Quais as perspectivas de cada time para a temporada 2021 da MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal


Três supertimes, dois deles gigantes da liga e um que nunca conquistou um título sequer. A temporada 2021 da MLB começa nesta quinta com três candidatos mais destacados ao título, Los Angeles Dodgers, New York Yankees e San Diego Padres, mas uma série de equipes têm pretensões realistas de levantar o troféu no final de outubro.

É esse o cenário para o Opening Day, mas muita coisa pode mudar ao longo da temporada. Ainda mais porque voltaremos ao calendário tradicional, com 162 jogos na temporada regular e, salvo alguma surpresa de última hora, apenas cinco times classificados aos playoffs em cada liga. Outro elemento mais conhecido é o público, que retornará gradualmente aos estádios (ainda que o Texas Rangers já tenha liberação de 100% de público em seu estádio).

Jogadores do Los Angeles Dodgers celebram a conquista da World Series em 2020
Jogadores do Los Angeles Dodgers celebram a conquista da World Series em 2020 Getty

Da temporada 2020, realizada cheia de excepcionalidades devido à pandemia, ficarão duas mudanças de regras: rodadas duplas terão jogos de apenas sete entradas e as partidas que forem a entradas extras começarão sempre com um corredor na segunda base.

Em todo esse cenário, o que cada time pode fazer? Cravar é sempre difícil na MLB, mas dá para classificar todas as equipes de acordo com suas perspectivas de início da temporada. Confira abaixo e fique ligado nas transmissões da ESPN e do Fox Sports.

LIGA AMERICANA

O FAVORITO

Dos supertimes que formavam a Liga Americana no final da década passada, o New York Yankees é o único que não conquistou nenhum título. E talvez por isso o único que continua como um supertime. O ataque continua com a potência de Aaron Judge, Gary Sánchez (que deve se recuperar de um 2020 muito ruim), Giancarlo Stanton (recuperado de lesão) e DJ LeMahieu. Além disso, o time parece ter uma rotação mais sólida que nos últimos anos, com Gerrit Cole, Corey Kluber, Jameson Taillon, Domingo Germán e Jordan Montgomery, além de Luis Severino (que deve retornar de lesão no meio da temporada). 

Yankees comemoram vitória sobre os Twins' da MLB
Yankees comemoram vitória sobre os Twins' da MLB ESPN

OS DESAFIANTES

O Chicago White Sox é visto como maior ameaça aos Yankees. A rotação tem bons nomes como Lucas Giolito, Lance Lynn e Dallas Keuchel, enquanto o ataque confia na potência de José Abreu, Yoán Moncada, Tim Anderson e Luis Robert. Além disso, contratou Liam Hendricks, um dos melhores fechadores da MLB.

Ainda assim, há quem nem veja os White Sox como o melhor time da Divisão Central. O Minnesota Twins merece muito respeito pelo seu ataque, que conta com Miguel Sanó, Nelson Cruz, Josh Donaldson, Max Kepler, Byron Buxton e Andrelton Simmons. No entanto, a rotação -- problema crônico dos Twins -- com Kenta Maeda, José Berríos, Michael Pineda, JA Happ e Matt Schoemaker ainda não parece ser capaz de segurar uma briga pela World Series. 

Quem ainda deve ser visto como ameaça é o Tampa Bay Rays. A equipe da Flórida perdeu Blake Snell e Charlie Morton, dois desfalques significativos para a rotação. Mas contrataram Michael Wacha e conseguiram Chris Archer de volta. Considerando a capacidade da comissão técnica dos Rays de tirar melhor desempenho dos arremessadores, são jogadores que podem compensar parte das perdas. Além disso, o bullpen continua o melhor da MLB e o ataque é o mesmo que levou o time ao título da Liga Americana em 2020.

CORREM POR FORA

Há um grupo de bons times que brigam por vagas em playoffs e, com uma mistura de sorte com competência na hora certa, pode sonhar com uma grande temporada. O principal integrante desse pelotão é o Oakland Athletics, que tem uma base consistente com Matt Chapman, Stephen Piscotty, Matt Olson e Ramón Laureano. O bullpen também é forte, mesmo com a perda de Liam Hendricks.

Os A’s se transformaram em favoritos da Divisão Oeste, deixando para trás o Houston Astros e o Los Angeles Angels. Essas duas equipes vivem trajetórias opostas. 

Os Astros estão em fase de final da janela competitiva. Perderam Gerrit Cole e George Springer nos últimos dois anos, estarão sem Justin Verlander por lesão, mas ainda contam com jogadores da base campeã da World Series de 2017. Os Angels estão no sentido contrário, com crescimento e formação de um grupo que tente levar a franquia a seu segundo título em alguns anos. Com Mike Trout e Anthony Rendón e José Iglesias, conta com um trio que teve bom desempenho na temporada passada. A rotação ainda não é das melhores, esse é um problema. Ah, e Shohei Ohtani vai novamente arremessar e rebater, o que é sempre espetacular de se ver.

Myke Trout, dono do maior contrato dos esportes americanos
Myke Trout, dono do maior contrato dos esportes americanos Ezra Shaw/Getty Images

Na Costa Leste, o azarão é o Toronto Blue Jays. Talento há de sobra: Vladimir Guerrero Jr, Bo Bichette, Cavan Biggio, e Teoscar Hernández terão a companhia dos recém-contratados George Springer e Marcus Semien. O problema é a rotação, que tem em Ryu Hyun-Jin o único nome realmente confiável.

MELHOR ESPERAR 2022 (ou 2023, 24…)

Das equipes com menos esperanças na temporada, o Boston Red Sox até tem um ou outro motivo para acreditar. A franquia está claramente em processo de reconstrução, se desfazendo de jogadores mais caros para reformular o elenco. No entanto, há bons jogadores no grupo, como JD Martínez, Alex Verdugo, Kiké Hernández, Rafael Devers e Xander Bogaerts, e o ânimo que o retorno do técnico Alex Cora, campeão em 2018, naturalmente traz. Se a rotação fosse melhor (Chris Sale está contundido), poderia entrar no patamar de “corre por fora”.

De resto, a expectativa de Seattle Mariners e Kansas City Royals é seguir em um processo de evolução gradual para se tornarem competitivos em alguns anos. Enquanto Cleveland Indians (na última temporada antes de mudar de nome) e Texas Rangers tentam evitar que o processo de reconstrução no qual entraram não seja tão traumático quanto os de Baltimore Orioles e Detroit Tigers, que dão sinais de melhora após algumas campanhas terríveis.

LIGA NACIONAL

O FAVORITO

Alguns analistas estão tão empolgados com o Los Angeles Dodgers que até projetam se o time seria capaz de bater o recorde de 116 vitórias em temporada regular, estabelecido pelo Chicago Cubs em 1906 e repetido apenas pelo Seattle Mariners em 2001 (curiosidade: nenhum dos dois times venceu a World Series no ano da marca). A equipe já tinha Clayton Kershaw (agora sem a pressão de ganhar um título), Walker Buehler, Mookie Betts, Cody Bellinger, Corey Seager, Max Muncy e Justin Turner. Agora ainda terá o reforço do recém-contratado Trevor Bauer (Cy Young da Liga Nacional em 2020) e David Price (preferiu não jogar a temporada passada para se preservar da Covid-19). Timaço.

OS DESAFIANTES

O principal obstáculo aos Dodgers está em sua própria divisão, em seu próprio estado. O San Diego Padres talvez seja o segundo time mais forte da MLB no momento. O elenco talentoso que chegou aos playoffs em 2020 se manteve. A estrela é Fernando Tatis Jr, mas Manny Machado, Eric Hosmer, Wil Myers, Thommy Pham e Jake Cronenworth formam uma base de respeito. A rotação é ainda melhor: Dinelson Lamet, Chris Paddack e Joe Musgrove terão o reforço de Blake Snell (que calou o ataque dos Dodgers na World Series) e Yu Darvish (segundo colocado no prêmio Cy Young da Liga Nacional em 2020).

San Diego Padres
San Diego Padres Getty Images

Os Padres atrairão as atenções, até pela rivalidade californiana envolvida, mas não é prudente descartar o Atlanta Braves. A equipe da Geórgia ficou a uma vitória de eliminar os Dodgers nos playoffs de 2020 e manteve toda a base, com Ronald Acuña Jr, Ozzie Albies e Austin Riley, além do ótimo Freddie Freeman, MVP da Liga Nacional no ano passado, e Marcell Ozuna. E a rotação também merece respeito, com Max Fried, Charlie Morton, Mike Soroka e Ian Anderson.

Quem quer entrar nessa categoria de desafiante é o New York Mets. O time foi comprado pelo bilionário Steve Cohen, investidor no mercado financeiro que serviu de inspiração para o personagem Bob Axelrod, da série de TV Billions. O Cohen não colocou seu dinheiro pelo retorno financeiro, mas por ser torcedor fanático do time do bairro do Queens. E chegou fazendo barulho, contratando Francisco Lindor, James McCann e Carlos Carrasco. Considerando que o elenco ainda tem Jacob deGrom, Marcus Stroman, Noah Syndergaard (deve retornar de lesão durante o ano), Pete Alonso, Jeff McNeil, Michael Conforto e Dominic Smith, dá para sonhar alto. Claro, se ninguém lesionar, o que acontece com uma frequência incrível nos Mets.

CORREM POR FORA

A Liga Nacional está muito forte nesta temporada, então a lista de equipes que têm motivos para pensar em playoffs não é pequena. O Washington Nationals, campeão de 2019, é um exemplo. A equipe da capital tem uma rotação com Max Scherzer, Stephen Strasburg, Patrick Corbin e Jon Lester, um quarteto capaz de derrotar qualquer equipe da liga a qualquer momento. Ainda tem em Juan Soto uma das novas estrelas do beisebol.

Na mesma divisão, a Leste, o Philadelphia Phillies tem um ataque que impressiona. Bryce Harper e JT Realmuto são as referências, mas Andrew McCutchen e Alec Bohm também contribuem bastante. O problema é o bullpen, talvez o pior entre os times que têm pretensão de chegar ao mata-mata.

Phillie Phanatic exibe tênis exclusivo ao lado de Bryce Harper
Phillie Phanatic exibe tênis exclusivo ao lado de Bryce Harper Getty Images

A Divisão Leste da Liga Nacional é a mais forte da MLB e sobram times fortes, exatamente o contrário da Divisão Central. O favorito é o St. Louis Cardinals, que contratou Nolan Arenado e manteve Paul Goldschmidt, Yadier Molina e Paul DeJong. Os arremessadores também são competentes, mas não chega a ser um time que salta aos olhos como candidato a título. A consistência é a principal marca, e talvez ela que o diferencie dos demais vizinhos de grupo.

O Milwaukee Brewers conta com Christian Yelich, um dos melhores jogadores da liga e que estará motivado para mostrar que a má temporada de 2020 foi uma aberração de um ano confuso. O ataque como um todo funciona, mas ainda é uma equipe que precisa contar com o limite da rotação e do bullpen para ser competitiva, o que nem sempre é possível.

Ainda na Divisão Central, Cincinnati Reds e Chicago Cubs deram um passo para trás. Perderam jogadores importantes, como Trevor Bauer (Reds) e Yu Darvish e Jon Lester (Cubs). Em teoria, seriam equipes que poderiam estar no grupo de “melhor esperar 2022”, mas ambos ainda contam com alguns bons jogadores e a concorrência na divisão não é das mais fortes. Assim, até dá para acreditar em playoffs caso tudo dê certo.

MELHOR ESPERAR 2022 (ou 2023, 24…)

Com os supertimes de Dodgers e Padres, ficou difícil para os outros times da Divisão Oeste. Arizona Diamondbacks, Colorado Rockies e San Francisco Giants entraram firme no processo de reconstrução. O Pittsburgh Pirates já está nessa reformulação desde o ano passado, e é candidato forte a pior campanha de toda a MLB.

Quem entra nesse grupo e nem merecia é o Miami Marlins. O time tem bons jogadores -- Starling Marté, Corey Dickerson e Sandy Alcántara -- e até se classificou para os playoffs em 2020, eliminando o Chicago Cubs na primeira fase. O problema é que a Divisão Leste está muito forte neste ano e, em uma temporada de 162 jogos, é difícil que o jovem grupo dos Marlins consiga se manter na zona de classificação até o final. Mas é um elenco realmente promissor para os próximos anos.

Fonte: Ubiratan Leal

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Quais as perspectivas de cada time para a temporada 2021 da MLB

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Dá para acreditar na recuperação do Boston Red Sox | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

Quem olhar a classificação da MLB neste momento (data de publicação do texto), verá o Boston Red Sox com um decepcionante penúltimo lugar em sua divisão, com aproveitamento abaixo de 50%. Mas é preciso olhar um pouco mais de perto. Esse retrospecto geral se deve muito a um início de temporada desastroso do clube, porque os Meias Vermelhas estão quentes: dez vitórias nos últimos treze jogos e o saldo de corridas já é de 21, o segundo da divisão e o quinto da Liga Americana. O torcedor começa a se animar, e tem motivos para isso.

É exagero dizer que os Red Sox encontraram seu melhor jogo e que uma sequência de dez vitórias em treze partidas reflete o ritmo da equipe para a temporada. Parte da sequência se deve a um embalo que não se sustenta em longo prazo, mas há elementos para acreditar em uma evolução real do Boston.

Chris Sale já voltou a arremessar dentro do processo de recuperação de lesão
Chris Sale já voltou a arremessar dentro do processo de recuperação de lesão Getty

Os Red Sox de abril se seguravam nas rebatidas de Rafael Devers, JD Martínez e Xander Bogaerts. Só. Por melhor que eles estivessem, é pouco para carregar uma equipe. Jogadores como Trevor Story, Alex Verdugo, Kiké Hernández e Bobby Dalec estavam muito abaixo do esperado. Mas a tendência é que eles – ou alguns deles – em algum momento se recuperassem.

É o que está acontecendo. Story é o caso mais nítido. Desde 10 de maio, o shortstop convertido em segunda base está com 27,8% de aproveitamento com oito home runs. Um desempenho digno de um dos defensores internos com mais poder ofensivo. Mas ele não está sozinho. Verdugo também melhorou, com aproveitamento de 33,3% nos últimos dez dias (estava em 20,5 antes disso). Christian Vázquez também ressurgiu, com 40% no bastão desde 14 de maio, subindo sua média da temporada de 21,7 para 27,9.

No montinho, a rotação como um todo continua mediana, mas Nick Pivetta embalou uma sequência de quatro partidas espetaculares, com ERA de 1,61 (5 corridas em 28 entradas). Ainda há uma melhora esperada para quando Chris Sale retornar de lesão, o que pode ocorrer em algumas semanas. Mas a reação foi do bullpen, com ERA de 2,68 desde 10 de maio, o quarto melhor da liga. Até 9 de maio, os relievers tinham, juntos, uma efetividade de 4,19.

Assim como os números de abril eram mais fracos que o normal, os da última quinzena de maio estão superestimados. É irreal imaginar que Story siga rebatendo um home run a cada dois dias, que Vázquez mantenha 40% no bastão ou que Pivetta tenha ERA abaixo de 2 até o final do ano. Os números de Verdugo e do bullpen, ainda que dentro da realidade, também devem regredir um pouco.

