Balanço das quartas de final da Eurocopa | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal

Itália x Espanha, Inglaterra x Dinamarca. Foram definidas as semifinais da Eurocopa após uma decisão angustiante nos pênaltis, dois jogos bastante acirrados e um que, bem, foi um passeio. Mas a decisão marcará a quarta Euro seguida com o encontro entre espanhois e italianos no mata-mata, além de seguir com o conto de fadas da Dinamarca após o caso Erikssen e o da Inglaterra que busca um título após mais de 50 anos.

A quinta edição extraordinária do podcast Futebol No Mundo analisou as quartas de final e projetou as semi da Euro. Para ouvi-la, vá a seu agregador preferido ou clique aqui (as edições especiais do podcast FNM não têm versão em vídeo).

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Balanço das quartas de final da Eurocopa | Podcast Futebol No Mundo

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MLB afasta Trevor Bauer por agressão e violência sexual | Semana MLB

Ubiratan Leal


O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

Demorou dois dias a mais do que deveria, mas a Major League Baseball anunciou a suspensão por sete dias do arremessador Trevor Bauer, estrela do Los Angeles Dodgers. A decisão veio depois de cobrança do público e da imprensa depois de vir à tona um processo que o jogador responde por agressão a uma mulher em dois momentos diferentes neste ano.

Atenção para conteúdo sensível nos próximos dois parágrafos. Se preferir, pule o trecho.

Bauer e uma mulher de San Diego (não teve o nome revelado) trocaram diversas mensagens, muitas delas com conteúdo sexual. Decidiram se encontrar em abril, quando ela foi a Pasadena (Grande Los Angeles). Tiveram relações que começaram consensuais, mas se tornaram violentas. Ela chegou a ficar desacordada após ser sufocada por Bauer, que aproveitou o momento para praticar sexo anal. A mulher disse não ter consentido com aquilo, mas ambos mantiveram contato e se encontraram de novo em maio. Novamente tiveram relações violentas: dessa vez, o jogador socou a mulher no rosto depois de ela ficar novamente desacordada.

A mulher apresentou à polícia os exames que comprovam as agressões que sofreu, além de cópia das conversas que teve com Bauer. O arremessador alega que foi tudo consensual, até porque as trocas de mensagem deixariam claro que sexo violento era algo desejado pelas duas partes. A vítima diz que não consentiu com a asfixia, muito menos com o sexo anal e os socos na cara.

Trevor Bauer durante jogo dos Dodgers
Trevor Bauer durante jogo dos Dodgers Sean M. Haffey/Getty Images

A polícia já fazia uma investigação sobre o caso, mas a MLB também iniciou a sua. As regras de violência doméstica da liga não estipulam um tempo máximo ou mínimo de suspensão, mas o maior já aplicado (Sam Dyson) foi de uma temporada completa. Esse gancho só pode ser definido após a investigação da MLB, mas a entidade pode emitir uma suspensão preventiva de sete dias. Qualquer coisa além disso pode ser contestada pelo sindicado de atletas e derrubada na Justiça.

O problema da demora da liga em oficializar o afastamento de Bauer é que ele estava escalado para abrir o jogo dos Dodgers no próximo domingo. A franquia também foi criticada por lavar as mãos, esperando a MLB tomar uma atitude. Mas a perspectiva de tê-lo em campo menos de uma semana de o caso ser revelado causava um constrangimento geral no beisebol, e enfim a punição veio. No caso de Bauer, a suspensão de sete dias tende a ser uma suspensão de quase duas semanas, pois ela expiraria perto de o campeonato parar alguns dias para o All-Star Game.

RELEMBRANDO

O ESPN App está transmitindo a Liga Mexicana de Beisebol, onde atuam os brasileiros André Rienzo (Tecolotes de los Dos Laredos), Paulo Orlando (Águila de Veracruz), Tiago da Silva (Generales de Durango) e Leonardo Reginatto (contratado nesta semana pelos Rieleros de Aguascalientes). Confira a programação completa toda sexta no Semana MLB.

PERSONAGEM

Bobby Bonilla foi contratado pelo New York Mets para a temporada de 1999. Ele não estava no auge de sua carreira, mas tinha ajudado o Florida Marlins a conquistar a World Series em 1997 e era visto como um jogador que poderia ajudar no ataque. Foi contratado por US$ 29 milhões para um contrato de cinco anos. No entanto, uma cláusula permitia a rescisão por parte do clube por US$ 5,9 milhões.

Após uma temporada muito ruim de Bonilla, os Mets decidiram romper o vínculo com o jogador. No entanto, para não pagar o valor da cláusula, a direção do time entrou em acordo com o jogador para realizar o pagamento apenas a partir de 2011, com US$ 1 milhão todo 1º de julho até 2035, com juros anuais de 8%. 

Os donos dos Mets pretendiam aplicar o dinheiro em um esquema financeiro que daria retorno de 10% ao ano, tornando o adiamento do pagamento em algo lucrativo, mesmo que o valor total fosse muito maior. No entanto, o esquema financeiro revelou-se fraudulento e os empresários que controlavam o clube perderam muito dinheiro. 

Ainda assim, nesta quinta, Bobby Bonilla ficou US$ 1,19 milhão mais rico.

VÍDEO DA SEMANA

O nordeste americano passou por uma grande onda de calor no início da última semana. Não é agradável ficar em um campo descoberto tomando um sol de quase 40ºC usando uma roupa de tecido grosso e calça, e ainda tendo de realizar uma atividade física de altíssimo rendimento. Dylan Bundy não aguentou. O arremessador do Los Angeles Angels começou a se sentir mal e acabou vomitando no meio de uma partida. Dois dias depois ele já estava de volta ao montinho.

O QUE VEM POR AÍ

O pessoal que gosta de ver duelo de arremessadores tem bons motivos para marcar a próxima terça (dia 6) na agenda. Milwaukee Brewers e New York Mets se encontram, e os arremessadores previstos são, pela ordem, Corbin Burnes e Jacob deGrom. O primeiro teve um início de temporada espetacular, passando todo o mês de abril sem ceder um walk sequer. Desde então, o ás dos Brewers já teve alguns jogos ruins, mas segue com um ERA muito bom de apenas 2,41. Enquanto isso, DeGrom tem ERA de 0,95 e segue com a melhor temporada de um arremessador na história da liga. A ESPN transmitirá a partida a partir das 20h

E, NO PRÓXIMO SUNDAY NIGHT...

