rei tem médias de 35 pontos, 10 rebotes e 7 assistências por partida, com 57% de aproveitamento geral e 40% para 3 pontos e 82% do lance livre. Tudo isso na sua 19ª temporada na liga.

Na história da NBA, ninguém foi tão constante quanto James. São 19 anos, no mínimo, brigando pelo posto de melhor jogador da NBA. Desde quando entrou na liga até hoje, LeBron sempre esteve presente nessa discussão. Ao longo destes 19 anos, acumulou feitos ainda mais incríveis.

Se tornou o primeiro não jogador do Boston Celtics a chegar em oito Finais consecutivas, igualando uma marca que só parecia possível na época que "a NBA era amadora e o esporte parecia até outro". LeBron é tão absurdo que consegue marcas dos anos 60 nos anos 2010. 

LeBron comemora ter chegado aos 36 mil pontos na NBA
LeBron comemora ter chegado aos 36 mil pontos na NBA Cooper Neill/NBAE via Getty Images

Nestas oito finais, venceu o título 3 vezes. Duas com o Miami Heat, uma com o Cleveland Cavaliers, essa sendo a única virada de um 3 a 1 na história das Finais e encerrando um jejum de 52 anos sem um título da cidade em qualquer um dos principais esportes americanos.

Só não ganhou ainda mais porque o Golden State Warriors decidiu juntar Stephen Curry, Draymond Green e Klay Thompson com Kevin Durant para conseguir parar LeBron, mais ou menos parecido com o que fazem os Vingadores com o Thanos.

Se mudou para Los Angeles e conquistou um título com os Lakers em uma situação sem precedentes como a pandemia e a bolha. Com isso, venceu a NBA por três franquias diferentes, sendo MVP das Finais em todos os títulos, algo inédito na liga.


         
     

Além disso, LeBron atualmente se encontra na terceira colocação na lista de maiores cestinhas da história da NBA, com 36038 pontos, e pode, tranquilamente, encerrar a carreira na frente de Kareem Abdul-Jabbar e na liderança histórica. E isso que pontuar nem é a grande prioridade de James ao longo de sua carreira.

LeBron também já é o único da história da NBA a ter pelo menos 35 mil pontos, 9 mil rebotes e 9 mil assistências na carreira. E deve encerrar sua trajetória com mais de 10 mil nas duas categorias, o que lhe deixaria no top 10 de ambos. 


Ou seja, James pode acabar a carreira como o maior cestinha e no top 10 de assistências e rebotes da história da liga. Um testemunho à grandeza e ao quão completo é o camisa 6. 

Por último, e não menos importante, LeBron James foi o único jogador da história que obrigou Michael Jordan a tirar do armário fitas que estavam guardadas há 2 décadas para produzir um documentário e relembrar as pessoas o seu tamanho por, finalmente, ter visto seu trono realmente ameaçado. 

Vida longa ao Rei e que a gente possa seguir desfrutando por ainda mais tempo.

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Corrida pelo MVP #8 - Curry finalmente domina o Natal, dupla dos Bulls volta e a chegada dos Cavs

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


O ano está acabando, e chegou a hora da última Corrida pelo MVP da NBA em 2021!

Curry superou os problemas de Natal para liderar os Warriors, Jokic continua com números surreais, a dupla dos Bulls está de volta, e Cavs e Jazz aparecem no Top 10 pela primeira vez!


1 - Stephen Curry - Warriors

Estatísticas: 27.9 pontos, 5.9 assistências e 5.3 rebotes
Campanha:  27-6
Ranking anterior: #1

Melhor campanha da NBA, sete vitórias nos últimos nove jogos... Curry tem todos os argumentos possíveis para seguir na liderança do ranking. Na última semana, três vitórias e médias de 36.3 pontos e 5.7 bolas de três feitas por partida - incluindo os 33 pontos no Natal contra os Suns, a primeira vez que Curry superou a marca de 20 pontos em nove jogos pela rodada especial do 25 de dezembro.

2 - Kevin Durant - Nets 

Estatísticas: 29.7 pontos, 7.9 rebotes e 5.9 assistências
Campanha: 22-9
Ranking anterior: #2

Durant é mais uma estrela afastada pela Covid, e o camisa 7 não joga desde 16 de dezembro - os Nets perderam um jogo e ganharam o outro sem ele. Mas olhando as quatro partidas que ele fez antes de ser afastado (37.5 pontos, 9 rebotes e 8.5 assistências), fica claro que KD ainda merece o 2º lugar.

3 - Nikola Jokic - Nuggets 

Estatísticas: 25.9 pontos, 13.8 rebotes e 7.2 assistências
Campanha: 16-16
Ranking anterior: #3

Os Nuggets podem não ser o time que esperávamos, mas Jokic... Foram 29 pontos e 21 rebotes na derrota para os Hornets, seguidos por 26 pontos e 22 rebotes na vitória sobre os Clippers. 

4 - DeMar DeRozan - Bulls 

Estatísticas: 26.7 pontos, 5.1 rebotes e 4.2 assistências
Campanha: 20-10
Ranking anterior: #6

Os Bulls têm a 5ª melhor campanha da NBA e estão 10 jogos acima dos 50% pela primeira vez desde 2017. E DeRozan já colocou o nome de vez na lista de grandes estrelas da temporada. São três vitórias seguidas para Chicago, com o camisa 11 tendo médias de 29.3 pontos e 5 assistências.

5 - Giannis Antetokounmpo - Bucks

Estatísticas: 27.4 pontos, 11.6 rebotes e 5.8 assistências
Campanha: 22-13
Ranking anterior: #4

Giannis ficou 10 dias longe das quadras por conta da Covid, mas voltou fazendo o que faz de melhor: dominando. Foram 36 pontos, 12 rebotes e 5 assistências na vitória sobre os Celtics no Natal - e ele deve voltar para o Top 4 no próximo ranking.

6 - Chris Paul - Suns 

Estatísticas: 14.6 pontos, 9.9 assistências e 4.0 rebotes
Campanha: 26-6
Ranking anterior: #5

Os Suns ganharam 5 dos últimos 6 jogos - agora com Devin Booker de volta. Nesta sequência, Chris Paul liderou o time dono da 2ª melhor campanha da NBA com médias de 16.8 pontos e 8.8 assistências.

7 - Donovan Mitchell - Jazz

Estatísticas: 25.4 pontos e 5.0 assistências e 3.8 rebotes
Campanha: 23-9
Ranking anterior: Fora do Top 10

O Jazz segue a mesma receita dos últimos anos: ótimo rendimento da equipe e liderança de Mitchell e Rudy Gobert. Com a terceira melhor campanha da NBA, o time venceu as últimas três partidas, e Mitchell teve médias de 27.3 pontos, 5.3 assstências e 4.7 rebotes na sequência.

8 - Darius Garland - Cavaliers

Estatísticas: 19.5 pontos, 7.3 assistências e 3.0 rebotes
Campanha: 20-13
Ranking anterior: Fora do Top 10

Os Cavs têm a 5ª melhor campanha do Leste - à frente de 76ers e Celtics, por exemplo. E quem poderia esperar isso de um time jovem, sem grandes estrelas e que perdeu Collin Sexton? A dupla Garland-Jarrett Allen é o grande motivo, e o armador tem sido o cara de Cleveland - com médias de 20.1 pontos e 7.4 assistências na sequência de sete vitórias nos últimos oito jogos do time.