Isso não é um problema enorme. Dentro dos altos e baixos de uma temporada de beisebol, o importante é a média em que os jogadores se consolidam. E a tendência é que os Red Sox se estabilizem em um patamar melhor do que o mês de abril indicava. E, se o time se estabelecer em 60% de aproveitamento daqui até o final da temporada regular, terminaria com 92 vitórias e dentro da briga por uma vaga nos playoffs.

PERSONAGEM DA SEMANA

Muito da boa campanha do San Diego Padres se deve ao que Eric Hosmer e Manny Machado têm feito no bastão. Machado está especialmente inspirado, com um desempenho digno de MVP da Liga Nacional no primeiro mês e meio de temporada regular. Pois, na última semana, o terceira base acelerou: 40% de aproveitamento no bastão, com 4 corridas impulsionadas e 115% de OPS (on-base plus slugging). 

O NÚMERO DA SEMANA

1 jogo. Punição dada pela MLB a Josh Donaldson. O jogador do New York Yankees se direcionou a Tim Anderson, do Chicago White Sox, como “Jackie”, clara referência a Jackie Robinson. Anderson de fato já disse que se via como um Jackie Robinson dos tempos modernos, por ser uma referência entre os negros americanos no beisebol. Ainda assim, o contexto da chamada é desrespeitoso com Anderson e com a memória de Robinson, além de levantar a referência de tratar membros de uma etnia de maneira genérica, como se fossem todos iguais.

VÍDEO DA SEMANA

Shohei Ohtani e Vladimir Guerrero Jr. disputaram o prêmio de MVP da Liga Americana na última temporada. Nesta semana, eles tiveram um duelo direto em Anaheim. Melhor para o primeira base do Toronto Blue Jays, que rebateu seu primeiro home run no estádio em que seu pai se consagrou.

O QUE VEM POR AÍ

New York Mets e Los Angeles Dodgers se destacam como as equipes com mais investimentos na Liga Nacional. E, pelo início de temporada, a expectativa de boas campanhas dos dois lados vem se confirmando. Assim, os duelos entre ambos podem ser vistos como confrontos diretos entre times que buscam o domínio da liga e até um aperitivo para um eventual reencontro nos playoffs. Nova-iorquinos e angelenos se encontram para uma série de quatro partidas a partir da próxima quinta (2 de junho) em Los Angeles. Vale muito ficar de olho.

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 27/mai
20h - New York Yankees x Tampa Bay Rays (ESPN 3 e Star+)

Sábado, 28/mai
23h - Pittsburgh Pirates x San Diego Padres (Star+)

Domingo, 29/mai
20h - Philadelphia Phillies x New York Mets (ESPN 3 e Star+)

Segunda, 30/mai
20h - Washington Nationals x New York Mets (ESPN 3 e Star+)

Terça, 31/mai
20h - Los Angeles Angels x New York Yankees (ESPN 4 e Star+)

Quarta, 1º/jun
20h - Los Angeles Angels x New York Yankees (Star+)

Quinta, 2/jun
20h - Los Angeles Angels x New York Yankees (Star+)

Sexta, 3/jun
20h - Minnesota Twins x Toronto Blue Jays (ESPN 3 e Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 27/mai
13h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
16h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
17h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
18h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
20h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
20h30 - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
21h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
21h30 - LMB: Saraperos de Saltillo x Rieleros de Aguascalientes
22h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
23h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
23h30 - Toros de Tijuana x Piratas de Campeche
0h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir

Sábado, 28/mai
13h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
13h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
14h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
14h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
15h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
16h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
17h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
17h30 - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
18h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
18h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
19h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
20h - LMB: Leones de Yucatán x Águila de Veracruz
20h - LMB: Generales de Durango x Algodoneros de Unión Laguna
21h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
23h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir

Domingo, 29/mai
13h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
13h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
13h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
15h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
15h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
16h - LMB: Acereros de Monclova x Diablos Rojos de México
16h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
17h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
17h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
19h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
22h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Tecolotes de los Dos Laredos
22h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
23h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir

Segunda, 30/mai
21h30 - LMB: Tigres de Quintana Roo x Bravos de León

Terça, 31/mai
21h30 - LMB: Tecolotes de los Dos Laredos x Guerreros de Oaxaca
21h30 - LMB: Tigres de Quintana Roo x Bravos de León

Quarta, 1º/mai
21h30 - LMB: Generales de Durango x Mariachis de Guadalajara
21h30 - LMB: Leones de Yucatán x Piratas de Campeche
23h30 - LMB: Pericos de Puebla x Toros de Tijuana

Quinta, 2/mai
21h30 - LMB: Sultanes de Monterrey x Saraperos de Saltillo
21h30 - LMB: Generales de Durango x Mariachis de Guadalajara
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Olmecas de Tabasco

Sexta, 3/mai
13h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
16h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
17h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
18h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
20h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
20h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
20h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
21h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
21h30 - LMB: Piratas de Campeche x Tigres de Quintana Roo
22h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
22h30 - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
23h - Naia (beisebol), final: Jogo a definir
23h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Dá para acreditar na recuperação do Boston Red Sox | Semana MLB

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Salários dos árbitros, como avaliar as estatísticas, hegemonia na MLB e beisebol nas Filipinas | Dúvidas MLB #1

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal


Toda transmissão de MLB na ESPN é a mesma coisa: o fã de esporte está ligado e quer mergulhar no beisebol. Mandam perguntas e mais perguntas, das mais básicas sobre as regras do jogo até algumas bastante profundas, para entender o universo em torno desse esporte.

Nem sempre dá para responder tudo no ar. Por isso, criei aqui no blog mais uma seção. Toda sexta, esse espaço já publica o Semana MLB, um post em formato de newsletter resumindo o que está rolando nas grandes ligas. Por agora, toda terça teremos o Dùvidas MLB, para responder perguntas do fã de esporte que quer entender mais do beisebol ou apenas quer bater papo sobre um assunto.

Pode mandar sua pergunta no Twitter, marcando o meu perfil (@ubiraleal). Mas já fica o aviso: se sua dúvida principal é de regras básicas da modalidade, funcionamento da liga, conhecer os times, entre outras coisas, dá uma conferida neste link. Ali tem muita informação para ajudar quem está chegando agora a entender o esporte. Se, ainda assim, ficou alguma ponta solta, pode mandar sua pergunta sem problema.

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Quanto ganha um árbitro da MLB?

Anderli, Ibirapuã-BA

Varia de acordo com a experiência e com a convocação para participar de grandes eventos (All-Star Game e playoffs), mas varia de US$ 150 mil/ano para um árbitro estreante até US$ 450 mil/ano. Os valores não são pagos durante o recesso da liga, entre novembro e fevereiro, mas, apenas como parâmetro, seria o equivalente a algo entre US$ 12,5 mil e 37,5 mil mensais. Além disso, os juízes têm quatro semanas de folga ao longo da temporada e as passagens áreas para os jogos são pagas pela liga, sempre em primeira classe.

Entre as principais ligas dos Estados Unidos, nenhuma paga salários tão altos para os árbitros como a MLB. No entanto, é preciso considerar algumas coisas. O juiz de beisebol precisa trabalhar quase todo dia, tendo alguns períodos de folga na escala (em dias de rodadas cheias, 60 dos 76 árbitros trabalham). Então, o valor pago por partida é menor do que na NFL, por exemplo.

Por que o beisebol não pegou nas Filipinas como pegou nos outros países com forte influência americana, como Japão, Coreia do Sul, Taiwan e ilhas do Caribe?

Felipe Henrique (@Lipe_HN)

A história do beisebol nas Filipinas é bastante interessante. Não é correto dizer que o esporte não “pegou” no país, mas que ele não se sustentou. De fato, as Filipinas foram o primeiro país asiático a abraçar o beisebol, ainda na virada do século 19 para o 20. Claro, devido à presença americana no arquipélago.

A modalidade teve seus altos e baixos, mas se manteve como a mais popular das Filipinas até a década de 1960. Nesse período, as diversas brigas políticas entre entidades que regiam o esporte, além da desconfiança de que as partidas da liga local eram manipuladas por máfia de apostas, fez o beisebol perder espaço paulatinamente para o basquete, que se tornou o principal esporte do país na década de 1970.

Quais são os parâmetros para saber se determinados índices são bons ou não? O que é um ERA bom ou ruim, ou limites pra saber se o OPS de um jogador é bom ou não?

Francisco Campos, Belo Horizonte

Não existe uma regra fixa, pois o que é considerado “bom” e “ruim” tem muito a ver com a média da liga em cada época e até com a opinião de cada um do que é aceitável ou não.  Por exemplo, estamos em um momento de domínio de arremessadores, muitos strikeouts, walks e home runs, poucas rebatidas para o campo. Assim, os ERAs, AVGs e bases roubadas tendem a abaixar, os HRs tendem a subir. Mas vamos para parâmetros básicos nas principais estatísticas:

AVG (aproveitamento no bastão): acima de 29%
OBP (percentual em base): acima de 35%
SLG (slugging, medidor de potência nas rebatidas): acima de 45% é bom, acima de 55% é muito bom
HR (home runs): média acima de 1 a cada 8 jogos é bom, acima de 1 a cada 5 jogos é ótimo
RBI (corridas impulsionadas): média acima de uma a cada duas partidas é bom
ERA (efetividade do arremessador): abaixo de 4 é bom, abaixo de 3 é muito bom
SV (jogos salvos): um aproveitamento acima de 80% é bom, acima de 90% é muito bom

Você vê chances de algum time se tornar hegemônico na MLB? Se sim, esse time está na Liga Americana ou na Nacional?

Fernando Franca, Brasília

De um ponto de vista conceitual, imaginamos que um time precisaria reunir diversos fatores para se tornar hegemônico: dinheiro para contratar craques no mercado de agentes livres, bom trabalho em categoria de base para ter jovens recheando o elenco, um mercado forte para se tornar atraente para esses jogadores e, eventualmente, peso institucional para criar um ambiente de cobrança permanente por vitórias. Los Angeles Dodgers, New York Yankees e Boston Red Sox reúnem todos esses fatores há dez anos, e nenhum deles construiu uma hegemonia. No máximo, se impuseram em sua divisão ou em sua liga, mas não conseguiram transformar em uma sequência de títulos de World Series. 

Assim, até há chances de algum time se tornar hegemônico como os Yankees do final da década de 1990, mas o beisebol de hoje tem muitos elementos que dificultam isso, como lesões e novas formas de utilizar os elencos para otimizar o desempenho.

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Salários dos árbitros, como avaliar as estatísticas, hegemonia na MLB e beisebol nas Filipinas | Dúvidas MLB #1

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Dez anos depois, qual o tamanho de Yan Gomes nas grandes ligas | Semana MLB

Ubiratan Leal
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O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

“Os Blue Jays selecionaram o contrato de Yan Gomes e transferiram Adam Lind para o Las Vegas.”


O Toronto Blue Jays gastou apenas 91 dos 140 toques permitidos pelo Twitter na época para anunciar um momento histórico. Em 17 de maio de 2012, exatos dez anos na última terça, o Brasil passava a ter seu primeiro jogador na história da MLB. Yan Gomes foi chamado na tarde daquela quinta e, horas depois, estava em campo para estrear na MLB improvisado na terceira base na partida contra o New York Yankees.

Tudo aconteceu tão rápido que o responsável pelo sistema de som do Rogers Centre nem teve tempo de perguntar a Yan qual sua música preferida para tocar quando fosse ao bastão. Como o DJ sabia que se tratava do primeiro brasileiro da história, pegou uma música brasileira que estava em alta na época: “Ai Se Eu Te Pego”, na versão de Michel Teló.

Yan Gomes em sua estreia na MLB
Yan Gomes em sua estreia na MLB Getty

Foi uma ótima estreia, diga-se. Yan sofreu um strikeout em sua primeira oportunidade no bastão, na segunda entrada, mas conseguiu duas rebatidas simples em seguida, na quarta e na sexta entradas. Todos os duelos foram contra Phil Hughes. Com os Blue Jays vencendo por 4 a 1, foi substituído por Omar Vizquel na oitava entrada e terminou o dia com 2 de 3. O primeiro home run ficou para o dia seguinte, em cima de Jon Niese, do New York Mets.

O feito não passou despercebido pela MLB. O Twitter da liga celebrou a estreia do brasileiro e o Hall da Fama pediu o boné utilizado por Yan para ter alguma peça da primeira participação do Brasil nas grandes ligas (publicaram até um vídeo para anunciar a chegada do artefato). 


Yan ainda revezou entre o Toronto Blue Jays e o time triple-A, o Las Vegas 51s (atual Las Vegas Aviators), mas ele tem garantido que o Brasil marque presença na MLB nesses dez anos. Outros brasileiros – André Rienzo (2012-15), Paulo Orlando (2015-18), Thyago Vieira (2017-19) e Luiz Gohara (2017-18) – atuaram nas grandes ligas desde então, mas o catcher tem sido uma constante.

O paulista de Mogi das Cruzes, que aprendeu beisebol no time de sua cidade e seguiu jogando na high school quando se mudou com a família para a Flórida, construiu uma carreira sólida nas grandes ligas. Em uma década, já tem um título (2019), uma participação em All-Star Game e um prêmio individual (Silver Slugger em 2014).

Talvez nem pareça, mas ele já tem um lugar na história da MLB. Em Wins Above Replacement, Yan é o 102º catcher de todos os tempos. Considerando que ele ainda tem alguns anos de carreira, é viável projetar que ele alcance o top 90. Em home runs, o brasileiro já é o 69º, com chances de buscar até um top 50. Mas onde ele chama mais a atenção é na defesa: já é o 52º catcher da história em WAR defensivo, com possibilidade de ficar entre os 30 melhores até o final da carreira.

No Brasil, a NFL e a NBA têm muito mais repercussão. Mas a trajetória de Yan Gomes o coloca entre os principais nomes do país nas quatro grandes ligas americanas. Nenhum outro tem participação no All-Star Game de sua modalidade, ainda que Cairo Santos tenha alguma chance de igualar a marca na NFL. Com um título, o catcher dos Cubs é igualado apenas por Tiago Splitter e Leandrinho (Anderson Varejão participou da campanha vitoriosa do Cleveland Cavaliers em 2015-16, mas deixou o clube no meio da temporada e disputou a final no lado derrotado, o Golden State Warriors). Seu prêmio individual o deixa ao lado apenas de Leandrinho (Melhor Sexto Homem da NBA em 2007). Em número de temporadas, Yan perde de Nenê, Varejão e Leandrinho, que também ficam à frente, junto com Splitter, em salário acumulado na carreira.

Yan Gomes comemora rebatida da vitória do Cleveland Indians nos playoffs de 2017'
Yan Gomes comemora rebatida da vitória do Cleveland Indians nos playoffs de 2017' Getty Images

No momento, Yan é reserva de Willson Contreras no Chicago Cubs. Ainda assim, atuou em 21 dos 37 jogos do time na temporada e tem contrato até o final de 2024. Com o bom desempenho no bastão (26,6% de aproveitamento, o quarto melhor da equipe, e 42,2% de slugging, o quinto do time) e sua reconhecida capacidade defensiva, o brasileiro tem mercado na MLB. Um catcher com esse desempenho tem condição de manter um mercado até perto dos 40 anos (Yan terá 36 ao final de seu contrato), nem que seja como um reserva que atua uma vez por semana na defesa e pode ter algumas atuações como rebatedor designado. Por exemplo, Robinson Chirinos tem 38 anos, é titular do Baltimore Orioles e não tem desempenho nem próximo ao do brasileiro ao longo da carreira.