O maior rival do New York Yankees é o Boston Red Sox. E o maior rival do New York Mets é o Philadelphia Phillies. O motivo, claro, é o fato de a divisão de ligas dentro da MLB ter deixado cada equipe nova-iorquina em uma divisão diferente e sem confrontos diretos por classificação. Mas isso não significa que não exista rivalidade entre elas. Os torcedores dos Mets odeiam os Yankees pela atenção da mídia que o time da risca de giz azul recebe, enquanto que os Yankees fingem desprezar o que consideram o “irmão menor”, mas odeiam quando percebem que o melhor time de beisebol da cidade é o do bairro do Queens. Por isso, a Subway Series é sempre divertida, sobretudo quando as duas equipes precisam da vitória em suas disputas complicadas por um lugar nos playoffs. Os arremessadores previstos são Michael King e Tyler Megill.

PROGRAMAÇÃO: MLB (e NCAA) NOS CANAIS DISNEY

Sexta, 2/jul
20h - New York Mets x New York Yankees (ESPN 2)

Domingo, 4/jul
20h - New York Mets x New York Yankees (ESPN)

Segunda, 5/jul
20h - Chicago White Sox x Minnesota Twins (Fox Sports)
22h30 - Boston Red Sox x Los Angeles Angels (Fox Sports)

Terça, 6/jul
20h - Milwaukee Brewers x New York Mets (ESPN)
23h - New York Yankees x Seattle Mariners (ESPN)

Quarta, 7/jul
20h - Los Angeles Dodgers x Miami Marlins (Fox Sports)

Quinta, 8/jul
21h - Philadelphia Phillies x Chicago Cubs (Fox Sports)

Sexta, 9/jul
20h - Toronto Blue Jays x Tampa Bay Rays (ESPN 2)

MAIS BEISEBOL NO ESPN APP

Sexta, 2/jul
21h - LMB: Leones de Yucatán x Pericos de Puebla
22h - LMB: Acereros de Monclova x Tecolotes de los Dos Laredos

Sábado, 3/jul
18h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Diablos Rojos de México
20h10 - LMB: Olmecas de Tabasco x Bravos de León
21h - LMB: Toros de Tijuana x Generales de Durango

Domingo, 4/jul
19h - LMB: Tigres de Quintana Roo x Guerreros de Oaxaca
21h - LMB: Acereros de Monclova x Tecolotes de los Dos Laredos

Terça, 6/jul
21h10 - LMB: Pericos de Puebla x Mariachis de Guadalajara
22h - LMB: Diablos Rojos de México x Tigers de Quintana Roo

Quarta, 7/jul
21h - LMB: Tecolotes de los Dos Laredos x Rieleros de Aguascalientes
21h30 - LMB: Bravos de León x Leones de Yucatán
21h30 - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Sultanes de Monterrey

Quinta, 8/jul
21h30 - LMB: Generales de Durango x Acereros de Monclova
22h - LMB: Diablos Rojos de México x Tigres de Quintana Roo

Sexta, 9/jul
21h - LMB: Pericos de Puebla x Guerreros de Oaxaca
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Saraperos de Saltillo

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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MLB afasta Trevor Bauer por agressão e violência sexual | Semana MLB

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Balanço das oitavas de final da Eurocopa | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal

Difícil imaginar como o mata-mata da Eurocopa seria melhor. Além de algumas grandes partidas, tivemos surpresas (as duas últimas campeãs mundiais e a última campeã europeia já foram eliminadas) e partidas decididas nos lances finais. Além de um clássico que pode se tornar um marco para uma das gerações mais promissoras da Inglaterra.

E quarta edição extraordinária do podcast Futebol No Mundo falou dessas oitavas de final da Euro. Para ouvi-la, vá a seu agregador preferido ou clique aqui (as edições especiais do podcast FNM não têm versão em vídeo).

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Passado, presente e futuro da seleção e dos clubes italianos | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal

A Itália pintou como uma das boas surpresas das primeiras fases da Eurocopa. O bom futebol que já se via nas Eliminatórias (de Euro e de Copa) se confirmou no torneio, com atuações convincentes de uma equipe coletivamente muito estruturada. Mas isso não surgiu do nada. Por isso, o podcast Futebol No Mundo trouxe Gian Oddi como convidado para um bate-papo sobre o futebol italiano, dos seus tempos de ouro nos anos 1980 e 90, para a queda e agora a retomada.

Você pode ouvir o podcast em seu agregador favorito ou clicar aqui. Também pode ver a versão em vídeo no YouTube.

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Passado, presente e futuro da seleção e dos clubes italianos | Podcast Futebol No Mundo

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Como melhorar a fiscalização sobre os arremessadores | Semana MLB

Ubiratan Leal


O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

O caminho entre o montinho e o banco não é mais feito diretamente. Os arremessadores, desde a última segunda (21), já sabem que essa rota tem uma parada diante dos árbitros, que fazem uma vistoria nos equipamentos para conferir se nenhuma substância irregular tem sido utilizada para melhorar a aderência da bola na mão. O caso foi explicado na edição de duas semanas atrás do Semana MLB (clique aqui para entender).

Em geral, os arremessadores não criaram problemas para os árbitros. Mas houve dois casos, na mesma noite (dia 22), em que houve atritos. O mais curioso foi o de Sergio Romo, que chegou a tirar o cinto e baixar as calças (veja abaixo). Uma explosão do reliever do Oakland Athletics. Mas a situação que merece mais atenção havia ocorrido horas antes, com Max Scherzer, do Washington Nationals.

Os árbitros tinham feito as vistorias previstas no abridor, mas o técnico do Philadelphia Phillies, Joe Girardi, pediu uma extra, no meio da quarta entrada. Scherzer permitiu, mas ficou irritado com o treinador adversário. Não apenas pela acusação de que talvez estivesse trapaceando, mas também porque a parada interromperia seu ritmo, eventualmente até tirando sua concentração (os Nats venciam por 3 a 1). 