9 - LeBron James - Lakers

Estatísticas: 27.4 pontos,  6.8 rebotes e 6.5 assistências
Campanha: 16-18
Ranking anterior: 8

As médias de LeBron nos últimos jogos são espetaculares: 31.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.2 assistências. Mas a campanha dos Lakers no mesmo período? Nenhuma vitória e cinco derrotas - e indo de mal a pior.

10 - Zach LaVine - Bulls

Estatísticas: 26.3  pontos, 5.3  rebotes e 4.3 assistências 
Campanha: 20-10
Ranking anterior: 9

LaVine é o parceiro perfeito de DeRozan nos Bulls, e ele só aparece no décimo lugar por ter ficado 15 dias sem jogar por conta da Covid. Em seu retorno, 32 pontos na vitória sobre os Pacers em Chicago.

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Corrida pelo MVP #8 - Curry finalmente domina o Natal, dupla dos Bulls volta e a chegada dos Cavs

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Corrida pelo MVP #7 - Curry faz história, Durant doutrina e LeBron volta para a conversa

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


A semana da NBA se resume em Stephen Curry.

O armador dos Warriors quebrou o recorde de Ray Allen e se tornou o jogador com mais bolas de três na história - e ele finalmente concordou com quem o chama de maior arremessador de todos os tempos.

E, claro, Steph continua no topo da Corrida pelo MVP.


1 - Stephen Curry - Warriors

Estatísticas: 26.9 pontos, 6.1 assistências e 5.5 rebotes
Campanha:  23-5
Ranking anterior: #1

Foram três jogos na semana, e a pressão do recorde claramente atrapalhou o rendimento de Curry. Mas isso importa? NÃO! Steph superou Ray Allen e se tornou o jogador com mais bolas de três na história da NBA - e segue no topo do ranking pelo MVP.

2 - Kevin Durant - Nets 

Estatísticas: 29.6 pontos, 7.8 rebotes e 5.8 assistências
Campanha: 20-8
Ranking anterior: #2

'Vocês sabem quem eu sou. Eu sou Kevin Durant.' Quem não lembra de quando KD disse isso aos repórteres durante uma coletiva? Bom, na última semana, ele foi Kevin Durant: médias de 38.7 pontos, 8.7 assistências, 8.3 rebotes e um jogo de 51 pontos contra os Pistons. E, sim, os Nets venceram os três jogos que fizeram neste período.

3 - Nikola Jokic - Nuggets 

Estatísticas: 26.6 pontos, 13.6 rebotes e 7.5 assistências
Campanha: 14-14
Ranking anterior: #6

Foram quatro jogos na semana, com duas vitórias e duas derrotas. Mas o que Jokic faz é grande demais pra ser ignorado: médias de 28 pontos, 14.8 rebotes, 9.5 assistências, 1.8 roubos e 1 toco por jogo. É o atual MVP correndo atrás de seu segundo prêmio seguido.

4 - Giannis Antetokounmpo - Bucks

Estatísticas: 27.0 pontos, 11.6 rebotes e 5.8 assistências
Campanha: 19-11
Ranking anterior: #3

São três vitórias em quatro jogos na semana - a última delas, sem Giannis, que é um dos afastados das quadras pelo protocolo de Covid. Nas três partidas que fez durante a semana, médias de 27 pontos, 11.7 rebotes e 6.3 assistências para o grego.

5 - Chris Paul - Suns 

Estatísticas: 14.6 pontos, 10.3 assistências e 4.0 rebotes
Campanha: 22-5
Ranking anterior: #5

Três jogos, duas vitórias e uma derrota na semana para os Suns de CP3, que continua com números muito sólidos na temporada. Nas três partidas anteriores, Chris Paul fez dois duplos-duplos, inclusive um de 24 pontos e 14 assistências - além de 8 rebotes - na vitória sobre os Blazers de Damian Lillard.

6 - DeMar DeRozan - Bulls 

Estatísticas: 26.4 pontos, 5.3 rebotes e 4.1 assistências
Campanha: 17-10
Ranking anterior: #4

DeMar não joga desde 4 de dezembro, sua última partida antes de ser afastado pela Covid. O retorno deve acontecer neste domingo, contra os Lakers, e seu lugar no Top 10 é garantido pelo que fez nos primeiros meses de temporada.

7 - Trae Young - Hawks

Estatísticas: 27.0 pontos, 9.3 assistências e 4.1 rebotes
Campanha: 14-14
Ranking anterior: 8

Os Hawks venceram só uma das três partidas que fizeram na semana, mas Trae segue em altíssimo nível: 33.3 pontos e 7,7 assistências neste período, com um jogo de 41 pontos e 9 assistências na derrota para os Rockets.

8 - LeBron James - Lakers

Estatísticas: 26.1 pontos,  5.9 rebotes e 6.9 assistências
Campanha: 16-13
Ranking anterior: Fora do Top 10

O PAPAI está de volta! As lesões atrapalharam muito a temporada, mas desde que voltou, LeBron continua mandando na NBA: são oito vitórias em 11 jogos e médias de 26.8 pontos, 6.9 assistências e 6.2 rebotes nesta sequência.

9 - Zach LaVine - Bulls

Estatísticas: 26.0  pontos, 5.3  rebotes e 4.2 assistências 
Campanha: 17-10
Ranking anterior: 7

Assim como DeRozan, LaVine também está no protocolo de Covid e só jogou uma vez na semana: 33 pontos na derrota para o Heat em Miami. E como também vale para seu colega de time, o ala fez o bastante para merecer seu lugar no Top.

10 - Joel Embiid - 76ers 

Estatísticas: 23.8 pontos e 11.0 rebotes e 4.2 assistências
Campanha: 15-14
Ranking anterior: 9

A semana dos Sixers ficou longe de ser das melhores: só uma vitória (contra os Warriors) em quatro jogos. Embiid atuou três vezes e teve médias de 20.7 pontos, 10.7 rebotes e aproveitamento ruim de 42,6% nos arremessos.


Os próximos 10:  Luka Doncic, Paul George, Ja Morant, Jimmy Butler, Donovan Mitchell, Bradley Beal, LaMelo Ball, Rudy Gobert, Karl-Anthony Towns, James Harden

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Corrida pelo MVP #7 - Curry faz história, Durant doutrina e LeBron volta para a conversa

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Corrida pelo MVP #6 - Indiscutível, Curry lidera e fica cada vez mais perto do recorde de Ray Allen

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


A história está perto de ser reescrita na NBA: Stephen Curry conta os dias - e os arremessos - para quebrar o recorde de bolas de três de Ray Allen.

Uma lesão atrapalhou Giannis, Durant teve semana abaixo da média, e DeRozan precisou ser afastado pela Covid. Ou seja: Steph é mais líder do que nunca!


1 - Stephen Curry - Warriors

Estatísticas: 27.5 pontos, 6.3 assistências e 5.5 rebotes
Campanha:  21-4
Ranking anterior: #1

Cinco para empatar, seis para ultrapassar. Steph Curry está perto de superar Ray Allen e quebrar o recorde de mais bolas de três feitas na história da NBA. E a última semana foi mais uma daquelas para o camisa 30: três vitórias em quatro jogos e médias de 25.8 pontos, 5 assistências e SEIS bolas de três convertidas.