Por isso, esse décimo aniversário da estreia do Brasil na MLB é uma oportunidade para celebrar o que conquistou Yan Gomes e o beisebol brasileiro como um todo. A pandemia e a crise econômica até interrompeu alguns projetos da liga no Brasil, mas o país manda todo ano novos jogadores para as ligas menores. É questão de tempo de algum outro ter uma chance nas grandes ligas e criar um novo capítulo na história iniciada em 17 de maio de 2012.

ATENÇÃO

A temporada do beisebol e do softbol universitário está chegando em seus momentos decisivos. Os dois torneios chegam aos torneios regionais nesta semana, iniciando o afunilamento que levará aos participantes da College World Series e à Women's College World Series, ambos em junho. O Star+ transmitirá dezenas de partidas dessa reta final, confira a grade de programação toda semana aqui no Semana MLB.

PERSONAGEM DA SEMANA

O Chicago Cubs anunciou nesta semana que erguerá uma estátua de Ferguson Jenkins na entrada do Wrigley Field. Assim, o arremessador fará companhia a ao shortstop Ernie “Mr. Cub” Banks e ao narrador Harry Caray como figuras imortalizadas no estádio. Uma homenagem justa a Jenkins, um dos ícones da era de maior domínio dos arremessadores na liga (entre a década de 1960 e 70) e maior jogador da história do beisebol canadense. Jenkins conquistou um prêmio Cy Young, está no Hall da Fama dos Cubs e do Texas Rangers e foi o primeiro canadense no Hall da Fama do beisebol (Larry Walker se tornou sua companhia em 2020). Ah, e Jenkins ainda era um prodígio no basquete: durante o recesso da MLB, ele defendia o Harlem Globetrotters.

O NÚMERO DA SEMANA

0. Número de rebatidas do Pittsburgh Pirates na vitória (sim, vitória) sobre o Cincinnati Reds no último domingo. Hunter Greene brilhou no montinho e calou o ataque dos Piratas, mas os Vermelhos não conseguiram produzir nada e, com três walks e uma tentativa fracassada de queimada dupla, o Pittsburgh abriu o marcador na oitava entrada. Desse modo, conseguiu vencer por 1 a 0, mesmo sem uma rebatida sequer. Só não foi o terceiro no-hitter da história a terminar com derrota do time que o arremessou porque os Pirates não precisaram ir ao bastão na nona entrada. Assim, foram apenas oito turnos no montinho para o Cincinnati, não tendo o mínimo exigido para registrar o no-hitter.

VÍDEO DA SEMANA

É sempre legal quando uma criança pega uma bola rebatida para a arquibancada. Mas, no jogo entre Baltimore Orioles e New York Yankees, um pequeno torcedor dos O’s não entendeu que tinha ganhado um souvenir e resolveu atirar sua bola de volta ao campo. Sorte dele que Aaron Hicks, defensor externo dos Yankees, e torcedores dos dois times se mobilizaram e a bola voltou às mãos de seu verdadeiro dono.

O QUE VEM POR AÍ

Para quem gosta de um bom duelo de arremessadores, e também de um bom confronto direto entre dois times da mesma divisão brigando por vaga nos playoffs, não dá para perder o duelo entre San Francisco Giants e San Diego Padres neste sábado. Estarão no montinho Joe Musgrove e Carlos Rodón, dois autores de no-hitters na temporada passada – coincidentemente, ambos perderam o jogo perfeito por darem uma bolada – que começaram 2022 voando. Musgrove tem ERA de 2,20 e cedeu apenas 4 home runs e 11 corridas em 45 entradas arremessadas. Rodón teve uma atuação trágica em sua última aparição (8 corridas em 3, ? entradas), mas estava com 1,80 de ERA até então (agora está em 3,49).

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 20/mai
20h - Chicago White Sox x New York Yankees (Star+)

Sábado, 21/mai
19h - Los Angeles Dodgers x Philadelphia Phillies (Star+)

Domingo, 22/mai
20h - Chicago White Sox x New York Yankees (ESPN 2 e Star+)

Segunda, 23/mai
20h - Philadelphia Phillies x Atlanta Braves (Star+)

Terça, 24/mai
22h30 - Texas Rangers x Los Angeles Angels (ESPN 2 e Star+)

Quarta, 25/mai
22h30 - Texas Rangers x Los Angeles Angels (Star+)

Quinta, 26/mai
20h - Philadelphia Phillies x Atlanta Braves (ESPN 3 e Star+)

Sexta, 27/mai
20h - New York Yankees x Tampa Bay Rays (ESPN 3 e Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 20/mai
15h - NCAA (softbol): Jogo a definir
15h - NCAA (softbol): Jogo a definir
16h - NCAA (softbol): Jogo a definir
17h - NCAA (beisebol): Virginia x Louisville
18h - NCAA (softbol): Jogo a definir
19h - NCAA (softbol): Jogo a definir
20h - NCAA (beisebol): Notre Dame x Miami
20h - NCAA (softbol): Jogo a definir
20h - NCAA (softbol): Jogo a definir
21h - LMB: Piratas de Campeche x Diablos Rojos de México
21h - NCAA (beisebol): Jogo a definir
21h30 - LMB: Águila de Veracruz x Tigres de Quintana Roo
22h - NCAA (softbol): Jogo a definir
22h - NCAA (softbol): Jogo a definir
23h - NCAA (softbol): Jogo a definir

Sábado, 21/mai
13h - NCAA (beisebol): Virginia x Louisville
13h - NCAA (softbol): Jogo a definir
14h - NCAA (softbol): Jogo a definir
15h - NCAA (softbol): Jogo a definir
15h - NCAA (softbol): Jogo a definir
16h - NCAA (softbol): Jogo a definir
16h - NCAA (softbol): Jogo a definir
17h - NCAA (softbol): Jogo a definir
17h - NCAA (softbol): Jogo a definir
18h - NCAA (softbol): Jogo a definir
18h - NCAA (softbol): Jogo a definir
18h - NCAA (softbol): Jogo a definir
19h - NCAA (softbol): Jogo a definir
19h - NCAA (softbol): Jogo a definir
20h - LMB: Bravos de León x Saraperos de Saltillo
20h - NCAA (softbol): Jogo a definir
20h - NCAA (softbol): Jogo a definir
21h - NCAA (beisebol): Jogo a definir
21h - NCAA (softbol): Jogo a definir
22h - NCAA (beisebol): Indiana x Iowa
23h - NCAA (softbol): Jogo a definir

Domingo, 22/mai
13h - NCAA (softbol): Jogo a definir
14h - NCAA (softbol): Jogo a definir
14h - NCAA (softbol): Jogo a definir
15h - LMB: Olmecas de Tabasco x Pericos de Puebla
15h - NCAA (softbol): Jogo a definir
16h - LMB: Piratas de Campeche x Diablos Rojos de México
16h - NCAA (softbol): Jogo a definir
16h - NCAA (softbol): Jogo a definir
17h - NCAA (softbol): Jogo a definir
18h - NCAA (softbol): Jogo a definir
18h - NCAA (softbol): Jogo a definir
18h - NCAA (softbol): Jogo a definir
19h - NCAA (softbol): Jogo a definir
20h - NCAA (softbol): Jogo a definir
21h - NCAA (softbol): Jogo a definir
23h - NCAA (softbol): Jogo a definir

Terça, 24/mai
11h30 - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
15h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
18h30 - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Sultanes de Monterrey
21h30 - LMB: Olmecas de Tabasco x Águila de Veracruz
21h30 - LMB: Guerreros de Oaxaca x Tigres de Quintana Roo
22h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir

Quarta, 25/mai
11h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
11h30 - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
15h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
18h30 - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
21h30 - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Algodoneros de Unión Laguna
21h30 - LMB: Pericos de Puebla x Generales de Durango
21h30 - LMB: Guerreros de Oaxaca x Tigres de Quintana Roo
22h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir

Quinta, 26/mai
11h30 - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
15h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
18h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
18h30 - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
20h - NCAA (softbol): Jogo a definir
21h30 - LMB: Guerreros de Oaxaca x Tigres de Quintana Roo
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Sultanes de Monterrey
21h30 - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
22h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir

Sexta, 27/mai
13h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
16h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
17h - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
18h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
20h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
20h30 - NCAA (beisebol), playoffs: Jogo a definir
21h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
21h30 - LMB: Saraperos de Saltillo x Rieleros de Aguascalientes
22h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
23h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir
23h30 - Toros de Tijuana x Piratas de Campeche
0h - NCAA (softbol), playoffs: Jogo a definir

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Dez anos depois, qual o tamanho de Yan Gomes nas grandes ligas | Semana MLB

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Decisões de título na Premier League e na Serie A | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
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Chegamos ao último fim de semana da temporada doméstica na Europa. Inglaterra e Itália chegam com seus títulos ainda em aberto, e esse foi o tema principal do podcast Futebol No Mundo desta quinta. Também falamos do título do Eintracht Frankfurt na Liga europa, da briga por vagas europeias e fuga do rebaixamento em Espanha e França e o Mundo Hofman Entrevista traz Matheus Dias, do Bron Radom (quarta divisão da Polônia).

Para acompanhar esta edição do podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo. Para ver todas as edições, clique aqui (áudio) ou aqui (vídeo).


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Decisões de título na Premier League e na Serie A | Podcast Futebol No Mundo

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Liverpool campeão, Manchester City no aguardo e scudetto na última rodada | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
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A temporada europeia vai se aproximando do final. Premier League, La Liga, Serie A e Ligue 1 tiveram suas penúltimas rodadas, definindo o cenário para alguns clubes -- e deixando ainda mais aberto para outros. Na Bunsdeliga, fim de linha para todos, e agora é a expectativa para uma repescagem gigantesca para definir o último participante da elite alemã na próxima temporada. Tudo isso foi assunto no podcast Futebol No Mundo desta segunda.

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Liverpool campeão, Manchester City no aguardo e scudetto na última rodada | Podcast Futebol No Mundo

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Está difícil ser torcedor do Cincinnati Reds | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal


O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

Uma das cenas mais famosas do filme “O Gênio Indomável” (Good Will Hunting), o doutor Sean Maguire (Robin Williams) conta a Will Hunting (Matt Damon) como foi a sensação de ver a vitória do Boston Red Sox sobre o Cincinnati Reds no jogo 6 da World Series de 1975. Foi um dos maiores jogos da história da World Series, decidido por um home run de Carlton Fisk na 12ª entrada. A jogada ocorreu há 47 anos e ainda é contada apaixonadamente por amantes do beiesbol.

Pois aquela foi a última vez que o torcedor dos Reds viu seu time perder uma partida de World Series. No jogo 7 da final daquele ano, o Cincinnati venceu os Red Sox e ficou com o título. No ano seguinte, mais uma decisão para a Big Red Machine, com varrida em cima do New York Yankees. A franquia voltou a disputar o título em 1990, e varreu um lendário Oakland Athletics de Rickey Henderson, José Canseco, Mark McGwire, Willie McGee e o técnico Tony LaRussa.

Barry Larkin, ídolo do Cincinnati Reds campeão de 1990 e ex-técnico da seleção brasileira de beisebol
Barry Larkin, ídolo do Cincinnati Reds campeão de 1990 e ex-técnico da seleção brasileira de beisebol Getty

Tempos de um clube que projetava Cincinnati como um dos grandes centros do beisebol nos Estados Unidos. Era a terra do primeiro time profissional da história da modalidade, o Cincinnati Red Stockings (fundado em 1869). Era a cidade que tinha o privilégio – tem até hoje – de sempre receber uma das partidas do Opening Day, com direito a parada pelo centro para celebrar a volta das grandes ligas. Era a casa do time que superava a limitação econômica imposta pelo seu mercado para estar entre os principais campeões da MLB.

Muita coisa mudou. Os Reds tiveram altos e baixos, mas ainda não retornaram à World Series. Isso nem é um grande problema, considerando que o time foi competitivo em algumas temporadas nesses 32 anos. No entanto, a franquia foi perdendo sua conexão especial com a cidade tanto que a média de público da temporada atual (cerca de 16.899) é bem pouco acima da metade da marca de dez temporadas atrás (31.151 em 2013). Para piorar, o atual comando da equipe que parece não se importar mais em trabalhar para manter a longa e íntima relação de Cincinnati com o beisebol.

Os Reds montaram uma base que parecia promissora. Chegou aos playoffs em 2020 e chegaram perto no ano passado (se os playoffs de 2021 já adotassem as regras da atual temporada, o Cincinnati teria uma vaga). Sinais de evolução após algumas temporada reconstruindo o elenco? Menos. Os donos da franquia não gostaram dos termos do novo acordo trabalhista e decidiram apertar os cintos. Desfizeram-se de alguns jogadores importantes, dando claros sinais de que a equipe daria passos para trás.

A torcida reclamou, criando uma campanha para pedir à família Castellini vender o clube. A resposta de Phil Castellini, presidente dos Reds, em entrevista no dia da estreia do time nesta temporada: “Bem para onde vocês vão? Vender o time para quem? Você quer ter esse debate? O que você faria com esse time para ter mais lucros, ganhar mais dinheiro e competir mais no atual sistema econômico da liga? Seria pegar tudo e se mudar para outro lugar”.

Todd Frazier e Brandon Phillips comemoram vitória dos Reds. Bons tempos de um passado recente
Todd Frazier e Brandon Phillips comemoram vitória dos Reds. Bons tempos de um passado recente Joe Robbins/Getty Images

Como imaginar uma Major League Baseball sem um time em Cincinnati? Inconcebível. Mas ele usou essa carta para ameaçar a própria torcida.

Já estava evidente que a temporada seria dolorosa para o torcedor dos Reds. Mas as coisas sempre podem piorar. O time foi prejudicado com uma tabela cruel nas primeiras semanas. Dos 23 primeiros jogos, apenas cinco foram contra equipes que não são consideradas candidatos aos playoffs, sendo que 11 das 13 partidas iniciais foram como visitante contra os fortes Atlanta Braves, Los Angeles Dodgers e San Diego Padres.

Dá para ser pior? Óbvio que dá!

Só no primeiro mês da temporada, os Reds perderam Joey Votto (melhor jogador da franquia neste século), Jonathan India (eleito estreante do ano em 2021) e Donovan Solano, entre outros nomes. Neste momento, são 14 jogadores no departamento médico do Cincinnati.

Não é de surpreender que os Reds tenham iniciado o ano como o pior time da MLB. Claro, apenas 3 vitórias em 23 jogos é de uma ruindade fora de escala, mas o retorno de alguns jogadores e a chegada de adversários mais acessíveis (estou falando de você, Pittsburgh Pirates) já permitiu ao Cincinnati vencer cinco dos últimos sete jogos. Ainda é a pior campanha da liga, mas os Vermelhos talvez evitem estabelecer novos recordes históricos de ruindade.

Mais difícil mesmo será retomar a relação com a torcida. Isso levará muito tempo. Ou exigirá um bilionário que pague uma quantidade significativa de dólares aos Castellini.