Pela regra, o pedido de Girardi é permitido pela regra, e os árbitros não podem fazer nada além de atendê-lo. Mas, por mais que o técnico dos Phillies tenha argumentado que viu Scherzer passar a mão com uma frequência exagerada na cabeça (onde poderia ter alguma substância escondida), dá para compreender por que os arremessadores tenham reclamado de que isso foi muito mais catimba para atrapalhar o adversário do que um pedido legítimo.

Max Scherzer arremessador do Washington Nationals
Max Scherzer arremessador do Washington Nationals Getty

Essa situação mostra como os protocolos criados pela MLB foram feitos sem o cuidado necessário. E nem é difícil fazer ajustes nisso. Então, aí algumas sugestões bastante simples para reduzir esse desconforto dos arremessadores em relação à vistoria por uso de substâncias ilegais na bola:

1) Se um técnico pedir vistoria no arremessador adversário, ela será feita apenas quando o arremessador deixar o montinho. Assim, não permite um ganho ao time acusador por quebra do ritmo do jogador. A interrupção imediata seria feita apenas a partir da sétima entrada, onde duas ou três eliminações de um arremessador trapaceiro teriam mais repercussão no resultado final do encontro.

2) Ainda para esta temporada, estudar algum tipo de substância que seja facilmente identificável e dê um pouco mais de aderência aos arremessadores sem distorcer o balanço de forças no duelo com os rebatedores.

3) Para 2022, apresentar mudança na superfície da bola, usando um revestimento que já seja mais aderente com a mão e não necessite de ajuda de substância externa. Essa mudança seria mais adequada no início de uma temporada para que todos se acostumassem com ela durante a pré-temporada.

RELEMBRANDO

O ESPN App está transmitindo a Liga Mexicana de Beisebol, onde atuam os brasileiros André Rienzo (Tecolotes de los Dos Laredos), Paulo Orlando (Águila de Veracruz), Tiago da Silva (Generales de Durango) e Leonardo Reginatto (contratado nesta semana pelos Rieleros de Aguascalientes). Confira a programação completa toda sexta no Semana MLB.

PERSONAGEM

Wander Franco era visto como uma das principais promessas que chegariam à MLB neste ano. O Tampa Bay Rays até segurou o dominicano por bastante tempo, mas uma sequência de derrotas e a queda de rendimento do ataque foram suficiente para o shortstop ser chamado das ligas menores antes da série contra o Boston Red Sox, na última terça. E ele estreou fazendo barulho: Duas rebatidas em quatro oportunidades, com um home run e três corridas impulsionadas.


VÍDEO DA SEMANA

Vanderbilt e Stanford estavam entre os principais candidatos ao título da College World Series. Mas ambos perderam para NC State e acabaram envolvidos em um confronto direto em que o perdedor seria eliminado. Stanford vencia por 5 a 4 com duas eliminações na nona entrada. Vanderbilt conseguiu o empate e tinha corredor na terceira base. E aí o fechador do Cardinal fez isso.


O QUE VEM POR AÍ

A College World Series já está rolando, e tem sua final entre segunda e quarta. O beisebol universitário vem crescendo a cada ano, com o público cada vez mais familiarizado com as principais promessas e o nível de jogo tem sido bastante alto. A temporada 2021 é particularmente empolgante, com uma geração bastante interessante para o draft da MLB, programado para julho. Quatro equipes estão na disputa: NC State, Vanderbilt, Texas e Mississippi State.

E, NO PRÓXIMO SUNDAY NIGHT...

Los Angeles Dodgers e Chicago Cubs estão em disputas acirradas pelo título de suas divisões. Desse modo, um encontro entre ambos naturalmente será visto como um jogo com potencial para influenciar a disputa por vagas nos playoffs. Mas o duelo ganhou um novo molho na última quinta, quando o atual campeão da MLB tomaram um no-hitter dos Cubs diante de sua torcida no primeiro jogo da série. Mostrar serviço imediatamente virou uma necessidade do time californiano, ainda mais quando tem seu arremessador mais experiente (Clayton Kershaw) no montinho. Do lado do Chicago, o arremessador será Adbert Alzolay.

PROGRAMAÇÃO: MLB (e NCAA) NOS CANAIS DISNEY

Sexta, 25/jun
20h - New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN 2)

Domingo, 27/jun
20h - Chicago Cubs x Los Angeles Dodgers (ESPN)

Segunda, 28/jun
21h - Chicago Cubs x Milwaukee Brewers (ESPN App)

Terça, 29/jun
20h - NCAA: Final da College World Series, jogo 2 (ESPN 2)
23h - San Francisco Giants x Los Angeles Dodgers (Fox Sports)

Quarta, 30/jun
20h - Los Angeles Angels x New York Yankees (Fox Sports)

Quinta, 1º/jul
22h40 - San Francisco Giants x Arizona Diamondbacks (Fox Sports)

Sexta, 2/jul
20h - New York Mets x New York Yankees (ESPN 2)

MAIS BEISEBOL NO ESPN APP

Sexta, 25/jun
21h10 - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Mariachis de Guadalajara
21h30 - LMB: Saraperos de Saltillo x Acereros de Monclova

Sábado, 26/jun
19h - LMB: Bravos de León x Sultanes de Monterrey
21h - LMB: Águila de Veracruz x Piratas de Campeche
23h - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Toros de Tijuana

Domingo, 27/jun
21h30 - LMB: Saraperos de Saltillo x Acereros de Monclova
21h30 - LMB: Generales de Durango x Tecolotes de los Dos Laredos

Segunda, 28/jun
20h - NCAA: Final da College World Series, jogo 1

Terça, 29/jun
21h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Rieleros de Aguascalientes
21h - LMB: Toros de Tijuana x Diablos Rojos de México
21h30 - LMB: Sultanes de Monterrey x Generales de Durango

Quarta, 30/jun
20h - NCAA: Final da College World Series, jogo 3 (se necessário)
21h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Rieleros de Aguascalientes
21h10 - LMB: Piratas de Campeche x Bravos de León

Quinta, 1º/jul
21h - LMB: Tigres de Quintana Roo x Pericos de Puebla
21h30 - LMB: Sultanes de Monterrey x Generales de Durango

Sexta, 2/jul
21h - LMB: Leones de Yucatán x Pericos de Puebla
22h - LMB: Acereros de Monclova x Tecolotes de los Dos Laredos

Obs.: Grades sujeitas a alteração

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Como melhorar a fiscalização sobre os arremessadores | Semana MLB

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Guia das oitavas de final da Euro e balanço da terceira rodada da fase de grupos | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal

Agora é hora de decisão na Eurocopa. A fase de grupos terminou nesta quarta, com 16 seleções vivas para o início do mata-mata. Por isso, a terceira edição especial da Eurocopa do podcast Futebol No Mundo não foi apenas um balanço da rodada, mas também um mini-guia das oitavas de final do torneio: Gales x Dinamarca, Itália x Áustria, Bélgica x Portugal, Holanda x Tchéquia, Espanha x Croácia, França x Suíça, Inglaterra x Alemanha e Suécia x Ucrânia.