2 - Kevin Durant - Nets 

Estatísticas: 28.4 pontos, 7.7 rebotes e 5.4 assistências
Campanha: 17-8
Ranking anterior: #3

São duas vitórias e duas derrotas para os Nets na semana - a última delas sem Durant. Com o camisa 7 em quadra, Brooklyn venceu os Wolves e os Mavs, e KD teve médias de 27.3 pontos e 9 rebotes.

3 - Giannis Antetokounmpo - Bucks

Estatísticas: 27.0 pontos, 11.6 rebotes e 5.7 assistências
Campanha: 16-10
Ranking anterior: #2

Um problema no tornozelo direito tirou Giannis de dois jogos na semana em que ele completou 27 anos de idade - uma vitória e uma derrota dos Bucks. O atual MVP das Finais voltou e ganhou o jogo contra os Cavs em casa, mas saiu de Miami derrotado pelo Heat - e com média de 21 pontos e 9 rebotes nas duas partidas.

4 - DeMar DeRozan - Bulls 

Estatísticas: 26.4 pontos, 5.3 rebotes e 4.1 assistências
Campanha: 17-9
Ranking anterior: #5

O Jogador da Semana no Leste só poderia ser DeMar DeRozan. E é difícil pensar em uma contratação melhor do que ele na última offseason. Os Bulls venceram três jogos seguidos com o camisa 11 tendo médias de 30.3 pontos, 5.7 rebotes e aproveitamento de 58,7% - mas a sequência foi interrompida quando DeRozan acabou afastado por testar positivo para Covid.

5 - Chris Paul - Suns 

Estatísticas: 14.6 pontos, 10.1 assistências e 4.0 rebotes
Campanha: 20-4
Ranking anterior: #4

Atenção: os Suns perderam um jogo! A sequência invicta que começou em outubro chegou ao fim no dia 3 de dezembro, contra os Warriors. Mas, na semana, os Suns venceram os outros dois jogos que fizeram, e Chris Paul comandou o time que ainda não tem Devin Booker com médias de 15 pontos e 10 assistências.

6 - Nikola Jokic - Nuggets 

Estatísticas: 26.3 pontos, 13.4 rebotes e 7,1 assistências
Campanha: 12-12
Ranking anterior: #7

Três jogos e duas vitórias na semana para os Nuggets, que começam a encontrar um bom nível na temporada depois dos problemas físicos de Jokic. Nesta sequência, o atual MVP fez o que costuma fazer: incríveis 29.3 pontos, 11.3 rebotes e 10.3 assistências.

7 - Zach LaVine - Bulls

Estatísticas: 25.8  pontos, 5.2  rebotes e 4.2 assistências 
Campanha: 17-9
Ranking anterior: Fora do Top 10

Os Bulls são a história da temporada no Leste, e LaVine finalmente aparece no Top 10 depois de mais uma grande semana - com uma sequência de quatro vitórias em que o ala-armador precisou crescer, principalmente depois de DeMar DeRozan ser afastado pela Covid. Neste período, LaVine teve médias de 28.8 pontos, 6 rebotes e 6 assistências e liderou uma vitória impressionante sobre os Nuggets de Nikola Jokic.

8 - Trae Young - Hawks

Estatísticas: 26.3 pontos, 9.4 assistências e 4.0 rebotes
Campanha: 13-12
Ranking anterior: 9

Os Hawks perderam o bom momento que viviam com duas derrotas nos últimos três jogos, mas Trae continua entregando. Neste período, foram três duplos-duplos seguidos - quatro se contarmos a semana anterior - e médias de 26.3 pontos e 12 assistências.

9 - Joel Embiid - 76ers

Estatísticas: 24.5 pontos e 11.1 rebotes e 4.3 assistências
Campanha: 14-11
Ranking anterior: Fora do Top 10

Embiid está oficialmente de volta na briga - e quando saudável, não há muitos melhores do que ele. O pivô tem médias de 29 pontos e 13.3 rebotes nos seis jogos que fez desde seu retorno às quadras, e os 76ers venceram as últimas três partidas que fizeram.

10 - Jimmy Butler - Heat  

Estatísticas: 22.8 pontos, 5.8 rebotes e 5.2 assistências
Campanha: 15-11
Ranking anterior: #6

Butler voltou a sofrer com a lesão no cóccix e só jogou uma vez na semana - 10 pontos na derrota para os Grizzlies. Mas a importância dele para um dos times mais fortes da NBA é o bastante para mantê-lo no Top 10... por enquanto.

Os próximos 10:  Luka Doncic, Paul George, Ja Morant, Anthony Davis, Donovan Mitchell, Bradley Beal, LaMelo Ball, Rudy Gobert, Karl-Anthony Towns, James Harden

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Corrida pelo MVP #6 - Indiscutível, Curry lidera e fica cada vez mais perto do recorde de Ray Allen

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Corrida pelo MVP #5 - Curry lidera em (mais uma) semana quente de CP3 e Antetokounmpo

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


São 17 vitórias seguidas para os Suns na NBA, e Chris Paul colou de vez nos líderes do ranking!

Mas CP3 chega com Giannis Antetokounmpo, que também lidera os Bucks em alta e entra na briga pelo prêmio.


1 - Stephen Curry - Warriors

Estatísticas: 27.8 pontos, 6.6 assistências e 5.7 rebotes
Campanha:  18-3
Ranking anterior: #1

Depois de sete vitórias consecutivas, os Warriors perderam para os Suns - o jogo e a melhor campanha da NBA. Em três jogos na semana, Curry teve médias de 25.7 pontos e acertou 5.3 bolas de três por partida. Tudo isso apesar de ter feito uma das piores partidas de sua carreira com 12 pontos e só 4 acertos em 21 arremessos contra Phoenix.

2 - Giannis Antetokounmpo - Bucks

Estatísticas: 27.6 pontos, 11.8 rebotes e 6.0 assistências
Campanha: 14-8
Ranking anterior: #3

Kevin Durant só não é mais o 2º no ranking por motivos de... Giannis Antetokounmpo. Os Bucks venceram os últimos oito jogos e, em três partidas na semana, o MVP das Finais teve médias de 30 pontos, 12.7 rebotes e 6.3 assistências, além do aproveitamento de 67,3% nos arremessos.

3 - Kevin Durant - Nets 

Estatísticas: 27.1 pontos, 7.5 rebotes e 5.6 assistências
Campanha: 15-6
Ranking anterior: #2

Depois de uma sequência de quatro vitórias, os Nets perderam para os (hoje) imbatíveis Suns apesar dos 39 pontos de KD. No segundo jogo que fizeram na semana, vitória contra os rivais Knicks com 27 pontos do camisa 7.

4 - Chris Paul - Suns 

Estatísticas: 14.5 pontos, 10.1 assistências e 4.2 rebotes
Campanha: 18-3
Ranking anterior: #4

A melhor campanha da NBA é do Phoenix Suns - que não perde desde 27 de outubro. São 17 vitórias seguidas para o time de Chris Paul, que comandou o time até mesmo sem Devin Booker contra os Warriors de Stephen Curry. Na três vitórias da semana, foram médias de 17 pontos, 8.7 rebotes, 6 assistências e 2 roubos de bola.