PERSONAGEM DA SEMANA

Reid Detmers? Sério? Salvo pessoas envolvidas diretamente no dia a dia do Los Angeles Angels — como torcedor ou como membro da mídia ligado à cobertura do clube –, ninguém merece condenação por estranhar o autor do mais recente no-hitter da história da MLB. Detmers já chegou a aparecer como uma promessa interessante entre os arremessadores dos Angels, mas parecia que ainda tinha um caminho maior a percorrer até se consolidar.

Há apenas dois anos, o abridor estava no beisebol universitário, brilhando no Louisville Cardinals (teve ERA de 1,23 em sua última temporada). Foi selecionado pelos Angels como a décima escolha geral do draft de 2020, e teve uma ascensão muito rápida no profissional. Em 2021, fez 12 partidas pelo Rocket City Trash Pandas (sim, é esse o nome do time) no nível AA, com ERA de 3,50, e mais duas no Salt Lake City Bees no nível AAA, com ERA de 1,13. Foi chamado pelos Angels rapidamente, abrindo cinco jogos na temporada passada.

O talento é evidente, assim como a dificuldade de adaptação ao nível das grandes ligas. Teve ERA de 7,40 em cinco jogos em 2021 e vinha com 5,32 após mais cinco jogos neste ano. Até que veio a partida contra o Tampa Bay Rays em Anaheim.

Foi um festival de controle e dominância, com nove entradas quase perfeitas (um walk e um erro defensivo afastaram o arremessador do jogo perfeito). Detmers deitou e rolou com seus arremessos secundários, forçando contatos ruins dos rebatedores dos Rays e completou a partida com apenas 108 arremessos e dois (sim, 2) strikeouts. Um no-hitter que pode simbolizar a entrada definitiva de Detmers ao nível de jogo da MLB. Potencial para isso ele já tinha mostrado.

O NÚMERO DA SEMANA

3. Rebater um ciclo – ter uma rebatida simples, uma dupla, uma tripla e um home run no mesmo jogo – é raro. Foram apenas 335 em cerca de 234 mil jogos na história da MLB (0,14%). Christian Yelich atingiu o terceiro de sua carreira na última quarta (dia 11). Apenas John Rilley e Trea Turner alcançaram esta marca. Mas o defensor externo do Milwaukee Brewers foi além: os três ciclos foram contra o mesmo time, o Cincinnati Reds.

VÍDEO DA SEMANA

Seu time está perdendo, aí você consegue um grand slam na nona entrada e força entradas extras. Na 11ª, você rebate um outro home run, agora de três corridas, e deixa seu time com a vitória na mão. Tudo isso contra um rival de divisão. Como celebrar o momento? Josh Naylor mostra:


O QUE VEM POR AÍ

Houston Astros e Boston Red Sox fizeram a final da Liga Americana na última temporada. Os confrontos foram quentes, e os torcedores dos Meias Vermelhas até agora não esquecem uma decisão da arbitragem que pode ter mudado o rumo da série, transformando no que poderia ser a terceira vitória do Boston na segunda do Houston, e transformando o embalo da decisão (terminou em 4 a 2 para os texanos). Nesta semana, as equipes voltam a se enfrentar em três jogos entre segunda e quarta. Os Red Sox precisam das vitórias para recuperar a confiança e entrar na briga pelos playoffs após um início de temporada bastante ruim. E a boa notícia: todos os jogos terão transmissão para o Brasil (veja abaixo). 

Justin Verlander, do Houston Astros
Justin Verlander, do Houston Astros Getty

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 13/mai
20h - Toronto Blue Jays x Tampa Bay Rays (ESPN 3 e Star+)

Sábado, 14/mai
20h - Boston Red Sox x Texas Rangers (Star+)

Domingo, 15/mai
20h - San Francisco Giants x St. Louis Cardinals (ESPN 3 e Star+)

Segunda, 16/mai
20h - Houston Astros x Boston Red Sox (Star+)

Terça, 17/mai
20h - Houston Astros x Boston Red Sox (Star+)

Quarta, 18/mai
19h - Houston Astros x Boston Red Sox (ESPN 3 e Star+)

Quinta, 19/mai
20h30 - Arizona Diamondbacks x Chicago Cubs (Star+)

Sexta, 20/mai
20h - Chicago White Sox x New York Yankees (Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 13/mai
21h30 - LMB: Mariachis de Guadalajara x Algodoneros de Unión Laguna
21h30 - LMB: Bravos de León x Generales de Durango

Sábado, 14/mai
13h - NCAA (beisebol): Kentucky x South Carolina
14h - NCAA (beisebol): Louisville x Virginia Tech
16h - NCAA (beisebol): Ole Miss x LSU
17h - NCAA (beisebol): Pittsburgh x Notre Dame
20 - LMB: Guerreros de Oaxaca x Águila de Veracruz
20h - NCAA (beisebol): Miami x Florida State
21h30 - LMB: Toros de Tijuana x Acereros de Monclova

Domingo, 15/mai
13h - NCAA (beisebol): Pittsburgh x Notre Dame
13h - NCAA (beisebol): Miami x Florida State
14h - NCAA (beisebol): Mississippi State x Texas A&M
16h - NCAA (beisebol): Clemson x Virginia
16h - NCAA (beisebol): Nebraska x Illinois
17h - NCAA (beisebol): Alabama x Auburn
19h - LMB: Bravos de León x Generales de Durango
20h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Algodoneros de Unión Laguna

Segunda, 16/mai
21h30 - LMB: Leones de Yucatán x Tigres de Quintana Roo

Terça, 17/mai
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Guerreros de Oaxaca
21h30 - LMB: Olmecas de Tabasco x Tigres de Quintana Roo

Quarta, 18/mai
21h30 - LMB: Leones de Yucatán x Pericos de Puebla
21h30 - LMB: Generales de Durango x Tecolotes de los Dos Laredos

Quinta, 19/mai
20h - NCAA (beisebol): Jogo a definir
20h - NCAA (beisebol): Notre Dame x Miami
21h - NCAA (beisebol): Jogo a definir
21h30 - LMB: Sultanes de Monterrey x Mariachis de Guadalajara
21h30 - LMB: Saraperos de Saltillo x Toros de Tijuana

Sexta, 20/mai
15h - NCAA (softbol): Jogo a definir
15h - NCAA (softbol): Jogo a definir
16h - NCAA (softbol): Jogo a definir
17h - NCAA (beisebol): Virginia x Louisville
18h - NCAA (softbol): Jogo a definir
19h - NCAA (softbol): Jogo a definir
20h - NCAA (beisebol): Notre Dame x Miami
20h - NCAA (softbol): Jogo a definir
20h - NCAA (softbol): Jogo a definir
21h - LMB: Piratas de Campeche x Diablos Rojos de México
21h - NCAA (beisebol): Jogo a definir
21h30 - LMB: Águila de Veracruz x Tigres de Quintana Roo
22h - NCAA (softbol): Jogo a definir
22h - NCAA (softbol): Jogo a definir
23h - NCAA (softbol): Jogo a definir

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Está difícil ser torcedor do Cincinnati Reds | Semana MLB

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Melhores times do mundo no ano! Vini já é top 5 do planeta? E quem leva a PL? | Podcast Futebol no Mundo

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
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Edição diferente do podcast Futebol No Mundo. Entramos ao vivo nas redes sociais da ESPN, e fizemos um apanhado de vários assuntos, com Premier League, LaLiga, Serie A, Bundesliga, uma explicação sobre a nova fórmula de disputa da Champions League e os campeões Escócia, Holanda e Tchéquia.

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Melhores times do mundo no ano! Vini já é top 5 do planeta? E quem leva a PL? | Podcast Futebol no Mundo

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City amplia vantagem na PL enquanto aguarda Haaland; Atleti próximo da UCL | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
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Semana muito feliz para o torcedor do Manchester City. O clube confirmou a contratação de Erling Haaland para a próxima temporada e a diferença para o Liverpool na Premier League subiu para três pontos. Esse foi o principal assunto do podcast Futebol No Mundo desta segunda, que também falou da classificação do Barcelona para a Champions League (e a quase classificação do Atlético de Madrid), o Milan se aproximando do título italiano, o retorno do Schalke à Bundesliga e, na entrevista da semana, Rivaldinho, do Cracovia (Polônia).

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City amplia vantagem na PL enquanto aguarda Haaland; Atleti próximo da UCL | Podcast Futebol No Mundo

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Por que a MLB estaria trabalhando para reduzir os home runs nas partidas | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

Jackie Bradley Jr, do Boston Red Sox
Jackie Bradley Jr, do Boston Red Sox Getty

O primeiro mês da temporada 2022 da MLB foi fraco ofensivamente. Cada time anotou uma média de 4 corridas por partida, a pior marca de um mês desde 1981. O aproveitamento no bastão (23,1%) é o pior de um mês desde 1968, ano em que os arremessadores dominaram tanto que a liga decidiu mudar as regras – baixou o montinho e criou o rebatedor designado – para esquentar os bastões. A quantidade de home runs por jogo é igual à de 2015. Tudo isso em uma temporada em que os números deveriam subir pela adoção de rebatedor designado em todos os times. E, para muitos, a liga trabalhou para criar esse cenário. Mas… por que fariam isso?

Bem, há uma dose de teoria da conspiração nisso. Vamos primeiro ao que é fato:

- Por causa do locaute, a pré-temporada foi mais curta que o normal, prejudicando a preparação dos jogadores. Isso traz obviamente um efeito negativo no desempenho dos times nas primeiras semanas, mas a tendência é que os arremessadores sentissem mais esse problema (o que deveria aumentar a produção ofensiva);

- Abril geralmente é um mês ofensivamente mais fraco na MLB, devido ao frio. Com o ar mais denso e o clima mais seco, as bolas tendem a voar menos após o contato com o bastão. Ainda assim, os números ofensivos deste ano são inferiores aos de outros meses de abril;

- A MLB implementou umidificador em todos os estádios, fazendo que as bolas sejam armazenadas em ambiente controlado para serem mais parecidas de um jogo para o outro. Em uma época do ano mais seca, como a primavera, o umidificador deixa a bola mais úmida do que estaria normalmente. No verão, mais úmido, a bola ficaria mais seca que o normal e a produção ofensiva poderia melhorar;

- A MLB também reduziu a compactação das primeiras camadas da lã que envolve o núcleo de cortiça da bola, reduzindo o coeficiente de restituição (o quanto a bola vai viajar) após o contato.

Pelos dois últimos itens, sobretudo o último, dá realmente a entender que a liga quer que a bola voe menos após o contato. Isso reduz os home runs, e muita gente – jogadores, treinadores, jornalistas que cobrem o esporte e torcedores – têm observado que muitas rebatidas que pareciam dignas de home runs estão se transformando em rebatidas duplas ou eliminações por bola voadora.

Não é apenas impressão. A ESPN americana fez um levantamento, comparando rebatidas com velocidade de saída da bola acima de 103,6 milhas/hora e ângulo do contato entre 27 e 29º nos últimos anos e em 2022. Ah, e apenas contando jogos no American Family Field (Milwaukee) e Tropicana Field (St. Petersburg, região metropolitana de Tampa) por serem estádios climatizados, sem variação atmosférica. Foram identificados sete pares de rebatidas iguais. Nas do passado, seis foram home runs. Nas de 2022, apenas três. E todos os contatos deste ano viajaram menos que seus equivalentes do passado.

Kevin Kiermaier, dos Rays, faz defesa espetacular em rebatida perto do muro
Kevin Kiermaier, dos Rays, faz defesa espetacular em rebatida perto do muro Reprodução TV

Muitos acreditam que esse movimento é proposital, e, por mais que soe contra-intuitivo trabalhar para reduzir a força dos ataques, há argumentos para defender uma bola que voe menos. Nos últimos anos, a MLB se tornou uma liga com pouca bola colocada em jogo. Muitos duelos terminavam sem que a defesa trabalhasse e corredores fossem para as bases, pois eram concluídos com strikeouts, walks ou home runs (a liga bateu recordes nessas três estatísticas nos últimos anos). 

Vários fatores levaram a isso:

- A especialização cada vez maior do bullpen, com a quantidade crescente de arremessadores capazes de mandar bolas perto de 100 milhas/hora;

- O aperfeiçoamento do posicionamento dos defensores para cada cenário do jogo, aumentando a taxa de contatos no campo que se transformam em eliminação. Com isso, a quantidade de rebatidas simples e duplas diminuem, e buscar um home rum se torna mais prático como forma de anotar corridas;

- O treinamento dos rebatedores para mudar o ângulo de contato da bola, buscando rebatidas que subam mais e, com isso, tenham mais chance de atravessar todo o campo.

Apesar de a grande quantidade de home runs dos últimos anos ser um efeito positivo, a conta não fecha. No geral, isso não compensa a queda de rebatidas simples e duplas, de situações de roubo de base e de jogadas defensivas espetaculares que gerem eliminações em base, muito menos o aumento de walks e strikeouts. Por isso, a MLB tem motivos para querer um beisebol com mais bolas rebatidas para o campo, nem que isso tenha de reduzir os home runs.

Mais corredores em base e mais bolas colocadas em jogo aumentariam jogadas empolgantes como as divididas no home plate
Mais corredores em base e mais bolas colocadas em jogo aumentariam jogadas empolgantes como as divididas no home plate Reprodução

Em um primeiro momento, o resultado das medidas são ataques pouco produtivos e placares baixos. Mas isso pode mudar se a liga implementar o relógio para arremessos (reduzindo o tempo de descanso entre um arremesso e outro e, com isso, reduzindo a quantidade de torpedos de 100 milhas/hora), criar alguma limitação para o posicionamento das defesas e, claro, se os rebatedores se adaptarem e reaprenderem a arte do contato rasteiro ou em linha que busca brechas no campo. Confiar nisso, porém, é exercício de otimismo. Teoricamente faz sentido, mas só dá para cravar depois de essas mudanças ocorrerem. Se é que ocorrerão.

PERSONAGEM DA SEMANA

Houston Astros e Seattle Mariners se enfrentam 19 vezes todo ano, e o encontro da última terça (dia 3) deveria ser mais um desses jogos. Mas, com os 4 a 0 dos Astros, a partida acabou marcando a 2.000ª vitória da carreira de Dusty Baker. O técnico do Houston é o 12º com mais triunfos na história da MLB e, apesar de jamais ter conquistado uma World Series (pelo menos por enquanto), terá seu nome imortalizado no Hall da Fama do Beisebol em breve. Até porque, a despeito de suas limitações como gerenciador de bullpen, ele é tido como uma das figuras mais adoradas por todos no esporte e, com seu poder de liderança e experiência no jogo, sabe como poucos os caminhos para construir uma equipe vencedora.

O NÚMERO DA SEMANA

12. Um time muito ruim, daqueles que ficam marcados entre os piores de uma década, terminará a temporada regular da MLB com aproveitamento em torno de 33%. Isso seria o equivalente a 54 vitórias e 108 derrotas, uma campanha que já seria vista como escandalosamente fraca. Pois o Cincinnati Reds do começo de 2022 está destruindo qualquer parâmetro de fragilidade nas grandes ligas. Após 25 jogos, venceu apenas três, um aproveitamento de 12%, quase um terço do que já seria notavelmente ruim. Claro, a tendência é que melhore quando o time começar a jogar mais partidas em casa e alguns dos 15 (sim, já são 15) lesionados retornarem a campo. Mas dá uma noção de como a franquia está largada pelos seus dirigentes.