Para ouvir, basta ir a seu agregador preferido ou clicar aqui (as edições extraordinárias da Euro não têm versão em vídeo).

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Guia das oitavas de final da Euro e balanço da terceira rodada da fase de grupos | Podcast Futebol No Mundo

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As confusões no Tottenham, a dança de técnicos e bastidores em cobertura | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal

O Tottenham parece sem rumo nesta intertemporada. O clube continua sem técnico definitivo desde a demissão de José Mourinho, ainda no decorrer da temporada passada, e patina em definir um nome para comandar a equipe. Pior, os nomes cogitados -- os italianos Antonio Conte e Gennaro Gattuso e o português Paulo Fonseca -- têm perfil muito diferentes entre si e a diretoria parece perceber apenas depois de chiadeira da torcida. Isso tudo ocorre no meio de uma dança das cadeiras das mais intensas entre os técnicos europeus.

Discutimos tudo isso na edição desta semana do podcast Futebol No Mundo, que teve a participação especial de João Castelo Branco, que veio emprestado do podcast Correspondentes Premier. Ainda deu para falar de bastidores de grandes coberturas e dicas de como lavar a roupa no hotel.

Você pode ouvir o podcast Futebol No Mundo no seu agregador favorito ou clicando neste link. Também pode conferir a versão em vídeo no YouTube.

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Resumo da segunda rodada da Eurocopa | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal

A segunda rodada da Eurocopa teve algumas grandes atuações, como a Itália reforçando sua condição de seleção com pretensões reais a título, a Bélgica virando sobre a Dinamarca assim que De Bruyne e Eden Hazard saíram do banco w a Alemanha atropelando Portugal. Mas também tivemos seleções que deixaram uma pontinha de desconfiança, como a Inglaterra e a França, que empataram com Escócia e Hungria, respectivamente.

Mas, no geral, como foi a rodada? Bem, foi o que falamos na segunda edição especial da Eurocopa do Podcast Futebol No Mundo. Balanço da segunda rodada jogo a jogo. Ouça no seu agregador preferido ou neste link aqui (as edições extraordinárias da Euro não têm versão em vídeo).

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Ruim com ajuda externa, mas talvez pior sem ela | Semana MLB

Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

A MLB passará, na próxima segunda, a fiscalizar e punir arremessadores que violarem a regra de não utilizarem substâncias externas para melhorar a aderência da bola em suas mãos. Mas só o anúncio da decisão já levou vários arremessadores a abandonarem essa ajuda. Fim de polêmica? Pelo contrário, ficou até maior.

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Há décadas que arremessadores utilizam substâncias como alcatrão e protetor solar misturado com resina para melhorar a pegada na bolinha. Uma estratégia conhecida a aceita, o que fez que a atual geração de jogadores se desenvolvesse com essa ajuda. O corte abrupto e no meio da temporada até desse auxílio -- menos radical que o Spider Tack, novidade dos últimos anos na MLB -- não permitiu que houvesse um período de adaptação. Por exemplo, como adaptar a pegada da bola para manter o controle e a qualidade do arremesso. 

LEIA MAIS: Como um produto de strongman virou escândalo no beisebol

Tyler Glasnow, arremessador do Tampa Bay Rays que tem sido um dos melhores da liga, teve uma ruptura parcial do ligamento colateral ulnar do braço direito após a partida contra o Chicago White Sox. A lesão pode levar a uma cirurgia Tommy John, que o tiraria dos campos por mais de um ano. Nesta quarta, ele disse que a decisão da MLB sobre substâncias nas bolas foi a responsável. 

Desde o jogo anterior, contra o Washington Nationals, ele havia mudado a pegada na bola para manter a firmeza, fazendo muito mais força com os dedos. No dia seguinte a essa partida, ele disse que sentia dores em partes do cotovelo e do antebraço onde ele nunca havia tido problemas. Especialistas consultados pela imprensa americana disseram que a teoria de Glasnow faz sentido, ainda que só um exame mais profundo pudesse cravar essa relação.

De qualquer maneira, a lesão do arremessador dos Rays serviu de alerta a todos os outros da MLB. Jogadores reclamam que não foram consultados pela liga sobre como o protocolo anti-substâncias na bola pudesse ser aplicado da melhor maneira. Esse diálogo não aconteceu, até porque liga e sindicato de jogadores têm se mantido uma relação com birra quase infantil de parte a parte, sem estabelecerem um diálogo construtivo para resolver os problemas do beisebol.

RELEMBRANDO

O ESPN App está transmitindo a Liga Mexicana de Beisebol, onde atuam os brasileiros André Rienzo (Tecolotes de los Dos Laredos), Paulo Orlando (Águila de Veracruz) e Tiago da Silva (Generales de Durango). Todos terão jogos na grade nesta semana. Confira a programação completa toda sexta no Semana MLB.

PERSONAGEM

Tyler Zombro levou uma bolada na cabeça em 3 de junho, durante uma partida de seu Durham Bulls nas ligas menores. A pancada foi tão forte que o arremessador ligado ao Tampa Bay Rays teve lesões no crânio, tendo de passar cinco dias na UTI. Nesta semana, Zombro postou nas redes sociais imagens de sua recuperação da cirurgia no cérebro. Ele diz querer voltar aos montinhos, mas não há previsão para seu retorno ao beisebol.

VÍDEO DA SEMANA

Neste fim de semana, o estado de Nova York será o último a liberar 100% da capacidade dos estádios. Em vários lugares, casa cheia já virou imagem comum. No último Sunday Night Baseball, a torcida do Chicago Cubs decidiu celebrar o momento. Juntos, fizeram uma enorme cobra de copos de cerveja e muita festa no Wrigley Field.