5 - DeMar DeRozan - Bulls 

Estatísticas: 25.9 pontos, 5.2 rebotes e 4.2 assistências
Campanha: 14-8
Ranking anterior: #5

Os Bulls passaram pela primeira turbulência da temporada na semana passada. E na atual, o time voltou a jogar bem - com vitória sobre Magic, por 35 pontos, e Hornets, por 14. DeRozan teve boas médias de 26.3 pontos e 5.7 rebotes nesta sequência.

6 - Jimmy Butler - Heat 

Estatísticas: 23.6 pontos, 5.8 rebotes e 5.3 assistências
Campanha: 13-9
Ranking anterior: #6

Jimmy Butler fez o que costuma fazer ao reencontrar os Bulls em Chicago: 18 pontos, 5 assistências e 5 roubos de bola na vitória do Heat. Sem ele, Miami perdeu as duas outras partidas que fez na semana.

7 - Nikola Jokic - Nuggets 

Estatísticas: 25.7 pontos, 13.8 rebotes e 6.4 assistências
Campanha: 10-11
Ranking anterior: #9

Os Nuggets perderam dois dos três jogos da semana - e os últimos dois com Jokic de volta. O atual MVP retornou no esperado duelo contra o Heat, semanas depois da briga com Markieff Morris. E com os irmãos na arquibancada, foram 24 pontos, 15 rebotes e 7 assistências na vitória de Denver que acabou em festa numa balada de Miami.

8 - Luka Doncic - Mavericks 

Estatísticas: 25.6  pontos, 7.9 rebotes e 8.6 assistências 
Campanha: 11-9
Ranking anterior: #8

Em três jogos na semana, os Mavericks venceram apenas uma vez. Doncic, que teve um triplo-duplo na derrota para os Cavaliers, conseguiu médias de 28.7 pontos, 11.3 assistências e 6 rebotes neste período.

9 - Trae Young - Hawks

Estatísticas: 26.3 pontos, 9.1 assistências e 3.8 rebotes
Campanha: 12-10
Ranking anterior: Fora do Top 10

Foram duas vitórias em três jogos na semana - e 8 nos últimos 10 para os Hawks. E Trae Young, 4º cestinha da NBA e 3º com maior média de assistências, finalmente estreia no ranking depois de conseguir médias de 32.3 pontos e 9 assistências na semana.

10 - Paul George - Clippers 

Estatísticas: 25.9 pontos e 7.3 rebotes e 5.1 assistências
Campanha: 11-11
Ranking anterior: #7

Os Clippers venceram só um dos quatro jogos que fizeram na semana, e Paul George atuou três - o rendimento do camisa 13 também não foi dos melhores, principalmente na única vitória do time: 12 pontos e 5 de 19 nos arremessos contra os Pistons.

Os próximos 10: Ja Morant, Anthony Davis, Donovan Mitchell, Joel Embiid, Bradley Beal, LaMelo Ball, Rudy Gobert, Karl-Anthony Towns, Zach LaVine, Devin Booker

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Corrida pelo MVP #5 - Curry lidera em (mais uma) semana quente de CP3 e Antetokounmpo

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O Los Angeles Lakers é o time mais frustrante da NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

Frustante. Essa é a única palavra possível de ser usada para descrever o Los Angeles Lakers na temporada 2021/2022 da NBA até aqui.

Que a montagem do elenco passou de longe de ser a ideal, qualquer um já sabia. Ainda assim, os Lakers não deveriam estar com 10 vitórias e 11 derrotas e na 7ª colocação da Conferência Oeste.

Muito menos, os Lakers não deveriam perder por 141 a 137 para o Sacramento Kings depois de 3 prorrogações, como foi na madrugada de sexta para sábado. Ao menos, não da maneira que foi.

Faltando 10 minutos para o fim do tempo regulamentar, Los Angeles liderava por 13 pontos, jogando em casa. Quando o relógio marcava 3 minutos restantes, os Lakers estavam 3 pontos atrás.

O jogo com Sacramento passa longe de ser o grande problema de LeBron James e companhia na temporada, mas é um belíssimo resumo de tudo que vem de acontecendo de errado no lado roxo e dourado da Cidade dos Anjos.

O primeiro detalhe que chama a atenção é a capacidade da equipe de jogar fora lideranças grandes. Com o revés para os Kings, os Lakers chegaram a sua 7ª derrota em jogos que lideraram por 10 ou mais pontos em algum momento da partida. É a pior marca de toda a liga, ao lado do Cleveland Cavaliers.

Muito disso se dá por conta dos problemas ofensivos dos Lakers. Tem sido bastante comum ver a equipe estagnar e ficar 3, 4, 5 minutos sem pontuar dentro de uma partida. Normalmente, as equipes tem uma bola de segurança nessas horas que serve como desafogo e traz os times de volta aos jogos.

LeBron durante jogo dos Lakers
LeBron durante jogo dos Lakers Robert Gauthier/Los Angeles Times via Ge

Os Lakers parecem que são alérgicos às melhores jogadas possíveis. Anthony Davis e LeBron James são dois dos melhores pontuadores da liga ao redor do aro e, ainda assim, insistem em tentar pontuar longe dele nas horas cruciais.

No jogo contra os Kings, por exemplo, a dupla combinou para 18 arremessos dentro da área pintada de Sacramento e converteu 12. Além disso, foram 18 arremessos para 3 pontos e apenas 2 convertidos - ambos de LeBron -, e mais 11 arremessos de média distância, a jogada "patinho feio" da NBA atual.

No tempo regulamentar, os Lakers tiveram a bola na mão para fecharem a partida e saírem com a vitória. O arremesso? Uma bola de 3 forçada de LeBron James após 10 segundos de isolação e nenhum movimento dos outros 4 jogadores que estavam em quadra.

Na 1ª prorrogação, Hield empatou o jogo faltando 4 segundos, LeBron teve que forçar outra bola de 3 e errou. O arremesso que colocou Los Angeles na frente antes da bola de Buddy foi, pasmem, uma bandeja de Anthony Davis.


         
    

Davis faz cesta faltando 9 segundos para o fim da prorrogação; VEJA

Na 2ª prorrogação, os Lakers tiveram a bola na mão para empatar, LeBron bateu para dentro e, pasmem, destruiu a defesa na força física e fez uma bandeja fácil.


         
    

LeBron empata faltando 24 segundos, Kings desperdiçam jogada e jogo vai para 3ª prorrogação

Na 3ª prorrogação, mais um ataque estagnado, tomando decisões erradas, sequer tentando envolver Russell Westbrook que, ao lado de Malik Monk, foi o principal responsável por manter os Lakers vivos no tempo normal, e os Lakers sequer tiveram chance de vencer.


         
    

LeBron bate para dentro, consegue 2 pontos e a falta na 3ª prorrogação e sai provocando; VEJA

Constantemente, os Lakers têm tido problemas para fechar os jogos que estão disputados até o final. Soma-se isso a uma falta de intensidade na defesa em momentos cruciais e outros problemas como Anthony Davis se recusando a jogar de pivô e o time vira um poço de frustração para seu torcedor.