VÍDEO DA SEMANA

O New York Mets teve uma semana e tanto contra seu principal rival, o Philadelphia Phillies. Na última sexta, 29 de abril, o time nova-iorquino conseguiu o segundo no-hitter de sua história. Seis dias depois, chegou à nona entrada perdendo por 7 a 1. E fez isso:


O QUE VEM POR AÍ

Corbin Burnes é o último vencedor do Prêmio Cy Young da Liga Nacional, e começou 2022 disposto a justificar a honraria. Após cinco jogos, o ás do Milwaukee Brewers arremessou 32,2 entradas e cedeu apenas sete corridas, o que resulta em um ERA de 1,93. Max Fried, do Atlanta Braves, teve um ERA espetacular de 1,56 depois de 28 de julho na temporada passada e começou a atual com efetividade de apenas 3. São dois dos melhores arremessadores da MLB nos últimos dois anos, e se enfrentarão neste sábado em Atlanta. Um duelaço no montinho, que pode ser até prévia de encontro nos playoffs.

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 6/mai
20h - Texas Rangers x New York Yankees (ESPN 3 e Star+)

Sábado, 7/mai
22h - Washington Nationals x Los Angeles Angels (Star+)

Domingo, 8/mai
20h - Los Angeles Dodgers x Chicago Cubs (ESPN 2 e Star+)

Segunda, 9/mai
22h30 - Chicago Cubs x San Diego Padres (ESPN 3 e Star+)

Terça, 10/mai
20h - Toronto Blue Jays x New York Yankees (ESPN 3 e Star+)

Quarta, 11/mai
20h - Boston Red Sox x Atlanta Braves (Star+)

Quinta, 12/mai
23h - Philadelphia Phillies x Los Angeles Dodgers (ESPN 3 e Star+)

Sexta, 13/mai
20h - Toronto Blue Jays x Tampa Bay Rays (ESPN 3 e Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 6/mai
18h - NCAA (softbol): Louisville x Notre Dame
18h - NCAA (softbol): Northwestern x Minnesota
19h - NCAA (softbol): Auburn x Tennessee
20h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Oklahoma
20h - NCAA (beisebol): Georgia Tech x Clemson
21h - NCAA (beisebol): Florida x Mississippi State
23h - NCAA (beisebol): UC Santa Barbara x UC Irvine
23h30 - LMB: Generales de Durango x Toros de Tijuana

Sábado, 7/mai
12h30 - NCAA (softbol): Auburn x Tennessee
13h - NCAA (softbol): Pittsburgh x Duke
14h30 - NCAA (softbol): Ole Miss x Georgia
15h - NCAA (beisebol): Florida State x Boston College
15h - NCAA (beisebol): North Carolina x NC State
16h30 - NCAA (softbol): Arkansas x Texas A&M
18h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Oklahoma
18h30 - NCAA (beisebol): Arkansas x Auburn
19h - LMB: Diablos Rojos de México x Guerreros de Oaxaca
20h - LMB: Piratas de Campeche x Leones de Yucatán
20h30 - NCAA (beisebol): Florida x Mississippi State
21h30 - NCAA (beisebol): LSU x Alabama

Domingo, 8/mai
15h30 - LMB: Águila de Veracruz x Bravos de León
21h - LMB: Generales de Durango x Toros de Tijuana

Segunda, 9/mai
21h30 - LMB: Toros de Tijuana x Sultanes de Monterrey

Terça, 10/mai
21h30 - LMB: Mariachis de Guadalajara x Saraperos de Saltillo
21h30 - LMB: Pericos de Puebla x Águila de Veracruz

Quarta, 11/mai
21h30 - LMB: Tigres de Quintana Roo x Piratas de Campeche
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Tecolotes de los Dos Laredos
21h30 - LMB: Bravos de León x Guerreros de Oaxaca

Quinta, 12/mai
21h30 - LMB: Acereros de Monclova x Rieleros de Aguascalientes
21h30 - LMB: Pericos de Puebla x Águila de Veracruz

Sexta, 13/mai
21h30 - LMB: Mariachis de Guadalajara x Algodoneros de Unión Laguna
21h30 - LMB: Bravos de León x Generales de Durango

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Por que a MLB estaria trabalhando para reduzir os home runs nas partidas | Semana MLB

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Carta revela o esquema de roubo de sinais dos Yankees, mas sem grandes surpresas | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal


O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

“A carta que a MLB e o New York Yankees querem esconder enfim virá a público.” Havia uma expectativa grande em cima da revelação do conteúdo da mensagem que a liga enviou aos Yankees em 2017, detalhando o resultado de investigações sobre como o clube usou tecnologia para roubar de sinais dos catchers adversários. Os dois lados queriam deixar a carta em sigilo, mas a Justiça americana determinou em abril de 2020 que o texto fosse levado a público dali dois anos. Ou seja, nesta semana.

A maneira como a MLB e os Yankees tentaram derrubar a decisão dava a entender que o conteúdo da carta, enviada pelo comissário Rob Manfred ao general manager Brian Cashman, seria bombástico. Não foi bem assim.

Aaron Judge, dos Yankees
Aaron Judge, dos Yankees Sean M. Haffey/Getty Images Sport

A liga descobriu que o time usava as câmeras para filmar os sinais dos catchers adversários. A partir daí, alguém no banco recebia a informação por telefone e a repassava a um eventual corredor em base, que tentaria sinalizar ao rebatedor qual tipo de arremesso viria. O esquema não se aplicaria a situações de jogo em que as bases estivessem vazias.

Roubo de base é algo que existe há décadas no beisebol, ainda mais com corredor em base eventualmente descobrindo o tipo de arremesso e informando seu companheiro no bastão. Isso sempre foi – e continua sendo – permitido se for apenas com base no olho apurado e na esperteza dos jogadores envolvidos. Quando há uso de tecnologia é ilegal. Ou seja, o que os Yankees fizeram é irregular, não há debate quanto a isso.

Então, por que a carta não caiu como uma bomba? 

Simples: não tinha nada do que o público não soubesse.

Em 2017, quando a carta foi enviada aos Yankees, a MLB multou a franquia em US$ 100 mil pelo uso de tecnologia para roubo de sinais. A multa foi anunciada, bem como o motivo dela. Ainda naquele ano, reportagens na imprensa revelaram a natureza do esquema empregado pelos Yankees. E era basicamente o que a carta dizia. Não veio nenhuma novidade bombástica, que colocasse o roubo de sinais dos nova-iorquinos em igualdade ao do Houston Astros naquele mesmo ano.

Obs.: Os Astros usavam um esquema mais elaborado, informando aos rebatedores qual tipo de arremesso viria em todos os momentos, não apenas com corredores em base. O Houston recebeu punição em multa (mais pesada que a recebida pelos Yankees), perda de escolhas no draft e suspensão de membros de sua comissão técnica, mas o título conquistado naquele ano foi mantido.

Houston Astros comemora vitória sobre o Los Angeles Dodgers na World Series de 2017
Houston Astros comemora vitória sobre o Los Angeles Dodgers na World Series de 2017 Getty

No final das contas, a mensagem revelada nesta semana apenas reforça o questionamento de torcedores do Boston Red Sox sobre o porquê de seu time ter recebido punição mais pesada por roubar sinais em 2018, sendo que o esquema era muito parecido com o dos Yankees. A MLB pode alegar que, após multar o time nova-iorquino, ela enviou comunicado a todas as franquias afirmando que reforçaria a fiscalização. Os Red Sox – que foram advertidos em 2017 – acabaram caindo nessa política reforçada em 18.

Esse argumento ainda soa como retórica, e a liga segue exposta a ataques de quem considera que foi muito branda com os Yankees. Talvez por isso a MLB e a franquia nova-iorquina tenham lutado tanto para impedir a revelação do conteúdo da carta de 2017. Porque, de novidade real, ela trouxe muito pouco.

Personagem da semana

Após meses renovando a licença de Trevor Bauer, a MLB enfim anunciou a punição ao arremessador do Los Angeles Dodgers por violar as regras da liga para casos de violência doméstica. O vencedor do Prêmio Cy Young de 2020 pegou um gancho de 324 partidas, o que equivale a duas temporadas cheias. Isso significa que ele está fora da temporada atual e da próxima, além de perder 19 jogos no início de 2024. 

Bauer não receberá salário durante esse período, mas já anunciou que vai apelar da decisão. O Semana MLB falou do caso aqui. Como atualização ao texto do link, a Justiça decidiu em fevereiro que não processaria Bauer criminalmente. Mas a MLB tem autonomia para realizar sua própria investigação e, de acordo com as informações em mãos, punir dentro da esfera esportiva, mesmo que o atleta não seja condenado pela Justiça comum.

Trevor Bauer durante jogo dos Dodgers
Trevor Bauer durante jogo dos Dodgers Sean M. Haffey/Getty Images

O número da semana

6. Número de strikeouts cantado pelo árbitro Ángel Hernández com o terceiro strike tendo menos de 50% de chance de ser marcado. Isso ocorreu na partida entre Milwaukee Brewers e Philadelphia Phillies no último dia 24. É o maior número de strikeouts cantados com menos de 50% de chance de marcação nos últimos anos.

Vídeo da semana

A reação de Kyle Schwarber, dos Phillies, no último strikeout cantado com bola fora da zona de strike no jogo citado logo acima. Todos (jogadores dos Phillies, dos Brewers e torcedores) se sentiram representados.

O que vem por aí

A próxima semana será repleta de confrontos diretos por times candidatos a conquistar suas divisões. Ou seja, alto potencial de partidas quentes e que terão peso na classificação dessas equipes. Ainda mais porque, em caso de igualdade ao final da temporada regular, não há mais jogo extra. Vai para o confronto direto. O torcedor poderá ver três dois duelos entre Los Angeles Dodgers e San Francisco Giants (terça e quarta em Los Angeles), três entre Toronto Blue Jays e New York Yankees (entre segunda e quarta em Toronto) e entre Seattle Mariners e Houston Astros (entre segunda e quarta em Houston), e quatro entre Atlanta Braves e New York Mets (entre segunda e quarta, com rodada dupla na terça, em Nova York). Três desses jogões terão transmissão na ESPN e/ou no Star+. Confira abaixo.

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 29/abr
20h - Houston Astros x Toronto Blue Jays (Star+)

Sábado, 30/abr
23h - Detroit Tigers x Los Angeles Dodgers (Star+)

Domingo, 1º/mai
20h - Philadelphia Phillies x New York Mets (ESPN 3 e Star +)

Segunda, 2/mai
20h - New York Yankees x Toronto Blue Jays (Star+)

Terça, 3/mai
23h - San Francisco Giants x Los Angeles Dodgers (ESPN 2 e Star+)

Quarta, 4/mai
23h - San Francisco Giants x Los Angeles Dodgers (Star+)

Quinta, 5/mai
21h - Detroit Tigers x Houston Astros (ESPN 3 e Star+)

Sexta, 6/mai
20h - Texas Rangers x New York Yankees (ESPN 3 e Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 29/abr
16h - NCAA (beisebol): Delaware State x Norfolk State
19h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Florida State
20h - NCAA (beisebol): Auburn x Tennessee
21h - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Tecolotes de los Dos Laredos
21h - NCAA (beisebol): Dallas Baptist x Illinois State
21h - LMB: Piratas de Campeche x Olmecas de Tabasco

Sábado, 30/abr
13h - NCAA (softbol): Florida x LSU
14h - NCAA (beisebol): Boston College x Notre Dame
16h - NCAA (softbol): Mississippi State x Kentucky=
17h - NCAA (beisebol): Miami x Georgia Tech
17h - NCAA (softbol): Virginia x Louisville
18h - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Diablor Rojos de México
18h - NCAA (softbol): Texas A&M x Missouri
19h - NCAA (beisebol): TCU x Florida State
20h - LMB: Acereros de Monclova x Saraperos de Saltillo
20h - NCAA (beisebol): Auburn x Tennessee
21h - NCAA (beisebol): Santa Clara x San Diego
21h - NCAA (beisebol): Ole Miss x Arkansas

Domingo, 1º/mai
15h - LMB: Bravos de León x Pericos de Puebla
19h - LMB: Sultanes de Monterrey x Generales de Durango

Segunda, 2/mai
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Tigres de Quintana Roo

Terça, 3/mai
21h30 - LMB: Saraperos de Saltillo x Pericos de Puebla
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Tigres de Quintana Roo

Quarta, 4/mai
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Tigres de Quintana Roo
21h30 - LMB: Olmecas de Tabasco x Leones de Yucatán
21h30 - LMB: Generales de Durango x Sultanes de Monterrey

Quinta, 5/mai
21h - LMB: Saraperos de Saltillo x Pericos de Puebla
21h30 - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Acereros de Monclova

Sexta, 6/mai
18h - NCAA (softbol): Louisville x Notre Dame
18h - NCAA (softbol): Northwestern x Minnesota
19h - NCAA (softbol): Auburn x Tennessee
20h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Oklahoma
20h - NCAA (beisebol): Georgia Tech x Clemson
21h - NCAA (beisebol): Florida x Mississippi State
23h - NCAA (beisebol): UC Santa Barbara x UC Irvine
23h30 - NCAA (beisebol): Generales de Durango x Toros de Tijuana

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Carta revela o esquema de roubo de sinais dos Yankees, mas sem grandes surpresas | Semana MLB

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A’s parecem forçar um rompimento com seus próprios torcedores (efeito Las Vegas?) | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

A temporada mal começou e o Oakland Athletics já bateu dois recordes. Mas não tem motivos para se orgulhar disso, ainda que tenha contribuído muito para isso. Na última terça, o time levou apenas 3.748 torcedores, a pior marca do clube em jogos sem restrição de público desde 1980. No dia seguinte, a marca foi superada: 2.703.

É fácil imaginar que o torcedor dos A’s se cansou do time após o início de mais um processo de reconstrução do elenco. A diretoria negociou três dos principais jogadores, Matt Olson, Matt Chapman e Sean Manaea, em troca de mais uma leva de jovens promissores. Nenhuma novidade. Os A’s são um dos vários times da MLB que vivem em curtas janelas de competitividade ensanduichadas por processos de reconstrução. Mas a direção do clube até merece crédito por abreviar o tempo dessa reformulação e ter relativo sucesso: o time nunca fica muitos anos longe dos playoffs. 

No entanto, a torcida nunca se alienou tanto. Sinal de que há algo mais profundo.

Oakland Coliseum sendo transformado em estádio de NFL para de MLB
Oakland Coliseum sendo transformado em estádio de NFL para de MLB Reprodução

O momento é diferente dos anteriores. Os Athletics buscam um novo estádio há décadas, mas o assunto nunca esteve tão perto de um novo passo, qualquer que seja ele. A franquia já entregou à prefeitura um projeto de revitalização de uma área próxima ao centro, que receberia o estádio e vários investimentos imobiliários. O poder público teria custo zero no empreendimento em si, mas teria de arcar com algumas obras de infraestrutura na região e ainda considerar se o tal projeto realmente é o melhor para a cidade. O debate ainda envolve o porto de Oakland, pois parte das instalações teriam seu fluxo afetado pela obra.

A ideia dos donos dos A’s não é enriquecer especificamente com o quanto de público a mais o time teria no novo estádio, mas com os negócios imobiliários permitidos em todo o projeto. Como os Braves fizeram ao se mudar do centro de Atlanta para Cobb County, um subúrbio de classe média-alta a noroeste da cidade.