O QUE VEM POR AÍ

O San Francisco Giants resolveu surpreender e tomar para si o protagonismo da Liga Nacional Oeste, mas isso não diminui a expectativa em cada encontro entre Los Angeles Dodgers e San Diego Padres, os dois favoritos da divisão. E os dois times do sul da Califórnia voltam a se encontrar nesta semana, com uma série de três jogos entre segunda e quarta (todas as partidas com transmissão nos canais Disney). Logo na abertura, um duelo entre Blake Snell (que, pelo Tampa Bay Rays, silenciou o ataque dos Dodgers na última World Series) e Julio Urías (que fechou o jogo que deu o título da WS para os Dodgers). depois, Joe Musgrove x Clayton Kershaw e Chris Paddack x Trevor Bauer. Série imperdível.

E, NO PRÓXIMO SUNDAY NIGHT...

A temporada não chegou nem à metade, mas Atlanta Braves e St. Louis Cardinals já têm motivos para fazer conta. As duas equipes, consideradas candidatas fortes a uma vaga nos playoffs -- os Braves eram vistos como favoritos em sua divisão --, mas não conseguem decolar por inconsistência no montinho (Atlanta) ou no bastão (St. Louis). Cada série antes da parada para o All-Star Game, em julho, ganha peso, ainda mais contra um adversário em má fase. No montinho, os Cards vão com Kim Kwang-Hyun, enquanto que os Braves devem ir com um jogo de bullpen.

PROGRAMAÇÃO DE TV

Sexta, 18/jun
20h - Oakland Athletics x New York Yankees (Fox Sports)

Domingo, 20/jun
20h - St. Louis Cardinals x Atlanta Braves (ESPN)

Segunda, 21/jun
23h - Los Angeles Dodgers x San Diego Padres (ESPN 2)

Terça, 22/jun
23h - Los Angeles Dodgers x San Diego Padres (Fox Sports)

Quarta, 23/jun
23h - Los Angeles Dodgers x San Diego Padres (ESPN 2)

Sexta, 25/jun
20h - New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN 2)

MAIS BEISEBOL NO ESPN APP

Sexta, 18/jun
21h - LMB: Sultanes de Monterrey x Rieleros de Aguascalientes
21h - LMB: Piratas de Campeche x Pericos de Puebla

Sábado, 19/jun
20h10 - LMB: Mariachis de Guadalajara x Bravos de León
21h - LMB: Diablos Rojos de México x Tigres de Quintana Roo
21h - LMB: Toros de Tijuana x Generales de Durango

Domingo, 20/jun
20h - LMB: Leones de Yucatán x Águila de Veracruz
20h - LMB: Toros de Tijuana x Generales de Durango

Terça, 22/jun
21h30 - LMB: Bravos de León x Acereros de Monclova
22h - LMB: Pericos de Puebla x Tigres de Quintana Roo

Quarta, 23/jun
21h - LMB: Saraperos de Saltillo x Tecolotes de los Dos Laredos
21h10 - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Mariachis de Guadalajara

Quinta, 24/jun
21h30 - LMB: Guerreros de Oaxaca x Leones de Yucatán
21h30 - LMB: Generales de Durango x Sultanes de Monterrey

Sexta, 25/jun
21h10 - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Mariachis de Guadalajara
21h30 - LMB: Saraperos de Saltillo x Acereros de Monclova

Obs.: Grades sujeitas a alteração

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Ruim com ajuda externa, mas talvez pior sem ela | Semana MLB

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Resumo da primeira rodada da Eurocopa | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal

O podcast Futebol No Mundo tem novidade. Durante a Eurocopa, teremos uma edição extraordinária do podcast ao final de cada rodada ou fase do mata-mata (mas as edições regulares de segunda continuam, não se preocupem).

O primeiro já está no ar, estou com Alex Tseng e Leonardo Bertozzi nessa. Para ouvir, vá a seu agregador favorito ou clique aqui (as edições especiais da Euro não terão versão o YouTube).

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O caso Eriksen e as melhores e piores contratações da temporada europeia | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal

Já está no ar a edição desta semana do Podcast Futebol No Mundo. O tema principal, claro, foi o caso Eriksen e como a Uefa conduziu o caso, quase forçando os jogadores de Dinamarca e Finlândia a seguirem a partida no mesmo dia. Ainda fizemos um balanço rápido de melhores e piores contratações da temporada nas cinco principais ligas na Europa.

Você pode encontrar (e assinar) o podcast no seu agregador favorito, pode também ouvir neste link ou ver no YouTube neste outro link.

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O caso Eriksen e as melhores e piores contratações da temporada europeia | Podcast Futebol No Mundo

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Como um produto de strongman virou escândalo no beisebol | Semana MLB

Ubiratan Leal


O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição.

James Deffinbaugh e Michael Caruso procuravam alguma substância que os ajudasse nas diversas provas de competições de strongman, como são conhecidos os eventos no estilo “O Homem Mais Forte do Mundo”. Para os atletas, um dos principais desafios não é necessariamente levantar os pesos enormes, mas mantê-los suspensos sem que eles escorreguem pelas mãos e caiam. Por isso, aproveitaram a formação de Caruso em biologia molecular e conhecimentos em química para criar uma substância viscosa que desse mais aderência da mão com o objeto. Assim nascia o Spider Tack.

Julius Bjornsson em competição 'O Homem mais forte do mundo'
Julius Bjornsson em competição 'O Homem mais forte do mundo' Getty Images

Durante um bom tempo, as vendas do produto ficaram concentradas em dois nichos, o de praticantes de strongman e de modalidades em cadeira de rodas, que conseguem mais impulso quando suas mãos não escorregam no momento de girar a roda. Até que perceberam uma quantidade grande de encomendas vindas de equipes da Major League Baseball. Nem eles imaginavam como a substância que eles criaram poderiam ajudar no beisebol.

Essa história foi contada em ótima reportagem de Andrew Beaton no Wall Street Journal. A própria origem do Spider Tack -- e a incredulidade de seus criadores sobre como o produto entrou no beisebol -- mostram até onde os arremessadores foram para ganhar vantagem nos duelos com rebatedores. E isso chegou a um nível em que já prejudica a dinâmica do jogo.