Talvez não seja um elenco para bater de frente com os principais candidatos ao título, mas certamente está muito longe de ser um time com dificuldades para ir aos playoffs em um Oeste menos disputado que em anos anteriores.

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O Los Angeles Lakers é o time mais frustrante da NBA

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Corrida pelo MVP #4 - CP3 voando com os Suns e o despertar de Giannis nos Bucks

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

O Phoenix Suns de Chris Paul é o time mais quente da NBA!

Mas CP3 não é o único que está voando na temporada. Os Bucks de Giannis finalmente acordaram, sem falar de Curry com os Warriors, que continuam vencendo e esfregam as mãos com o retorno de Klay Thompson.


1 - Stephen Curry - Warriors

Estatísticas: 28.2 pontos, 6.8 assistências e 5.8 rebotes
Campanha:  16-2
Ranking anterior: #1

Mais uma semana perfeita para os Warriors, com cinco vitórias seguidas e ainda a melhor campanha da NBA. Curry em quatro das cinco partidas e fez o que costuma fazer: médias de 25.7 pontos, 8 assistências e 5.3 bolas de três convertidas. E Klay Thompson está chegando...

2 - Kevin Durant - Nets 

Estatísticas: 28.1 pontos, 7.6 rebotes e 5.3 assistências
Campanha: 14-5
Ranking anterior: #2

Os Nets seguem crescendo na temporada, agora com quatro vitórias seguidas na última semana. Durant atuou em três das quatro partidas e saiu com médias de 23.7 pontos, 6.7 assistências e aproveitamento de 'apenas' 49% nos arremessos - ruim perto dos 55,6% que ele tem na temporada.

3 - Giannis Antetokounmpo - Bucks

Estatísticas: 27.2 pontos, 11.7 rebotes e 5.9 assistências
Campanha: 11-8
Ranking anterior: #7

Bem-vindos à temporada 2021-22, Bucks! Foram cinco jogos e cinco vitórias na semana, liderados, claro, por Giannis. O grego já vivia um grande ano, mas foi ainda mais eficiente na sequência positiva de Milwaukee com médias de 29 pontos, 12.6 rebotes, 5.8 assistências e 57,1% de acertos nos arremessos de quadra.

4 - Chris Paul - Suns 

Estatísticas: 14.1 pontos, 10.4 assistências e 3.9 rebotes
Campanha: 15-3
Ranking anterior: #10

Os Suns não sabem o que é perder um jogo desde 27 de outubro. De lá para cá, 14 vitórias seguidas! E Chris Paul, aos 36 anos de idade, é mais eficiente do que nunca: foram dois duplos-duplos na semana e três jogos com pelo menos 10 assistências - sem falar que, em dois deles, CP3 não cometeu nenhum turnover.

5 - DeMar DeRozan - Bulls 

Estatísticas: 25.8 pontos, 5.2 rebotes e 4.3 assistências
Campanha: 12-7
Ranking anterior: #3

Pela primeira vez na temporada, os Bulls estão em baixa. São duas vitórias e três derrotas na última semana, e as médias de DeRozan caíram durante uma sequência ruim - 22.8 pontos e aproveitamento de só 40% nos arremessos durante a o mau momento de Chicago, que teve derrota de 32 pontos para os Pacers e virada sofrida para os Rockets, pior time da NBA até agora.

6 - Jimmy Butler - Heat 

Estatísticas: 23.9 pontos, 5.9 rebotes e 5.3 assistências
Campanha: 12-7
Ranking anterior: #6

Jimmy Butler está oficialmente de volta, e o Heat continua sendo um time positivamente estável na temporada. Foram três vitórias e duas derrotas na semana, com Butler tendo médias de 24.6 pontos, 7 rebotes e 5.8 assistências enquanto acerta 52,6% dos arremessos.

7 - Paul George - Clippers 

Estatísticas: 26.4 pontos e 7.8 rebotes e 5.3 assistências
Campanha: 10-8
Ranking anterior: #5

Depois de engatarem sete vitórias em oito jogos, os Clippers tiveram uma semana ruim com apenas uma vitória em três partidas. E o rendimento de Paul George caiu junto com o restante do time: médias de 24.3 pontos, 6.3 rebotes, 6 assistências e aproveitamento de 39,1% nos últimos quatro jogos.

8 - Luka Doncic - Mavericks 

Estatísticas: 25.0  pontos, 8.4 rebotes e 8.0 assistências 
Campanha: 10-7
Ranking anterior: #8

Os Mavericks perderam três jogos seguidos sem Doncic - e voltaram a vencer quando o esloveno retornou para a quadra. Luka atuou só uma vez na semana, com 26 pontos, 9 rebotes e 9 assistências na vitória sobre os Clippers em Los Angeles.

9 - Nikola Jokic - Nuggets 

Estatísticas: 26.4 pontos, 13.6 rebotes e 6.4 assistências
Campanha: 9-9
Ranking anterior: #4

Os Nuggets perderam cinco jogos seguidos, e Jokic, lesionado, ficou de fora dos últimos três. Na semana, o Joker só atuou uma vez, quando fez 30 pontos, pegou 10 rebotes e deu 7 assistências na derrota para os 76ers.

10 - Ja Morant - Grizzlies 

Estatísticas: 25.3 pontos, 7.1 assistências e 5.8 rebotes

Campanha: 9-9
Ranking anterior: #9

Foi mais uma semana de altos e baixos para os Grizzlies, mas com Ja Morant sendo a grande figura em Memphis - exceto pelos 11 pontos que ele fez na derrota massacrante para os Timberwolves. Nos últimos quatro jogos, o armador teve médias de 23.5 pontos e 6.5 assistências, além da campanha de 2-2.

Os próximos 10: Anthony Davis, Donovan Mitchell, Joel Embiid, Bradley Beal, LaMelo Ball, Rudy Gobert, Trae Young, Karl-Anthony Towns, Zach LaVine, Devin Booker

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Corrida pelo MVP #4 - CP3 voando com os Suns e o despertar de Giannis nos Bucks

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Corrida pelo MVP #3 - Curry vence duelo direto com Durant, e Chris Paul lidera os Suns 'on fire'

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


Já temos um mês de temporada da NBA!

Curry e Durant se enfrentaram pela 1ª vez - e o armador dos Warriors levou a melhor.

Os Clippers seguem em alta com Paul George dominando, e os Suns de Chris Paul chegaram a 10 vitórias seguidas.


1 - Stephen Curry - Warriors
Estatísticas: 28.7 pontos, 6.6 assistências e 6.3 rebotes
Campanha:  12-2
Ranking anterior: #1

Foram duas vitórias e uma derrota na semana dos Warriors, que continuam com a melhor campanha da NBA - e que grandes vitórias foram: a primeira, com 40 pontos contra os empolgantes Bulls; a segunda, com 37 pontos contra os Nets de Kevin Durant. Curry segue sendo incontestável na temporada.

2 - Kevin Durant - Nets 

Estatísticas: 28.6 pontos, 7.9 rebotes e 4.9 assistências
Campanha: 11-5
Ranking anterior: #2

Os Nets estão longe de serem os Nets que todos esperavam - ainda sem Kyrie Irving e com os altos e baixos de James Harden. E se Brooklyn ainda briga pelo topo do Leste, é por causa de Durant. Foram três vitórias e uma derrota na semana, com médias de 25.8 pontos e 6 rebotes para KD. 