Com tanta coisa na mesa, o projeto não recebe um “sim” ou “não” definitivo da prefeitura, o que fez a direção dos Athletics e a MLB a pressionarem por dois caminhos: reforçando a ideia de que o estádio atual, o Coliseu, é inviável para a a sustentabilidade da franquia e também flertando de maneira nada discreta com Las Vegas.

No ano passado, o presidente dos A’s, Dave Kaval, foi convidado para assistir a uma partida do Vegas Golden Knights nos playoffs da MLB. E ele fez questão de postar uma imagem em que se mostrava impressionado pelo envolvimento da torcida local.


O passo seguinte foi agir diretamente contra o torcedor. Mesmo em um ano de elenco enfraquecido por mais uma reformulação, a franquia decidiu aumentar o preço dos ingressos. Por exemplo, o estacionamento subiu para US$ 30 e o ingresso de terceiro anel (um dos piores lugares do estádio) foi para US$ 25 (outros clubes chegam a cobrar cerca de US$ 10 nos piores lugares da arquibancada).

A torcida não aceitou e decidiu se afastar. Até porque ela sente que está sendo usada para pressionar a prefeitura, com alto risco de, no final das contas, os Athletics seguirem Raiders e Warriors e acabarem trocando Oakland por algum mercado mais rico e glamoroso (os Raiders foram para Las Vegas e os Warriors, para São Francisco). Aí, o beisebol da cidade poderia se limitar a um time de ligas menores. Talvez como triple-A do Las Vegas Athletics, já que o atual triple-A do Oakland é justamente o Las Vegas Aviators, que teria de se mudar se a MLB chegar à cidade.

AVISO

A LMB, Liga Mexicana de Béisbol, está de volta. E, como já ocorreu em 2021, a competição terá transmissões exclusivas no Star+. Neste ano, três brasileiros devem disputar a liga, uma das mais fortes do mundo: Paulo Orlando, pela Águila de Veracruz, Leonardo Reginatto, dos Rieleros de Aguascalientes, e Tiago da Silva. dos Generales de Durango. Tiago está voltando de lesão e deve se integrar ao time apenas em junho. Veja que jogos terão transmissão na seção de programação aqui no Semana MLB.

PERSONAGEM DA SEMANA

O venezuelano Miguel Cabrera
O venezuelano Miguel Cabrera Getty Images

Miguel Cabrera vem de temporadas apagadas, sentindo uma queda natural de desempenho pela idade enquanto defende uma equipe que há muitos anos não briga por algo relevante. Ainda assim, o rebatedor designado do Detroit Tigers é um dos melhores rebatedores puros deste século, e chegará a 3 mil rebatidas na carreira. Na partida contra os Yankees na última quarta, o venezuelano conseguiu três rebatidas, chegando a 2.999. No dia seguinte, não rebateu nas três primeiras vezes que foi ao bastão. Na quarta chance, recebeu um walk intencional, tirando do torcedor a possibilidade de ver a 3.000ª rebatida. Mas ela fatalmente chegará, transformando Cabrera no 33º jogador com a marca na história da MLB.

NÚMERO DA SEMANA

Vinte minutos. É esse o tamanho do impacto da adoção do relógio de arremesso nas primeiras semanas de temporada nas ligas menores. A ferramenta tem sido testada em algumas partidas, e, mesmo com a amostragem ainda pequena, o impacto é grande. As partidas com limitação de tempo (14 segundos com bases vazias, 18 segundos com corredores em base), a duração média tem sido de 2h39. Os jogos das ligas menores sem relógio tiveram 2h59 de duração em 2021 e estão com 3h03 neste começo de 2022.

VÍDEO DA SEMANA


Não é futebol americano, mas parece. Josh Phillips rebateu dois home runs para a North Central Texas College na partida contra a Weatherford College. Nas duas oportunidades, ele falou coisas provocativas. Owen Woodward, o arremessador, acabou perdendo a cabeça e foi para um tackle violento. 

A partida foi suspensa. Woodward pegou quatro jogos de suspensão, mas acabou dispensado pela universidade. Phillips teve dois jogos de gancho.

O QUE VEM POR AÍ

Toronto Blue Jays e Houston Astros são tidos como dois dos favoritos ao título da Liga Americana. E, para quem está ansioso para ver as duas equipes medindo forças, é bom ficar ligado nos próximos dez dias. Canadenses e texanos medirão forças em duas séries de finais de semana: neste, em Houston, no próximo, em Toronto. E é isso. Blue Jays e Astros não se enfrentarão mais nesta temporada regular. Então, os confrontos serão as referências mais próximas para um eventual cruzamento em playoffs. Entre os duelos de arremessadores, poderemos ter Ross Stripling x Justin Verlander, Alek Manoah x José Urquidy e Kevin Gausman x Jake Odorizzi.

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 22/abr
20h - Boston Red Sox x Tampa Bay Rays (ESPN 3 e Star+)

Sábado, 23/abr
22h - Kansas City Royals x Seattle Mariners (Star+)

Domingo, 24/abr
20h - Milwaukee Brewers x Philadelphia Phillies (ESPN 3 e Star+)

Segunda, 25/abr
21h - Houston Astros x Texas Rangers (ESPN 3 e Star+)

Terça, 26/abr
20h30 - New York Mets x St. Louis Cardinals (ESPN 3 e Star+)

Quarta, 27/abr
22h30 - Cleveland Guardians x Los Angeles Angels (Star+)

Quinta, 28/abr
20h - Chicago Cubs x Atlanta Braves (ESPN 3 e Star+)

Sexta, 29/abr
20h - Houston Astros x Toronto Blue Jays (Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 22/abr
17h - NCAA (softbol): Pittsburgh x Virginia
19h - NCAA (softbol): Clemson x Florida State
19h30 - NCAA (softbol): Auburn x Mississippi State
21h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Rieleros de Aguascalientes
21h - NCAA (beisebol): NC State x Louisville
21h - NCAA (softbol): Arkansas x Florida
21h30 - LMB: Tecolotes de los Dos Laredos x Sultanes de Monterrey
21h30 - NCAA (beisebol): Arkansas x Texas A&M

Sábado, 23/abr
13h - NCAA (beisebol): Vanderbilt x Kentucky
15h - NCAA (softbol): LSU x Georgia
15h - NCAA (softbol): Clemson x Florida State
15h30 - NCAA (softbol): Arkansas x Florida
16h - NCAA (softbol): Ole Miss x South Carolina
17h30 - NCAA (beisebol): Mississippi State x Ole Miss
18h - NCAA (softbol): Auburn x Mississippi State
19h - NCAA (beisebol): Jogo a definir
20h - NCAA (beisebol): Alabama x Texas A&M
20h30 - NCAA (softbol): Texas x Oklahoma
21h - LMB: Piratas de Campeche x Tigres de Quintana Roo
23h - LMB: Diablos Rojos de México x Toros de Tijuana

Domingo, 24/abr
13h - NCAA (softbol): Louisville x Virginia Tech
13h - NCAA (softbol): Ohio State x Michigan
13h - NCAA (softbol): LSU x Georgia
15h - NCAA (beisebol): North Carolina x Virginia
15h - NCAA (beisebol): Georgia x Alabama
15h - NCAA (beisebol): Duke x Virginia Tech
20h - LMB: Pericos de Puebla x Águila de Veracruz
20h - NCAA (softbol): Missouri x Kentucky
21h - LMB: Piratas de Campeche x Tigres de Quintana Roo

Segunda, 25/abr
20h - NCAA (softbol): Missouri x Kentucky

Terça, 26/abr
20h - NCAA (beisebol): East Carolina x NC State
21h - LMB: Toros de Tijuana x Rieleros de Aguascalientes
21h - LMB: Pericos de Puebla x Guerreros de Oaxaca

Quarta, 27/abr
17h - NCAA (softbol): UConn x Boston College
20h - NCAA (softbol): Lamar x Texas A&M
21h - LMB: Acereros de Monclova x Tecolotes de los Dos Laredos
21h30 - LMB: Sultanes de Monterrey x Algodoneros de Unión Laguna
22h - LMB: Leones de Yucatán x Piratas de Campeche

Quinta, 28/abr
20h - NCAA (beisebol): Alabama x South Carolina
20h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Florida State
21h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Diablos Rojos de México
21h - LMB: Pericos de Puebla x Guerreros de Oaxaca
21h - NCAA (beisebol): Texas A&M x Vanderbilt

Sexta, 29/abr
16h - NCAA (beisebol): Delaware State x Norfolk State
19h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Florida State
20h - NCAA (beisebol): Auburn x Tennessee
21h - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Tecolotes de los Dos Laredos
21h - NCAA (beisebol): Dallas Baptist x Illinois State
21h - LMB: Piratas de Campeche x Olmecas de Tabasco

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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A’s parecem forçar um rompimento com seus próprios torcedores (efeito Las Vegas?) | Semana MLB

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Pré-temporada curta pode ter custado no-hitters e jogo perfeito | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

Yu Darvish estava dominante no montinho no último dia 7. Após seis entradas, o arremessador do San Diego Padres estava abrindo a temporada com quatro walks e nenhuma rebatida cedida ao Arizona Diamondbacks. Apesar do no-hitter em andamento, foi substituído na sétima entrada com 92 arremessos. Tim Hill entrou e cedeu uma rebatida.

No dia seguinte, ainda em Padres x Dbacks, foi a vez de Sean Manaea silenciar o ataque do Arizona. Dessa vez, foram sete entradas sem nenhuma rebatida cedida, apenas um walk. Deixou a partida com 88 arremessos. Hill entrou novamente, e novamente cedeu uma rebatida que acabou como no-hitter.

Clayton Kershaw
Clayton Kershaw Getty

Um cenário parecido ocorreu nesta quarta (13). Clayton Kershaw precisou de apenas 80 arremessos para fazer sete entradas perfeitas contra o Minnesota Twins. Uma atuação como o ás do Los Angeles Dodgers não tinha há anos. Ainda assim, foi tirado do montinho antes da oitava entrada. E o jogo perfeito acabou com uma rebatida de Gary Sánchez em cima de Alex Vesia.

Foram três quase no-hitters, um deles jogo perfeito, na primeira semana da temporada. E todos acabaram porque o arremessador titular foi retirado do montinho com menos de 100 arremessos e o bullpen não manteve o nível de dominância. Claro, torcedores reclamaram dos treinadores (Bob Melvin dos Padres e Dave Roberts dos Dodgers) pelas mexidas. Mas é compreensível dentro de um início de temporada incomum que estamos vivendo.

A pré-temporada da MLB costuma ter um mês e meio de partidas. É o considerado ideal para os jogadores se recuperarem fisicamente, afinarem seus fundamentos e ganharem ritmo de jogo. E, ainda assim, é normal faltar um pouco nas primeiras semanas da temporada regular.

Em 2022, devido ao atraso do retorno das atividades pelo locaute (greve patronal), o Spring Training foi abreviado. Jogadores fizeram uma preparação mais curta, e isso normalmente sacrifica mais os arremessadores. O pessoal do montinho é o que mais precisa de mais ritmo para ficar física e tecnicamente preparado para o rigor da temporada. Com poucas entradas no braço na pré-temporada, o risco de lesão é maior. O que justifica o excesso de zelo dos técnicos, mesmo que isso represente a perda de um no-hitter ou de um jogo perfeito. Ainda mais com jogadores que tiveram lesões graves, como Darvish, Manaea e Kershaw.

Se alguma dessas atuações poderia ter seguido, foi a do ás dos Dodgers. Primeiro, porque ele tinha menos arremessos na partida e talvez conseguisse terminar as nove entradas com menos de 100 arremessos. Segundo, porque era um jogo perfeito, algo muito mais precioso dentro da história da MLB (o próprio Kershaw já tem um no-hitter no currículo).

De qualquer maneira, não espere que treinadores sejam ousados na contagem de arremessos. A tendência é ser conservador e, em relação a carga de trabalho, transformar as primeiras semanas da temporada regular no que seriam as últimas do Spring Training: um final de preparação.

AVISO

A LMB, Liga Mexicana de Béisbol, está de volta. E, como já ocorreu em 2021, a competição terá transmissões exclusivas no Star+. Neste ano, três brasileiros devem disputar a liga, uma das mais fortes do mundo: Paulo Orlando, pela Águila de Veracruz, Leonardo Reginatto, dos Rieleros de Aguascalientes, e Tiago da Silva. dos Generales de Durango. Tiago está voltando de lesão e deve se integrar ao time apenas em junho. Veja que jogos terão transmissão na seção de programação aqui no Semana MLB.

Paulo Orlando foi campeão da MLB pelo Kansas City Royals em 2015
Paulo Orlando foi campeão da MLB pelo Kansas City Royals em 2015 Reprodução ESPN

Personagem da semana

Alyssa Nakken entrou na história da MLB no último dia 12. Ela se tornou a primeira mulher a trabalhar como treinadora de campo em uma partida da liga. Foi no jogo entre San Francisco Giants e San Diego Padres. A ex-jogadora de softbol da Sacramento State assumiu a posição de técnica de primeira base quando o titular da posição, Antoan Richardson, foi expulso. Nakken entrou nos Giants em 2014, como estagiária e foi crescendo dentro do clube até se tornar treinadora assistente em 2020.

O número da semana

116. Quantidade de arremessos recebidos pelo estreante Steven Kwan, do Cleveland Guardians, até ter seu primeiro swing no vazio da carreira. É a melhor marca de início de carreira neste século e a oitava melhor em um início de temporada na história da liga. Ele ainda chegou em base em 15 das primeiras 19 idas ao bastão na carreira.

Vídeo da semana

Randy Arozarena foi eleito o estreante do ano da Liga Americana em 2021, mas começou 2021 se embananando. O cubano se atrapalhou após uma rebatida trivial de Christian Pache, dando ao jogador do Oakland Athletics tempo suficiente para percorrer todas as bases. Oficialmente foi registrado como rebatida simples com erro defensivo, mas o resultado final foi semelhante ao de um inside-the-park home run. 


O que vem por aí

O atual campeão, contra o time apontado pela maioria como o melhor. E o melhor ficou ainda mais forte justamente por contratar o melhor jogador do time campeão. Nada mal esse encontro entre Atlanta Braves, o campeão, e o Los Angeles Dodgers, o melhor elenco da liga e nova casa de Freddie Freeman. As duas equipes se enfrentam em uma série de três jogos entre os dias 18 e 20 no Dodger Stadium. O duelo da terça, 19, terá transmissão do ESPN 3 e do Star+.