O uso de substâncias para melhorar a aderência das bolas não tem nada de novo. No começo do século 20, era comum usarem terra ou mesmo cuspe. Com a proibição dessas práticas, os arremessadores passaram a manipular a superfície da bola furtivamente, colocando alcatrão ou mesmo protetor solar em alguma parte do corpo ou do uniforme e discretamente passando o dedo ali antes de pegar a bola. A regra proíbe, mas os próprios rebatedores não achavam ruim que se fizesse um pouco disso. Melhor, consideram eles, do que uma bola escorregadia que pode escapar da mão do arremessador e se transformar em uma bolada perigosa.

Mas o Spider Tack é outro nível. A aderência é tamanha que explodiu a quantidade de rotações por minuto da bola em sua trajetória até o home plate. Com isso, arremessadores passam a ter mais controle para lançar bolas rápidas a uma velocidade ainda maior, assim como as bolas de efeito passaram a fazer mais efeito do que faziam. Ou seja, strikeouts para todo lado, e os rebatedores estão sofrendo.

Nesta semana, várias reportagens revelaram quão disseminado se tornou o uso de Spider Tack na MLB. Josh Donaldson, terceira base do Minnesota Twins, chegou a apontar o nome de Gerritt Cole, do New York Yankees, como o de um usuário da substância. Quando perguntado diretamente sobre isso, Cole foi evasivo, mas não negou.

A liga já anunciou que vai estabelecer protocolos para fiscalizar o uso dessas substâncias. Ainda não está definido exatamente como serão os procedimentos, pois a ideia é evitar que todo arremessador seja vistoriado toda vez que vá ao montinho, o que criaria um atraso enorme nas partidas. De qualquer maneira, é bem provável que os arremessadores voluntariamente parem de usar -- ou usem menos -- o Spider Tack já nas próximas semanas. Vale acompanhar se os números dos arremessadores sofrem alguma alteração significativa a partir de agora.

RELEMBRANDO

O ESPN App está transmitindo a Liga Mexicana de Beisebol, onde atuam os brasileiros André Rienzo (Tecolotes de los Dos Laredos), Paulo Orlando (Águila de Veracruz) e Tiago da Silva (Generales de Durango). Todos terão jogos na grade nesta semana. Confira a programação completa toda sexta no Semana MLB.

PERSONAGEM

É bem possível que Vladimir Guerrero Jr ainda seja o tema principal de alguma edição do Semana MLB, mas fica aqui como personagem. Porque a promessa do Toronto Blue Jays, que aparecia como fenômeno em 2019 e só confirmou essa expectativa no Home Run Derby, vem se candidatando como o principal concorrente de Shohei Ohtani para o título de MVP da Liga Americana. O primeira base chegou nesta sexta com 32,9% de aproveitamento no bastão, 18 home runs e 48 corridas impulsionadas. Ele é líder da Liga Americana nas três estatísticas, o que lhe daria uma Tríplice Coroa ofensiva. 

VÍDEO DA SEMANA

O árbitro Erich Bacchus ficou conhecido do público da MLB pelo olho ruim para a zona de strike. Mas, a partir desta semana, ele também será lembrado como “o juiz que contundiu um jogador com um bastão”. No caso, José Abreu, do Chicago White Sox. Clique aqui.

O QUE VEM POR AÍ

O San Francisco Giants surpreende ao ter a melhor campanha de toda a MLB. E vale ficar de olho no que a tabela reserva ao time nesta semana. São séries contra Washington Nationals (quatro jogos fora de casa) e Arizona Diamondbacks (quatro jogos em casa), dois lanternas de suas divisões. Depois, tem confrontos em casa contra Philadelphia Phillies e fora contra o Los Angeles Angels. Da forma como os Giants têm jogado, é plausível acreditar em nove ou dez vitórias nesses 13 jogos. Uma arrancada dessa daria ainda mais fôlego para a equipe a dura disputa com San Diego Padres e Los Angeles Dodgers.

Cardinals Cubs MLB
Cardinals Cubs MLB Getty

E NO PRÓXIMO SUNDAY NIGHT...

O St. Louis Cardinals está em um momento importante de sua temporada. A virada de junho para julho é tida para muita gente dentro do beisebol como o marco para definir se um time vai ou não brigar pela classificação aos playoffs. Os Cards estão no limite dessa linha, e enfrentam o Chicago Cubs, seu maior rival e um dos times à sua frente na divisão, em três jogos em Chicago. Uma vitória na série seria importante não apenas para o St. Louis ganhar terreno no confronto direto, mas também para pegar embalo antes de uma sequência boa de adversários até a virada do mês: Miami Marlins, Atlanta Braves, Detroit Tigers, Pittsburgh Pirates, Arizona Diamondbacks e Colorado Rockies.

PROGRAMAÇÃO DE TV

Sexta, 11/jun
20h - San Francisco Giants x Washington Nationals (ESPN 2)

Domingo, 13/jun
20h - St. Louis Cardinals x Chicago Cubs (ESPN)

Segunda, 14/jun
20h - Chicago Cubs x New York Mets (ESPN 2)

Terça, 15/jun
20h - Chicago Cubs x New York Mets (Fox Sports)
23h - Philadelphia Phillies x Los Angeles Dodgers (Fox Sports)

Quarta, 16/jun
20h - Boston Red Sox x Atlanta Braves (ESPN App)

Sexta, 18/jun
20h - Oakland Athletics x New York Yankees (Fox Sports)

MAIS BEISEBOL NO ESPN APP

Sexta, 11/jun
21h - LMB: Tigres de Quintana Roo x Diablos Rojos de México
21h30 - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Acereros de Monclova

Sábado, 12/jun
18h - LMB: Tigres de Quintana Roo x Diablos Rojos de México
19h - LMB: Saraperos de Saltillo x Sultanes de Monterrey

Domingo, 13/jun
15h - LMB: Tigres de Quintana Roo x Diablos Rojos de México
21h30 - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Acereros de Monclova

Terça, 15/jun
21h - LMB: Toros de Tijuana x Rieleros de Aguascalientes
21h - LMB: Leones de Yucatán x Guerreros de Oaxaca
21h10 - LMB: Pericos de Puebla x Mariachis de Guadalajara