3 - DeMar DeRozan - Bulls 

Estatísticas: 26.6 pontos, 5.3 rebotes e 4.2 assistências
Campanha: 10-5
Ranking anterior: #4

Os Bulls tiveram campanha de 2-2 na última semana, mas estão no meio de uma viagem de cinco jogos pelo Oeste. E nas duas noites seguidas que tiveram em Los Angeles, DeRozan amassou Clippers e Lakers - 35 e 38 pontos.

4 - Nikola Jokic - Nuggets

Estatísticas: 26.1 pontos, 13.8 rebotes e 6.3 assistências
Campanha: 9-5
Ranking anterior: #5

O atual MVP continua crescendo na temporada. Em três jogos na última semana, os Nuggets venceram duas vezes, e Jokic conseguiu médias absurdas de 28.3 pontos, 14.7 rebotes e 8.3 assistências - incluindo um triplo-duplo na vitória sobre os Hawks.

5 - Paul George - Clippers

Estatísticas: 27.0 pontos e 8.2 rebotes e 5.1 assistências
Campanha: 9-5
Ranking anterior: #10

Com oito vitórias nos últimos nove jogos, os Clippers decolaram no Oeste - e graças a Paul George. Na última semana, marcada pela vitória sobre o forte Miami Heat, PG13 teve médias de 27.8 pontos e 8.3 rebotes.

6 - Jimmy Butler - Heat

Estatísticas: 24.3 pontos, 5.8 rebotes e 5.5 assistências
Campanha: 10-5
Ranking anterior: #7

Depois de uma semana fora por lesão, Jimmy Butler está de volta - e o retorno não poderia ter sido melhor. O astro do Heat fez 31 pontos, pegou 10 rebotes e deu 10 assistências na vitória sobre os Pelicans em Miami.

7 - Giannis Antetokounmpo - Bucks

Estatísticas: 28.0 pontos, 11.1 rebotes e 5.8 assistências
Campanha: 7-8
Ranking anterior: #8

Os Bucks seguem muito longe do nível que atingiram na temporada 2020-21. Na semana, depois da derrota para os Celtics sem Giannis, o atual MVP das Finais voltou com 26 pontos contra os Hawks - e Milwaukee perdeu mais uma. Mas contra os Lakers, ele dominou o duelo com Anthony Davis e liderou a vitória com surreais 47 pontos feitos em apenas 23 arremessos.

8 - Luka Doncic - Mavericks 

Estatísticas: 24.9 pontos, 8.3 rebotes e 7.9 assistências 
Campanha: 9-5
Ranking anterior: #6

Em três jogos na semana, foram duas vitórias e uma derrota dos Mavs - para um Phoenix Suns pegando fogo e sem Doncic em quadra. Luka teve média de triplo-duplo nos dois jogos que fez: 27.5 pontos, 13 assistências e 10 rebotes contra Spurs e Nuggets.

9 - Ja Morant - Grizzlies 

Estatísticas: 25.9 pontos, 7.3 assistências e 6.4 rebotes
Campanha: 7-7
Ranking anterior: #3

Os Grizzlies estão voltando ao mundo normal e perderam três dos últimos quatro jogos. O nome que segue merecendo atenção: Ja Morant. O armador fez dois duplos-duplos em três partidas da semana e conseguiu médias de 23.3 pontos, 9 rebotes e 7.3 assistências.

10 - Chris Paul - Suns

Estatísticas: 14.1 pontos, 10.5 assistências e 4.1 rebotes
Campanha: 11-3
Ranking anterior: Fora do Top 10

Depois de começarem a temporada com uma vitória em quatro jogos, os Suns somam 10 vitórias consecutivas - e, claro, com a maestria de sempre do 'Point God'. Nas 10 vitórias, CP3 teve médias de 15 pontos e 10.4 assistências, e Phoenix começa a mostrar a força que levou o time às Finais da temporada passada.


Os próximos 10: Anthony Davis, Donovan Mitchell, Joel Embiid, Bradley Beal, LaMelo Ball, Rudy Gobert, Trae Young, Karl-Anthony Towns, Zach LaVine, Devin Booker

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Corrida pelo MVP #3 - Curry vence duelo direto com Durant, e Chris Paul lidera os Suns 'on fire'

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Corrida pelo MVP #2 - Durant entra de vez na briga, mas Curry continua sendo Curry

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


Mais uma semana de NBA passou, e Stephen Curry simplesmente não para.

E enquanto os Warriors continuam passando por cima de seus adversários, Kevin Durant resolveu mostrar que o MVP não irá para as mãos de seu ex-colega de time tão facilmente assim.

Ja Morant é outro que chegou para ficar - entre as superestrelas da NBA. Isso sem falar dos Bulls, que... estão de volta!



1 - Stephen Curry - Warriors
Estatísticas: 27.4 pontos, 6.5 assistências e 6.5 assistências
Campanha:  10-1
Ranking anterior: #1

Como se a sequência de seis vitórias e a melhor campanha da NBA não fossem o suficiente, Stephen Curry nos presenteou com... um suco de Stephen Curry na noite de segunda-feira contra os Hawks. 50 pontos, 10 assistências, 7 rebotes, 9 bolas de três convertidas. Precisa falar mais alguma coisa?

2 - Kevin Durant - Nets 
Estatísticas: 29.5 pontos, 8.5 rebotes e 5.0 assistências
Campanha: 8-4
Ranking anterior: #3

Jogar na NBA não deveria ser fácil. Nada fácil. A menos que você se chame Kevin Durant. Os Nets só perderam para os Bulls na última semana, e KD passou dos 30 pontos em cinco dos últimos seis jogos - com aproveitamento de 58,8% nos arremessos. Fraco comparado aos 91,7% do próprio Durant na vitória sobre o Orlando Magic. 

3 - Ja Morant - Grizzlies 

Estatísticas: 26.5 pontos, 7.3 assistências e 5.7 rebotes
Campanha: 6-5
Ranking anterior: #7

A temporada de Ja Morant pode ser resumida no final do jogo contra os Timberwolves de segunda-feira: corte e enterrada para empatar o placar com 56s para o fim; bola de três marcada para virar 16 segundos depois. Vitória dura na prorrogação. Os Grizzlies seguem surpreendendo graças à nova superestrela da NBA.

4 - DeMar DeRozan - Bulls 

Estatísticas: 26.0 pontos, 5.8 rebotes e 3.8 assistências
Campanha: 8-3
Ranking anterior: #6

Os Bulls perderam dois jogos seguidos para os Sixers, mas demonstraram força imediatamente, batendo Nets e Mavericks na sequência. E DeRozan continua sendo o nome do time nos momentos cruciais das partidas. Sem tirar o crédito do que Zach LaVine faz, claro. Afinal, só os Bulls tem dois dos 10 principais cestinhas da temporada.