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 15/abr
20h - New York Yankees x Baltimore Orioles (ESPN 3 e Star+) 

Sábado, 16/abr
20h - New York Yankees x Baltimore Orioles (Star+)

Domingo, 17/abr
20h - Atlanta Braves x San Diego Padres (ESPN 2 e Star+)

Segunda, 18/abr
20h30 - Pittsburgh Pirates x Milwaukee Brewers (ESPN 2 e Star+)

Terça, 19/abr
23h - Atlanta Braves x Los Angeles Dodgers (ESPN 3 e Star+)

Quarta, 20/abr
20h - Toronto Blue Jays x Boston Red Sox (ESPN 3 e Star+)

Quinta, 21/abr
20h30 - Pittsburgh Pirates x Chicago Cubs (ESPN 3 e Star+)

Sexta, 22/abr
20h - Boston Red Sox x Tampa Bay Rays (ESPN 3 e Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 15/abr
12h - NCAA (softbol): North Carolina Central x Norfolk
14h - NCAA (softbol): Georgia x Missouri
14h - NCAA (softbol): Alabama State x Jackson State
18h - NCAA (beisebol): Michigan x Michigan State
18h - NCAA (softbol): Syracuse x Louisville
20h - NCAA (beisebol): LSU x Arkansas
20h - NCAA (beisebol): Clemson x Wake Forest
20h - NCAA (beisebol): Florida x Vanderbilt
21h - NCAA (softbol): Oregon x Arizona
23h - NCAA (beisebol): Stanford x UCLA
23h - NCAA (softbol): UC San Diego x Cal State Fullerton

Sábado, 16/abr
13h - NCAA (softbol): South Carolina x LSU
15h - NCAA (beisebol): Kentucky x Missouri
15h - NCAA (softbol): Texas A&M x Tennessee
18h - NCAA (softbol): Mississippi State x Alabama
19h - NCAA (softbol): Georgia x Missouri
20h - NCAA (beisebol): Florida x Vanderbilt
21h - NCAA (softbol): Kentucky x Arkansas

Domingo, 17/abr
12h - NCAA (softbol): Princeton x Yale
13h - NCAA (softbol): Syracuse x Louisville
14h - NCAA (beisebol): Florida x Vanderbilt
15h - NCAA (beisebol): Virginia x Pittsburgh
15h - NCAA (softbol): Kentucky x Arkansas
17h - NCAA (softbol): Texas A&M x Tennessee

Segunda, 18/abr
20h - NCAA (softbol): Texas A&M x Tennessee

Terça, 19/abr
18h - NCAA (beisebol): Kentucky x Louisville
20h - NCAA (beisebol): Dallas Baptist x Texas A&M
21h - NCAA (beisebol): Campbell x North Carolina

Quarta, 2o/abr
18h - NCAA (softbol): East Carolina x NC State
20h - NCAA (beisebol): UConn x Boston College
20h - NCAA (softbol): Virginia Tech x Tennessee

Quinta, 21/abr
20h - NCAA (beisebol): Mississippi State x Ole Miss
21h - NCAA (beisebol): Missouri x LSU
21h - NCAA (softbol): Clemson x Florida State
0h - LMB: Diablos Rojos de México x Toros de Tijuana

Sexta, 22/abr
17h - NCAA (softbol): Pittsburgh x Virginia
19h - NCAA (softbol): Clemson x Florida State
19h30 - NCAA (softbol): Auburn x Mississippi State
21h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Rieleros de Aguascalientes
21h - NCAA (beisebol): NC State x Louisville
21h - NCAA (softbol): Arkansas x Florida
21h30 - LMB: Tecolotes de los Dos Laredos x Sultanes de Monterrey
21h30 - NCAA (beisebol): Arkansas x Texas A&M

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Pré-temporada curta pode ter custado no-hitters e jogo perfeito | Semana MLB

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Guia da temporada 2022 da MLB | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal


Yankees comemoram vitória
Yankees comemoram vitória ESPN

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição, apenas esta que foi publicada excepcionalmente na quinta

Demorou, mas chegou. A temporada 2022 da Major League Baseball esteve ameaçada por um locaute (greve patronal), que acabou durando 99 dias, cancelou partidas da pré-temporada e forçou o atraso dos jogos oficiais em uma semana. Ainda assim, a temporada será realizada em sua integridade, com 162 jogos. O que não significa que será uma temporada como as anteriores.

A MLB chega com diversas novidades. Como todo ano em que há mudança no acordo trabalhista, o mercado fica mais agitado que o normal. Além disso, há novidades no regulamento, da formação das equipes que entram em campo ao formato do campeonato. Para acompanhar tudo isso, confira um resumão do que rolará nesta temporada.

NOVAS REGRAS

Rebatedor designado universal

Os entusiastas de ataques poderosos podem comemorar: enfim, toda a MLB adotará a regra de rebatedor designado. Os arremessadores da Liga Nacional não serão mais obrigados a rebater, e agora é em definitivo (a regra foi adotada em 2020 apenas em caráter provisório por causa da pandemia). Além disso, há a “Regra Ohtani”: um jogador pode ser escalado como arremessador titular e como rebatedor designado ao mesmo tempo, sendo substituído em uma das funções e seguindo em campo na outra.

Playoffs maiores

O campeão de cada divisão se classifica para os mata-mata, isso segue igual. Mas, agora, são três times que levam um wildcard para também disputarem os playoffs. O formato muda: os dois campeões de divisão com melhor campanha vão direto para as séries divisionais (equivalente a semifinal de liga), enquanto que o pior campeão de divisão e o melhor time de wildcard têm vantagem do mando de campo em séries melhor-de três com os segundo e terceiro wildcards. Ah, outra novidade: não há mais jogo desempate. Se dois ou mais times terminarem empatados ao final da temporada regular, a classificação é definida por critérios de desempate (os dois primeiros são confrontos diretos entre os times e campanha contra os times da própria divisão). 

Fim dos sinais?

Os catcher poderão usar um aparelho eletrônico no braço para passar os sinais aos arremessadores. Assim, eles precisarão apenas apertar botões para enviar as sugestões de arremessos. O arremessador estará com um ponto eletrônico e poderá indicar se aceita ou não. O objetivo da medida é acabar com a paranoia sobre roubo de sinais e ainda acelerar o processo de escolha do arremesso. O uso do comunicador é facultativo, mas a aceitação foi boa entre quem experimentou a tecnologia na pré-temporada.

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5309982_WEB MLBLADODGERSXASTROS 291017 ESPN

Entradas extras

Como ocorreu em 2020, as entradas extras começarão com um corredor na segunda base.

Elencos maiores

Com a pré-temporada reduzida pelo locaute, a MLB permitirá que os times tenham 28 jogadores inscritos até 1º de maio. Assim, poderá rodar mais os jogadores, que não tiveram a preparação adequada. A partir de maio, os elencos voltarão aos 26 inscritos.

Bases maiores

As bases serão aumentadas de 15 in² (polegadas quadradas) para 18 in², ou de 38,1 cm² para 45,7 cm². O objetivo é aumentar reduzir os choques entre defensor e corredor na primeira base e aumentar ligeiramente a chance de roubo de base.

E as outras mudanças que eu estava esperando?

Um item importante do novo acordo trabalhista prevê que a MLB tenha mais autonomia para implementar mudanças de regras sem necessidade de tanta negociação com os jogadores. Por isso, é possível que várias regras novas sejam implementadas em 2023, como relógio para arremessos, utilização de arbitragem eletrônica para decidir bolas e strikes e proibição de shifts defensivos. No entanto, nada disso ainda é oficial.

TIME A TIME

LIGA AMERICANA LESTE

Baltimore Orioles

Um dos piores times da MLB, é favorito a pior campanha da temporada por estar em uma divisão muito forte. É uma equipe em reconstrução, e até tem alguns jogadores promissores (destaque para Cedric Mullins e Ryan Mountcastle), mas vai demorar ainda para ser competitiva.

Boston Red Sox

A equipe foi acima das expectativas quando chegou à final da Liga Americana na temporada passada, e ainda deixou o torcedor discutindo se um erro de arbitragem não teria tirado o time da World Series. No entanto, o time ainda tem fragilidades. O ataque é bom (JD Martínez, Trevor Story, Rafael Devers, Xander Bogaerts e Alex Verdugo formam um ótimo quinteto), o bullpen também (torcedor dos Red Sox não está muito acostumado a isso), mas a rotação depende demais de Chris Sale (que se lesiona com alguma frequência) e Nick Pivetta (vem de ótima temporada, mas ainda não se sabe se foi uma anomalia). 

Chris Sale, arremessador do Boston Red Sox
Chris Sale, arremessador do Boston Red Sox Getty

New York Yankees

Há anos os Yankees começam a temporada entre os favoritos da Liga Americana devido a um ataque poderoso (sobretudo Aaron Judge e Giancarlo Stanton), um bullpen eficiente e uma rotação com alguns ases (Gerrit Cole e Luis Severino, já de volta de lesão) e alguns jogadores promissores. E há anos fica sempre a sensação de que “falta algo” para avançar mais nos playoffs. Para esta temporada, abriu mão de Gary Sánchez e Gio Urshela para pegar o terceira base Josh Donaldson, o shortstop Isiah Kiner-Falefa e o catcher Ben Rortvedt. A torcida esperava algo mais bombástico, como Carlos Correa, mas o time segue candidato forte ao título da Liga Americana. Mas será que enfim achou o tal “algo mais”?

Tampa Bay Rays

Nunca subestime os Rays, pois eles são capazes de encontrar meios inusitados de montar equipes competitivas. No entanto, a sensação é que o time da Flórida deve perder um pouco de terreno em relação ao grupo que conquistou a divisão nos últimos dois anos. Ainda há muito talento, mas a rotação é muito jovem e não parece ter tantas opções como antes. Mesmo assim, deve estar no pelotão que briga por vaga nos playoffs e não seria surpreendente se beliscasse um dos wildcards.

Toronto Blue Jays

É tratado como o principal favorito da Liga Americana. Nas casas de apostas, aparece como o segundo mais cotado para levar a World Series, atrás apenas do Los Angeles Dodgers. Por que tanto otimismo? Porque o excelente ataque (liderado por Vladimir Guerrero Jr, melhor rebatedor da MLB em 2021) teve o reforço de Matt Chapman. Porque o bullpen segue forte. E porque a rotação – que perdeu o Cy Young da temporada passada, Robbie Ray – recebeu o reforço de Kevin Gausman e Yusei Kikuchi e manteve José Berríos e Alek Manoah. 

LIGA AMERICANA CENTRAL

Chicago White Sox

Já foi assim em 2021, continua agora: é, com alguma folga, o time mais talentoso da divisão. Há grandes jogadores na rotação (Lucas Giolito e Dallas Keuchel, ainda que Carlos Rodón tenha ido embora), no bullpen (Liam Hendricks, Michael Kopech) e, principalmente, no ataque (José Abreu, Tim Anderson, Luis Robert, AJ Pollock, Andrew Vaughn). Na temporada passada, ficou uma sensação de que esse time até perdeu referência competitiva pela facilidade de classificação e acabou sendo presa fácil para o Houston Astros nos playoffs. Mas é um time que pode até sonhar com World Series.

Carlos Rodón fará falta ao Chicago White Sox
Carlos Rodón fará falta ao Chicago White Sox Getty Images

Cleveland Guardians

Os Indians aparecem de cara nova, mas não conseguiram montar uma equipe competitiva para estrear o novo nome. Shane Bieber é um arremessador espetacular, José Ramírez é craque, Triston McKenzie ainda pode evoluir e… fica por aí. É uma equipe em reconstrução e não deve brigar por muita coisa.

Detroit Tigers

É uma equipe que vale a pena ficar de olho. Depois de muitos anos de reconstrução (e irrelevância na briga por qualquer coisa), os Tigers começaram a evoluir. Na temporada passada, um primeiro mês muito ruim ofuscou uma campanha bastante sólida no restante do ano. E a tendência é dar mais um passo adiante, com a contratação de Javier Báez (ex-Cubs e Mets) e o amadurecimento de jovens como Akil Baddoo e Casey Mize. Não deve ser suficiente para conquistar uma vaga nos playoffs, mas pode fazer uma graça.

Kansas City Royals

Situação parecida com a dos Tigers, mas talvez um passo atrás na escalada. Zack Greinke foi contratado para encerrar a carreira no clube que o revelou, e pode ajudar bastante a ser um braço confiável na rotação. Salvador Pérez e Whit Merrifield são forças no ataque, mas ainda é pouco para brigar no topo. Ainda assim, é um time capaz de aprontar algumas surpresas ao longo da temporada.

Minnesota Twins

Taí uma das incógnitas da temporada. A franquia parecia rumar à reconstrução de elenco após a base que conquistou duas vezes a divisão dar sinais de esgotamento. Mas a direção investiu pesado na contratação de Carlos Correa e Sonny Gray e, se alguns jovens da rotação mostrarem serviço e Alex Kiriloff e Byron Buxton evitarem as lesões, é uma equipe que pode até brigar por uma vaga nos playoffs.

LIGA AMERICANA OESTE

Houston Astros

Todo ano os Astros perdem algum jogador importante do time campeão de 2017 (desta vez, quem saiu foi Carlos Correa) e parece que, enfim, o time texano começará sua queda gradual. E isso simplesmente ainda não aconteceu, e nem deve ser agora. Verdade, Correa foi uma perda importante, mas o time ainda tem José Altuve, Justin Verlander (renovou contrato) e Alex Bregman, um ótimo bullpen, e jovens como Luis García, Kyle Tucker e Yordan Álvarez. A rotação merece alguma atenção pela instabilidade de alguns nomes, mas é o favorito ao título da divisão mais uma vez.

Los Angeles Angels

É até perigoso falar isso dos Angels, mas parece um time que realmente pode brigar por uma vaga nos playoffs. A equipe investiu bem para melhorar seu ponto fraco, o montinho. A rotação teve o reforço de Noah Syndergaard e provavelmente Michael Lorenzen (reliever nos Reds, mas deve ser abridor em LA), enquanto que o bullpen tem Aaron Loup, Raisel Iglesias e Archie Bradley. Se os arremessadores segurarem bem os ataques adversários, os Angels têm rebatedores capazes de ganhar muitos jogos, a começar por Mike Trout (melhor jogador do mundo) e Shohei Ohtani (MVP da temporada passada e que seguirá como abridor e rebatedor designado), mas também com alguma contribuição de Anthony Rendón e David Fletcher.

Shohei Ohtani arremessando no All-Star Game de 2021
Shohei Ohtani arremessando no All-Star Game de 2021 Getty Images

Oakland Athletics

Os A’s entraram em mais uma fase de reconstrução. Elas não costumam demorar tanto em Oakland, mas isso é sinal de que o time realmente deu passos para trás. Negociou Matt Chapman e Matt Olson, seus dois melhores jogadores, e dificilmente fará algo além de tentar dar rodagem para as promessas que estiverem mais perto de subir ao time principal.

Seattle Mariners

Os Mariners ficaram a duas vitórias dos playoffs na temporada passada, e houve um bom trabalho para reforçar o time. O que dá esperanças à torcida de retornar ao mata-mata após 21 anos de jejum (o maior das quatro principais ligas da América do Norte). Entre os recém-chegados, destacam-se Robbie Ray (Cy Young da Liga Americana em 2021) e Adam Frazier. Além disso, há muita expectativa pela chegada das promessas Julio Rodríguez e Matt Brash à MLB. 

Texas Rangers

Foi um surpreendente protagonista do mercado de intertemporada, sobretudo pela contratação de Marcus Semien e Corey Seager. A torcida ficou animada, mas ainda é cedo para pensar em voos tão altos. É uma equipe em ascensão, mas ainda precisa de mais tempo para chegar ao nível de Astros e Mariners.

LIGA NACIONAL LESTE

Atlanta Braves

Freddie Freeman era um símbolo da franquia por mais de uma década, MVP em 2020 e líder do time campeão da World Series de 2021. Perder um jogador desse calibre causa impacto a qualquer equipe. Mas os Braves trabalharam bem para contornar essa perda, e talvez até venham mais fortes do que quando conquistaram o título. Freeman será substituído pelo ótimo Matt Olson. Além disso, Ronald Acuña Jr está de volta (perdeu a segunda metade da temporada passada por lesão) e Kenley Jensen reforça um bullpen que já foi fundamental nos playoffs do ano passado. É uma equipe ainda jovem e com muito talento, que talvez tenha na rotação o único motivo de alguma preocupação. Mas é candidato a título novamente.