Quarta, 16/jun
21h - LMB: Olmecas de Tabasco x Diablos Rojos de México
21h10 - LMB: Piratas de Campeche x Bravos de León

Quinta, 17/jun
21h30 - LMB: Sultanes de Monterrey x Sapareros de Saltillo
21h30 - LMB: Tecolotes de los Dos Laredos x Generales de Durango

Sexta, 18/jun
21h - LMB: Sultanes de Monterrey x Rieleros de Aguascalientes
21h - LMB: Piratas de Campeche x Pericos de Puebla

Obs.: Grades sujeitas à alteração

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Como um produto de strongman virou escândalo no beisebol | Semana MLB

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Guia da Eurocopa e entenda a Conference League, a nova competição da Uefa | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal

Vai começar a Eurocopa! Para marcar o início do torneio, fizemos um guia grupo a grupo na edição desta semana do podcast Futebol No Mundo. Também explicamos o princípio da Conference League, a nova competição de clubes da Uefa, e uma pincelada na Euro Sub-21 conquistada pela Alemanha.

Você pode ouvir no seu agregador de podcast favorito. Ou então clicar neste link para ouvir ou neste link para ver pelo YouTube.

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Guia da Eurocopa e entenda a Conference League, a nova competição da Uefa | Podcast Futebol No Mundo

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Como os Giants se transformaram na melhor surpresa de 2021 | Semana MLB

Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição.

A Liga Nacional Oeste tinha um cenário bem claro antes de a temporada começar. Los Angeles Dodgers, atual campeão e dono do elenco mais estrelado da MLB, dando as cartas. San Diego Padres, equipe com grandes talentos jovens e alguns ótimos reforços, se apresentando como concorrente principal. O resto… bem… era o resto. Restava a eles aceitarem a inferioridade e trabalhar para a reconstrução do elenco pensando no futuro.

Após cerca de um terço da temporada, porém, o San Francisco Giants tem acompanhado o ritmo dos supertimes do sul da Califórnia. Mais que isso, os Gigantes lideram a divisão com a melhor campanha de toda a MLB. Como isso aconteceu? Mais que isso, como ninguém viu isso acontecendo?

Imagem forte! Com cabeçada no queixo, jogadores dos Padres se chocam e precisam de atendimento na MLB; assista

O San Francisco é o segundo time com mais corridas anotadas na Liga Nacional. Esse ataque tem apenas o nono (de 15) em aproveitamento no bastão e oitavo em bases roubadas, mas compensa ao ser o segundo colocado em home runs (e primeiro em HR com corredores em base). Por si só, essa estatística já soa bizarra. O Oracle Park é sabidamente um dos estádios mais favoráveis aos arremessadores devido às dimensões do campo externo. Tanto que o time tricampeão da World Series em 2010, 12 e 14 contavam muito mais com o jogo curto (rebatidas simples constantes) do que com o jogo longo (home runs).

No montinho, a rotação é a terceira da Liga Nacional em ERA (3,04) e entradas arremessadas (313,? até a última quinta). Ótimo, porque o bullpen é apenas mediano (sexto da Liga Nacional, 13º da MLB, em ERA). 

A temporada dos Giants ainda mais estranha quando se vê de onde vem essa produção toda. Buster Posey é o melhor jogador da equipe, com 31,2% de aproveitamento e dez home runs. Normal, ele é craque. A questão vem depois dele. 

Buster Posey, principal jogador do San Francisco Giants
Buster Posey, principal jogador do San Francisco Giants Getty

Brandon Crawford tem 25,5% de aproveitamento, dentro de sua média histórica, mas já tem 12 home runs. Em apenas um ano (2015) ele teve mais de 14. Salvo uma lesão grave, essa marca será batida com folga. Evan Longoria é outro que surpreende: com 144 em percentual em base + slugging ajustado (índice que considera as diferenças entre estádios em que o jogador atua), está na segunda melhor temporada na carreira. Só em 2012 foi melhor. Brandon Belt, lesionado no momento, também vinha na sua melhor temporada em rebatidas de potência. Esse trio já foi muito produtivo, mas há anos eram vistos como veteranos em fase descendente na carreira.

O mesmo vale para os arremessadores. Kevin Gausman tem sido um monstro na rotação, com 1,4 de ERA. Johnny Cueto (3,45), Alex Wood (3,48) e Anthony DeSclafani (3,51) ajudam a formar um quarteto muito sólido para abrir as partidas. Os quatro entram na mesma categoria de Belt, Longoria e Crawford: jogadores que têm talento para produzirem esses números, mas há anos não davam sinais de que já não conseguiriam mais.

Por isso a surpresa geral. Os Giants não vieram com jovens talentosos que amadureceram mais cedo que o esperado ou com métodos inovadores de avaliar o mercado para se tornar competitivo com um time mediano. A equipe conseguiu recuperar o beisebol de vários jogadores, muitos deles que se arrastavam em seu próprio elenco há anos.

A pulga atrás da orelha que fica é se esse desempenho é sustentável em longo prazo, até porque muitos desses jogadores já são veteranos. De qualquer maneira, dá para acreditar que esse time siga competindo, pois são jogadores de talento reconhecido e experiência em campanhas vitoriosas. 

RELEMBRANDO

O ESPN App está transmitindo a Liga Mexicana de Beisebol, onde atuam os brasileiros André Rienzo (Tecolotes de los Dos Laredos), Paulo Orlando (também Tecolotes) e Tiago da Silva (Generales de Durango). Todos terão jogos na grade nesta semana. Confira a programação completa toda sexta no Semana MLB.

PERSONAGEM

Lou Gehrig é um patrimônio do esporte americano. O primeira base defendeu o New York Yankes de 1923 a 39, colecionando marcas em aproveitamento no bastão, home runs, corridas impulsionadas e qualquer estatística ofensiva que não envolvesse velocidade em base. Foi o nome que ajudou a dar sequência à era vitoriosa dos Yankees depois da saída de cena de Babe Ruth. Em 1939, chegou à incrível marca de 2.130 jogos consecutivos na liga, só superada por Carl Ripken Jr em 1995. A resistência lhe valeu o apelido de “Cavalo de Aço”.