5 - Nikola Jokic - Nuggets

Estatísticas: 25.4 pontos, 13.6 rebotes e 5.7 assistências
Campanha: 7-4
Ranking anterior: #4

Os Nuggets venceram três jogos seguidos, mas a imagem da semana foi a pancada que Jokic deu em Markieff Morris que acabou com a suspensão de um jogo do atual MVP.  Olhando só para o rendimento do Joker, são três duplos-duplos e um triplo-duplo nos últimos cinco jogos - 25 pontos, 15 rebotes e 10 assistências em 33 minutos contra o Heat, quando ele fez a besteira de ir para a briga contra um dos irmãos Morris.

6 - Luka Doncic - Mavericks 

Estatísticas: 24.5 pontos, 8.0 rebotes e 7.0 assistências 
Campanha: 7-4
Ranking anterior: #5

Doncic segue sem nenhum triplo-duplo na temporada, mas o nível do Tesouro está melhorando jogo a jogo. Ele superou a marca de 30 pontos em dois dos últimos jogos e ficou a apenas dois rebotes do primeiro triplo-duplo da temporada na derrota para os Bulls. É questão de tempo até Luka retomar sua melhor forma - e os Mavs continuando vencendo mesmo assim.

7 - Jimmy Butler - Heat

Estatísticas: 23.6 pontos, 5.5 rebotes e 5.1 assistências
Campanha: 7-4
Ranking anterior: #2

Butler continua liderando o Heat, mas as três derrotas do time nos últimos quatro jogos atrapalham a posição do ala-armador no ranking. Sem falar, claro, da lesão no tornozelo que o tirou de quadra contra os Lakers depois de só 12 minutos. 

8 - Giannis Antetokounmpo - Bucks

Estatísticas: 26.6 pontos, 11.8 rebotes e 6.0 assistências
Campanha: 6-6
Ranking anterior: #8

Os atuais campeões finalmente chegaram à campanha de 50% na temporada depois das vitórias sobre os 76ers e os Knicks - na pior atuação de Giannis desde a surra sofrida para o Heat ainda em outubro. Mas ele continua sendo o ponto central de um forte time que começa a dar sinais de que vai se encaixar.


9 - Joel Embiid - 76ers 

Estatísticas: 21.4 pontos, 9.6 rebotes e 4.0 assistências
Campanha: 8-4
Ranking anterior: #9

Que fique claro: Embiid só não está no top 5 deste ranking por conta dos problemas de saúde que continuam atrapalhando o pivô dos Sixers. Em seus últimos cinco jogos, foram cinco vitórias e duas partidas com mais de 30 pontos - incluindo uma vitória sobre os fortes Bulls fora de casa com 30 pontos e 15 rebotes na melhor atuação de Embiid na temporada. Depois, o diagnóstico de Covid-19 afastou o camisa 21 das quadras.

10 - Paul George - Clippers

Estatísticas: 24.7 pontos e 11.4 rebotes
Campanha: 6-4
Ranking anterior: fora do top 10

O melhor jogador do Oeste na semana carregou os Clippers a uma sequência de cinco vitórias e ao 6º lugar no Oeste. Sem Kawhi Leonard em um futuro próximo, PG13 precisa crescer para manter o time sonhando com os playoffs - e ele fez exatamente isso para garantir sua estreia no ranking.

Os próximos 10: Anthony Davis, Donovan Mitchell, Julius Randle, Bradley Beal, LaMelo Ball, Rudy Gobert, Trae Young, Karl-Anthony Towns, Zach LaVine, Devin Booker

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Corrida pelo MVP #2 - Durant entra de vez na briga, mas Curry continua sendo Curry

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Corrida pelo MVP #1 - Curry, Butler, DeRozan e os favoritos ao prêmio no primeiro ranking

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


As duas primeiras semanas da temporada da NBA passaram voando.

E depois de cada time fazer pelo menos cinco jogos, já podemos ir para o que interessa: quem está despontando na briga pelo prêmio de MVP em 2021-22?




1 - Stephen Curry - Warriors
Estatísticas: 28.7 pontos, 7.5 assistências e 6.5 assistências
Campanha:  5-1

Enquanto Klay Thompson não volta, o show é de Stephen Curry nos Warriors. O camisa 30 é o cestinha da NBA até agora e caminha para superar Ray Allen como o jogador com mais bolas de três feitas na história da NBA - em 2021-22, ele tem média de 5.2 por jogo, a segunda maior de sua carreira. Isso sem mencionar a campanha de Golden State, que só perdeu uma vez até agora.

2 - Jimmy Butler - Heat
Estatísticas: 25.3 pontos, 7.0 rebotes e 5.5 assistências
Campanha: 5-1

Jimmy Butler merece mais respeito, nunca é demais repetir. E agora, ele lidera um Heat que está pronto para voltar às Finais da NBA - principalmente depois das chegadas de Kyle Lowry e P.J. Tucker e com o grande começo de temporada de Tyler Herro. Se Miami seguir neste ritmo, Butler com certeza estará na briga por seu primeiro MVP.


3 - Kevin Durant - Nets 
Estatísticas: 27.7 pontos, 8.9 rebotes e 5.3 assistências
Campanha: 4-3

Kyrie Irving está afastado, James Harden tenta se achar em quadra depois das mudanças que acabaram com as faltas que ele costumava cavar... mas Kevin Durant continua sendo Kevin Durant. É a primeira vez que ele tem média acima dos 27 pontos desde que deixou o OKC Thunder em 2016. E o aproveitamento de  58,3% nos arremessos é o tipo de coisa que só ele é capaz de fazer.

4 - Nikola Jokic - Nuggets
Estatísticas: 23.9 pontos, 13.7 rebotes e 5.7 assistências
Campanha: 4-3

O atual MVP começou a temporada 21-22 mostrando que poderia ser mais eficiente do que nunca: os aproveitamentos de 60,7% nos arremessos e 40,6% nas bolas de três são os melhores de sua carreira na NBA. E nem mesmo um susto com uma lesão no joelho parece atrapalhar o Joker, que comanda os Nuggets mesmo ficando apenas 30.4 minutos em quadra por partida.

5 - Luka Doncic - Mavericks 
Estatísticas: 22.5 pontos, 8.5 rebotes e 7.5 assistências 
Campanha: 4-2

Os números não são tão espetaculares quanto estávamos esperando - ou como foram as outras temporadas de Doncic na NBA. Luka vem acertando apenas 42,7% de seus arremessos e abismais 23,8% nas bolas de três. Mas ele continua ficando perto de triplos-duplos em quase todas as noites e lidera os Mavs à terceira melhor campanha do Oeste até agora.

6 - DeMar DeRozan - Bulls 
Estatísticas: 25.6 pontos, 5.7 rebotes e 4.0 assistências
Campanha: 6-1

"Ele não vai se encaixar no ataque dos Bulls. Ele é um problema defensivo. Ele está acabado". Bla. Bla. Bla. Os Bulls são a sensação do começo de temporada da NBA, e DeRozan assumiu um papel crucial ao lado de Zach LaVine: o de fechar jogos. Foram 32 pontos na vitória sobre o Jazz, seguidos de 37 na virada espetacular sobre os Celtics. Chicago continua se provando como uma das forças do Leste até agora.