Miami Marlins

Alguns jogadores de talento (Jazz Chisholm, Jorge Soler, Joey Wendle e Sandy Alcántara) devem fazer dos Marlins uma equipe bastante divertida. Não é um elenco parrudo o suficiente para brigar por vaga nos playoffs, mas pode dar sinais de evolução e ajudar a alimentar os clipes de jogadas mais espetaculares da rodada. Com um trabalho mais ambicioso, até pode ser um princípio de um time realmente competitivo em alguns anos. O problema aí é esperar ambição dos Marlins.

New York Mets

Os Mets já tinham Jacob deGrom, para muitos o melhor arremessador do mundo no momento. Max Scherzer é outro candidato a esse posto, e o time de Nova York aproveitou e contratou o abridor que estava nos Dodgers para formar uma dupla de arremessadores sem igual na MLB. No entanto, continua sendo uma verdade que “há coisas que só acontecem com os Mets” (não deve ser coincidência que John Textor, dono da SAF do Botafogo, seja torcedor dos Mets) e os dois se contundiram na pré-temporada. Ainda assim, é uma equipe com um dono bilionário que não tem pudor em investir no elenco, que tem jogadores como Pete Alonso, Francisco Lindor e Starlin Marté. É candidato forte a um lugar nos playoffs, e, se a zica ficar longe do distrito do Queens, dá para pensar em voos mais altos.

Max Scherzer na época em que arremessava pelo Washington Nationals
Max Scherzer na época em que arremessava pelo Washington Nationals Getty

Philadelphia Phillies

Pouca gente tem apostado nos Phillies em uma divisão que tem Braves e Mets, mas o time da Filadélfia merece atenção. O ataque segue poderoso, com Bryce Harper, JT Realmuto e Kyle Schwarber. A rotação tem os ótimos Zack Wheeler e Aaron Nola. O problema, como nas últimas temporadas, é o bullpen. A direção trabalhou para dar mais força nesse setor, mas ainda há dúvidas se é bom o suficiente para alcançar o Atlanta e o New York. Mas é plausível imaginar os Phillies disputando uma vaga nos playoffs via wildcard.

Washington Nationals

Stephen Strasburg volta de lesão, Juan Soto é um dos rebatedores mais talentosos da MLB e Nelson Cruz foi contratado para rebater algumas dezenas de home runs. Os jogos dos Nationals devem ficar nisso: o destaque pontual desses três talentos e só. O time campeão de 2019 não existe mais, e é momento de reconstrução na capital americana.

LIGA NACIONAL CENTRAL

Chicago Cubs

Uma boa surpresa da intertemporada. Após negociar muitos jogadores marcantes do time campeão de 2016 (Kris Bryant, Javier Báez e Anthony Rizzo), os Cubs davam a sensação de que iriam sucatear o elenco para iniciar uma reconstrução. Não foi o que aconteceu. O time investiu em jogadores como Marcus Stroman e a sensação japonesa Seiya Suzuki, além de bons coadjuvantes como Wade Miley e o brasileiro Yan Gomes. Não dá pinta de time que briga por playoff, mas deve ser um adversário incômodo para quem estiver no topo da tabela.

O brasileiro Yan Gomes defenderá os Cubs em 2022
O brasileiro Yan Gomes defenderá os Cubs em 2022 Getty

Cincinnati Reds

A torcida dos Reds tem motivo para estar decepcionada com a diretoria. Após anos reconstruindo o elenco, o Cincinnati conseguiu uma vaga nos playoffs em 2020 e teria conquistado em 2021 se o terceiro wildcard já estivesse em vigor. Era um time capaz de pensar em mata-mata, mas a decisão do recesso foi reduzir a folha salarial. Ainda há bons jogadores na equipe, sobretudo Joey Votto e o estreante do ano passado Jonathan India. Mas a sensação é de que o time deu um passo para trás em relação às duas últimas temporadas.

Milwaukee Brewers

Anotar corridas contra os Brewers será uma tarefa dura para os adversários. A rotação conta com um ótimo trio em Corbin Burnes (Cy Young da Liga Nacional em 2021), Brandon Woodruff e Freddy Peralta. O bullpen é ainda mais intimidador, com a dupla Devon Williams e Josh Hader fechando a porta nas entradas finais. O problema do time é o ataque. Não que seja fraco, mas é sujeito a eventuais apagões, inclusive com Christian Yelich (MVP em 2018). Mas isso deve ser mais problemático nos playoffs. Para a temporada regular, é o favorito ao título da divisão.

Pittsburgh Pirates

Candidato mais forte a pior time da Liga Nacional, talvez brigue pela pior campanha no geral. A franquia está em plena reconstrução, e o momento é de pouco investimento em reforços. A esperança de algo diferente é se alguns dos jovens que devem ganhar oportunidade se mostrarem melhores do que o esperado. Ainda assim, seria mais para dar algumas alegrias pontuais ao torcedor.

St. Louis Cardinals

Os Cardinals tiveram uma arrancada espetacular para conseguir uma vaga nos playoffs em 2021, e agora a torcida ainda fica animada com o retorno do veterano Albert Pujols (o dominicano, um dos melhores jogadores da MLB neste século, fará uma última temporada pela equipe que o revelou antes de se aposentar). Mas o cenário não é tão animador assim para o St. Louis. Jogadores importantes está perto do final da carreira – além de Pujols, Yadier Molina e Adam Wainwright também se aproximam da aposentadoria – e é perigoso depender demais de jogadores tão veteranos. Ainda assim, com Nolan Arenado, Paul Goldschmidt e Tyler O’Neill ajudando, os Cardinals devem brigar por vaga nos playoffs.

LIGA NACIONAL OESTE

Arizona Diamondbacks

Uma equipe que não deve chamar a atenção de muita gente, até porque será ofuscada pelas potências californianas de sua divisão, mas pode trazer algumas boas notícias. A chance de playoffs das Serpentes é muito pequena, mas há um grupo de promessas que devem ser lançadas na atual temporada e dar o tom de uma equipe que crescerá nos próximos anos.

Colorado Rockies

Candidato a lanterna da divisão, talvez da Liga Nacional como um todo. Mas surpreendeu muita gente quando anunciou a contratação de Kris Bryant. De fato, foi um negócio que não parece fazer muito sentido para os dois lados, até porque não mudará o fato de que os Rockies continuarão com um time pouco competitivo no geral.

Los Angeles Dodgers

No papel, é o melhor time da MLB com alguma sobra. O ataque é assustador, ainda mais com a contratação de Freddie Freeman. A rotação perdeu Max Scherzer, mas ainda tem Walker Buehler, Clayton Kershaw e Julio Urías. E o bullpen conta com Brusdar Graterol, Blake Treinen e Craig Kimbrel, esse último contratado para ocupar o espaço deixado por Kenley Jansen. É o principal favorito ao título.

San Diego Padres

A temporada passada começou promissora, mas os Padres soçobraram na reta final após lesões e queda de rendimento de jogadores importantes. A tendência é que alguns deles tenham uma temporada melhor, ainda que a lesão de Fernando Tatís Jr. nas férias (machucou o punho em acidente de moto) preocupe. Entre ataque, rotação e bullpen, há talento suficiente para estruturar um time que pense até em chegar à World Series.

San Francisco Giants

Foi a grande surpresa de 2021, quando terminou com a melhor campanha de toda a MLB na temporada regular. Mas é realista imaginar uma queda de rendimento neste ano. Buster Posey se aposentou, tirando dos Giants um de seus melhores rebatedores e um líder no vestiário. Kevin Gausman saiu, mas até que a contratação de Carlos Rodón pode compensar. Aí, é questão de contar que alguns veteranos, como Brandon Crawford e Brandon Belt, repitam o ótimo desempenho da temporada passada e a gestão de bullpen do técnico Gabe Kapler continue afiada. É uma equipe que briga por vaga no playoff, só que talvez não o faça de maneira tão gloriosa quanto no ano passado.

Brandon Crawford, shorstop dos Giants
Brandon Crawford, shorstop dos Giants Getty Images

PROGRAMAÇÃO: MLB NA ESPN

Quinta, 07/abr
20h - New York Mets x Washington Nationals (Star+)
21h - Cincinnati Reds x Atlanta Braves (ESPN 2)

Sexta, 08/abr
20h - Texas Rangers x Toronto Blue Jays (Star+)

Sábado, 09/abr
21h - Los Angeles Dodgers x Colorado Rockies (Star+)

Domingo, 10/abr
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN 2)

Segunda, 11/abr
20h - Toronto Blue Jays x New York Yankees (ESPN 2)

Terça, 12/abr
20h - Miami Marlins x Los Angeles Angels (Star+)

Quarta, 13/abr
20h - Toronto Blue Jays x New York Yankees (ESPN 3)

Quinta, 14/abr
21h - Atlanta Braves x San Diego Padres (ESPN 2)

*Os jogos dos canais ESPN também estarão disponíveis ao vivo no Star+

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 08/abr
15h30 - NCAA (softbol): NC State x South Carolina
18h - NCAA (softbol): Clemson x Pittsburgh
19h - NCAA (softbol): Ole Miss x Kentucky
20h - NCAA (beisebol): Virginia x Miami
21h - NCAA (beisebol): LSU x Mississippi State
23h - NCAA (softbol): Arizona State x Oregon

Sábado, 09/abr
13h - NCAA (softbol): Ole Miss x Kentucky
15h - NCAA (softbol): Auburn x Arkansas
16h - NCAA (softbol): Alabama x Florida
17h - NCAA (beisebol): Kentucky x Texas A&M
19h - NCAA (beisebol): TCU x Texas
20h - NCAA (beisebol): Missouri x Tennessee
22h - NCAA (beisebol): Oklahoma x Oklahoma State

Domingo, 10/abr
13h - NCAA (beisebol): Georgia x South Carolina
13h - NCAA (softbol): Virginia Tech x Florida State
14h - NCAA (beisebol): TCU x Texas
14h30 - NCAA (softbol): Tennessee x Georgia
15h - NCAA (beisebol): Florida State x Georgia Tech
16h - NCAA (beisebol): Alabama x Ole Miss
17h - NCAA (softbol): Arizona State x Oregon
17h - NCAA (softbol): Alabama x Florida

Segunda, 11/abr
20h - NCAA (softbol): Alabama x Florida

Terça, 12/abr
20h - NCAA (beisebol): Florida x Florida State
20h - NCAA (softbol): Clemson x South Carolina

Quinta, 14/abr
19h - NCAA (softbol): Mississippi State x Alabama
21h - NCAA (beisebol): Kentucky x Missouri
21h - NCAA (beisebol): Auburn x Mississippi State
21h - NCAA (softbol): Oregon x Arizona

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Guia da temporada 2022 da MLB | Semana MLB

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Qual o grupo da morte da Copa? E as favoritas? Última Copa de Messi, CR7 e Ney? | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Tela Futebol No Mundo
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Saíram os grupos da Copa do Mundo. Agora já começa oficialmente a temporada de planejar bolões com os amigos, projetar resultados e marcar jogadores para acompanhar em seus clubes pensando no que podem fazer no Catar. Para dar o pontapé inicial a essa fase de espera pelo Mundial, o podcast Futebol No Mundo fez uma edição especial analisando cada um dos grupos e até projetando o desenrolar da competição.

Para acompanhar esta edição do podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo. Para ver todas as edições, clique aqui (áudio) ou aqui (vídeo).

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As eliminadas da Copa e uma simulação do sorteio! | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
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Tela Futebol No Mundo
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Jã temos 29 das 32 seleções que disputarão a Copa do Mundo. A janela deste meio de semana definiu os classificados da África, mais dois da Concacaf, dois da Europa e quais os representantes de Ásia, Concacaf, América do Sul e Oceania na repescagem intercontinental de junho. O podcast Futebol No Mundo desta quinta analisou as classificadas da semana, além de simular o sorteio de grupos da Copa como forma de explicar as regras do evento.

Para acompanhar esta edição do podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo. Para ver todas as edições, clique aqui (áudio) ou aqui (vídeo).

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Brasil visto como favorito só pelos outros? | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
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Tela Futebol No Mundo
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A seleção brasileira dá sinais claros de evolução, mas parte da torcida ainda desconfia das possibilidades da equipe comandada por Tite. Por que é difícil ter um parâmetro para o estágio real do Brasil e onde dá para colocar a Seleção na comparação com as principais forças da Europa? Esse foi o tema principal do podcast Futebol No Mundo desta segunda.

Para acompanhar esta edição do podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo. Para ver todas as edições, clique aqui (áudio) ou aqui (vídeo).

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"El Turco" Mohamed foi uma boa escolha para o Atlético-MG? | Tá com o Livro!

Ubiratan Leal
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Tá com o Livro
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O Atlético Mineiro anunciou a contratação do técnico argentino Antonio Mohamed. O perfil de "El Turco" se encaixa nas necessidades do clube para a continuidade do bom trabalho que Cuca fazia, mas a dificuldade do Galo em encontrar um nome mostra como os clubes brasileiros, agora que muitos fazem questão de terem técnicos estrangeiros, precisam fazer um mapeamento mais detalhado desse mercado no futuro. Esse foi o tema do "Tá com o Livro!" desta sexta. Veja abaixo.

Obs.: para ver todos os episódios do quadro "Tá com o Livro!", clique aqui.

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Real Madrid supera um Barcelona melhor que o esperado | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
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Uma quarta de grandes jogos deu o tom do Futebol No Mundo desta quinta. Na Espan... Arábia Saudita, o Real Madrid bateu o Barcelona na Supercopa da Espanha em um jogo que foi mais equilibrado do que muitos imaginavam (o que dá bons sinais sobre o Barça). Na Itália, a Internazionale também confirmou seu favoritismo e venceu a Juventus, mas também precisou da prorrogação. E, na Inglaterra, o Chelsea voltou a vencer o Tottenham pela Copa da Liga.

Para acompanhar esta edição do podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo. Para ver todas as edições, clique aqui (áudio) ou aqui (vídeo).


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O que esperar do Botafogo com John Textor? | Tá com o Livro!

Ubiratan Leal
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O Botafogo enfim virou um clube-empresa. O clube estudava há anos um projeto para sair do modelo de associação e, com isso, recuperar as finanças e a competitividade de seu futebol (e, por consequência, a instituição como um todo). O norte-americano John Textor é o investidor que decidiu apostar no Alvinegro. 

A chegada do empresário, também dono do Crystal Palace, é o tema do Tá com o Livro! desta sexta. Confira no vídeo abaixo.

Obs.: para ver todos os episódios do quadro "Tá com o Livro!", clique aqui.

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Real Madrid x Barcelona na quarta: qual o tamanho da diferença? | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
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Mais uma edição do podcast Futebol No Mundo no ar. Na semana de um Real Madrid x Barcelona (semifinal da Supercopa da Espanha), é natural que o clássico espanhol seja o principal assunto. Mas também falamos da incrível virada que a Roma sofreu da Juventus, do retorno da Bundesliga (com derrota do Bayern) e do início da Copa Africana de Nações.

Para acompanhar o podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo.

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