7 - Ja Morant - Grizzlies 
Estatísticas: 28.3 pontos, 7.7 assistências e 5.4 rebotes
Campanha: 4-3

O assunto no Draft de 2019 da NBA tinha nome e sobrenome: Zion Williamson. Mas enquanto Zion encara lesões e críticas pela forma física, Ja Morant, a 2ª escolha daquele recrutamento, não para de evoluir. O problema eram as bolas de três? Então, resolvido. Em 2021-22, o aproveitamento é de 38,5%, o melhor da carreira do armador - assim como o de 52,4% no geral -, que faz 9.2 pontos a mais por jogo que na temporada passada e é o terceiro cestinha da NBA até então.

8 - Giannis Antetokounmpo - Bucks
Estatísticas: 27.3 pontos, 11.1 rebotes e 6.0 assistências
Campanha: 3-4

9 - Joel Embiid - 76ers 
Estatísticas: 21.0 pontos e 8.7 rebotes
Campanha: 5-2

Enquanto o futuro de Ben Simmons segue indefinido, cabe a Joel Embiid encarar lesões e liderar os Sixers mais uma vez. Os números estão abaixo do que o esperado quando se fala em Embiid, mas levando tudo em conta depois de uma offseason conturbada na Filadélfia, o pivô faz um começo de temporada sólido o bastante - e com um time que está vencendo jogos - para estar no ranking inicial.

10 - Anthony Davis - Lakers 
Estatísticas: 24.7 pontos e 11.4 rebotes
Campanha: 4-3

A temporada regular dos Lakers dificilmente será empolgante como a de outros times. Com um elenco de veteranos, o roteiro deve ser o de preservar as grandes estrelas já pensando nos playoffs. Mas para chegar lá, alguém precisa carregar o piano: e Anthony Davis vem fazendo isso. O camisa 3 vem jogando mais de 36 minutos por jogo pela 4ª vez em 10 temporadas de NBA e se tornou de vez o ponto focal dos Lakers.

Os próximos 10: Paul George, Donovan Mitchell, Julius Randle, Bradley Beal, LaMelo Ball, Rudy Gobert, Trae Young, Karl-Anthony Towns, Zach LaVine, LeBron James, Jaylen Brown

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Corrida pelo MVP #1 - Curry, Butler, DeRozan e os favoritos ao prêmio no primeiro ranking

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Giannis Antetokounmpo, o MVP das Finais da NBA, é tão incrível que é impossível defini-lo em palavras

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

Essa deve ser a quarta ou quinta versão deste texto. E a primeira que não tem nada a ver com as anteriores.

Desde que o Jogo 6 acabou, tento colocar no "papel" palavras que façam justiça ao que fez Giannis Antetokounmpo nas Finais da NBA de 2021. Mas é simplesmente impossível. Nada que eu possa escrever ser o suficiente para descrever o que vimos, principalmente do Jogo 2 em diante.

Giannis comemora com Middleton o título da NBA
Giannis comemora com Middleton o título da NBA Joe Murphy/NBAE via Getty Images

Não à toa, os números apresentados pelo grego a cada partida entravam em uma lista com nomes como Michael Jordan, Kareem Abdul-Jabbar, Shaquille O'Neal e outros dos maiores da história. Giannis já é um dos maiores da história da NBA.

Aos 26 anos, são dois MVPs (jogador mais valioso) da temporada regular, um prêmio de defensor no ano, conquistado no mesmo ano que venceu um dos MVPs, e, agora, um título e um MVP das Finais.


         
    

Antetokounmpo, o MVP das Finais: veja como foi a atuação antológica de 50 pontos do grego no Jogo 6 das Finais

Caso se aposentasse neste momento, Antetokounmpo já teria um currículo grande o suficiente para lhe colocar na discussão de melhor estrangeiro da história da liga, ainda mais considerando que Hakeem Olajuwon foi medalhista olímpico pelos Estados Unidos, mesmo tendo nascido na Nigéria.

Não faz nem um mês e a gente - e ele próprio também - pensou que a temporada do grego estava acabada quando ele foi protagonista de um momento assustador ao virar o joelho contra o Atlanta Hawks, nas finais do Leste.

Giannis não só perdeu apenas dois pontos como terminou as Finais com médias de 35,2 pontos, 13,2 rebotes, 5 assistências, 1,2 roubos de bola e 1,8 tocos por jogo com um aproveitamento de 61,8% nos arremessos.

Nada, nenhuma palavra sequer é capaz de definir o que vimos de Giannis Antetokounmpo nas Finais da NBA de 2021. Nos resta agradecer e continuar apreciando a história sendo escrita.

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Giannis Antetokounmpo, o MVP das Finais da NBA, é tão incrível que é impossível defini-lo em palavras

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Giannis Antetokounmpo, 'O Toco' das Finais da NBA e a sensação de saber que vimos a história

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

Veja, por todos os ângulos, o toco histórico de Giannis em Ayton


Nesta quarta-feira, o Milwaukee Bucks venceu o Phoenix Suns por 109 a 103 e empatou a série melhor de 7 das Finais da NBA em 2 a 2. Khris Middleton foi o cara dos Bucks com 40 pontos e Devin Booker brilhou pelos Suns com 42. Os programas imediatamente após o jogo já falavam e os de amanhã só falarão, porém, de outra coisa: O Toco.

Faltando 1:20 para o fim do jogo, Milwaukee liderava por 101 a 99 quando Devin Booker invadiu o garrafão e jogou a bola para o alto para que Deandre Ayton viesse completar a ponte aérea com uma enterrada que empataria o jogo.

Giannis dá toco em Ayton no Jogo 4 das Finais da NBA
Giannis dá toco em Ayton no Jogo 4 das Finais da NBA Joe Murphy/NBAE via Getty Images

A questão, porém, é que Giannis Antetokounmpo surgiu absolutamente do nada para dar um toco que, instantaneamente, entrou para a história.

A "Aberração Grega" fez jus ao seu apelido e esticou o braço de maneira quase sobrehumana e, no timing perfeito, evitou a enterrada do pivô dos Suns. Naquele instante, todas as milhões de pessoas assistindo ao jogo tiveram a mesma reação: "acabamos de testemunhar a história sendo escrita".


         
    

Finais da NBA: Giannis e Middleton superam atuação incrível de Booker, Bucks vencem Suns e empatam série; veja melhores momentos


Foi instantâneo. Não precisou o jogo acabar, o lance ser colocado em perspectiva e mil análises sobre ele serem feitas para a gente concluir que foi histórico. E é assim que os momentos lendários da NBA são criados: instantaneamente.

Não deu um segundo do lance de Giannis e as redes sociais já estavam tomadas por torcedores relembrando do toco de LeBron James em Andre Iguodala no Jogo 7 das Finais de 2016. Ou, então, do toco do mesmo LeBron em Splitter no Jogo 2 das Finais de 2013.

E poucas são as sensações mais incríveis no mundo do esporte do que a de saber que você está testemunhando a história. São momentos que até mesmo os torcedores do time que estão do lado "sofredor" conseguem ter noção do que acabaram de ver.

Giannis Antetokounmpo e o Milwaukee Bucks podem nem terminar com o troféu na mão - e eu sigo apostando em título do Phoenix Suns -, mas daqui 20, 30, 40, 100 anos, vamos lembrar do toco de Giannis em Ayton. E da sensação que nós tivemos ao vermos a história ser escrita.

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Giannis Antetokounmpo, 'O Toco' das Finais da NBA e a sensação de saber que vimos a história

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