Em 1938, Gehrig começou a ter queda de rendimento ao longo da temporada. No ano seguinte, isso ficou mais evidente ainda até que, em abril, ele encerrou a carreira por não conseguir mais entrar em campo devido ao avanço de uma doença degenerativa. Em 4 de julho daquele ano, fez um dos discursos mais famosos dos esportes americanos em sua despedida diante da torcida. Dois anos depois, em 2 de junho de 1941, faleceu, vítima da Esclerose Lateral Amiotrófica. A ELA era uma doença desconhecida do grande público na época, e ela passou a ser conhecida como “Doença de Lou Gehrig”, como é chamada até hoje nos Estados Unidos.

Pois, na última quarta, 80º aniversário da morte do Cavalo de Aço, a MLB criou o Dia de Lou Gehrig. A partir de agora, em todo 4 de junho, a MLB relembrará o legado do jogador e usará seu espaço para esclarecer e arrecadar fundos para o combate à ELA.

VÍDEO DA SEMANA

Kim Ha-Seong e Tommy Pham assustam ao se encontrarem na busca por uma bola voadora em San Diego Padres x Chicago Cubs. Os dois tiveram de deixar a partida. Kim teve uma concussão, mas nenhum dos dois jogadores teve lesão que exigisse um afastamento de longo prazo. Clique aqui.

E NO PRÓXIMO SUNDAY NIGHT...

Muitos consideram New York Yankees x Boston Red Sox a maior rivalidade dos esportes americanos. A tese é discutível, mas é inegável que o clima no estádio fica diferente quando as duas equipes se enfrentam. Pois a série entre as equipes nesse começo de junho é particularmente interessante. Os Yankees entraram na temporada como favoritos destacados na Liga Americana, mas estão sofrendo para validar essa condição. Enquanto isso, os desacreditados Red Sox tiveram um ótimo início de campanha, mas há quem desconfie que a tabela ajudou, marcando muitos confrontos contra equipes frágeis. O confronto direto pode tirar muitas dúvidas. Os Yankees não vão crescer para os grandes jogos? Os Red Sox são realmente bons? No montinho, Garrett Richards x Domingo Germán, dois arremessadores que têm se mostrado consistentes nesse primeiro terço de temporada.

PROGRAMAÇÃO DE TV

Sexta, 4/jun
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN 2)

Domingo, 6/jun
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN 2)

Segunda, 7/jun
23h - Chicago Cubs x San Diego Padres (Fox Sports)

Terça, 8/jun
23h - Chicago Cubs x San Diego Padres (Fox Sports)
20h30 - NCAA: final da College World Series feminina, jogo 1 (ESPN 2)

Quarta, 9/jun
22h30 - Kansas City Royals x Los Angeles Angels (ESPN 2)
20h30 - NCAA: final da College World Series feminina, jogo 2 (ESPN 2)

Quinta, 10/jun
20h30 - NCAA: final da College World Series feminina, jogo 3 (ESPN 2)

Sexta, 11/jun
20h - San Francisco Giants x Washington Nationals (ESPN 2)

MAIS BEISEBOL NO ESPN APP

Sexta, 4/jun
21h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Diablos Rojos de México
21h10 - LMB: Pericos de Puebla x Bravos de León
21h30 - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Saraperos de Saltillo

Sábado, 5/jun
20h - LMB: Tigres de Quintana Roo x Leones de Yucatán
21h30 - LMB: Tecolotes de los Dos Laredos x Acereros de Monclova

Domingo, 6/jun
19h - LMB: Águila de Veracruz x Guerreros de Oaxaca
20h - LMB: Tigres de Quintana Roo x Leones de Yucatán

Terça, 8/jun
21h - LMB: Diablos Rojos de México x Pericos de Puebla
21h30 - LMB: Acereros de Monclova x Generales de Durango

Quarta, 9/jun
21h - LMB: Diablos Rojos de México x Pericos de Puebla
21h15 - LMB: Bravos de León x Mariachis de Guadalajara

Quinta, 10/jun
21h - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Tecolotes de los Dos Laredos
23h - LMB: Sultanes de Monterrey x Toros de Tijuana

Sexta, 11/jun
21h - LMB: Tigres de Quintana Roo x Diablos Rojos de México
21h30 - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Acereros de Monclova

Obs.: Grades sujeitas à alteração

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Como os Giants se transformaram na melhor surpresa de 2021 | Semana MLB

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A MLB precisa tratar o combate a lesões como questão estratégica | Semana MLB

Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

Ao olhar de um leigo, beisebol parece um esporte sem tanta exigência física. Um sujeito pega uma bola, joga com força e o outro tenta rebater para depois sair correndo. Não há demonstrações explícitas de força, como trombadas, ou de resistência física, como ação ininterrupta em todos os atletas em campo. Aí, já há quem pense que se trata de uma modalidade de baixo impacto físico. 

Bem, isso já é errado pelo princípio que todo esporte profissional, qualquer que seja, cria uma enorme demanda física e mental quando praticado em seu mais alto nível. A questão é que a exigência atlética do beisebol nem sempre parece tão clara para quem tem como padrão de esporte o futebol. Mas a explosão física de um arremesso ou uma rebatida, ou de um sprint para chegar à primeira base ou evitar que uma bola voadora toque o chão no campo externo, é enorme. Além disso, o impacto de uma bolada pode ser muito pior que muita trombada do futebol americano ou um pontapé no futebol. E, pior, em muitos casos o beisebol ainda cria esforços repetitivos, com sobrecarga em determinados músculos e ligamentos.

Mike Trout, para muitos o melhor jogador do mundo, sofreu uma lesão na panturrilha direita e deve voltar apenas em julho
Mike Trout, para muitos o melhor jogador do mundo, sofreu uma lesão na panturrilha direita e deve voltar apenas em julho Ezra Shaw/Getty Images

Não à toa, a MLB é a grande liga norte-americana que mais tem casos de lesões. Mas isso atingiu patamares alarmantes neste ano. Segundo levantamento de Joe Sherman, colunista de beisebol do New York Post, houve 351 casos de jogadores indo à lista de contundidos até 19 de maio. Entre 2017 e 2019, três últimas temporadas completas, foram entre 281 e 291 casos. O levantamento, claro, não inclui jogadores que foram afastados por Covid-19.

Isso ocorre desde a intensidade crescente dada aos arremessos (cada vez mais fortes) e nas rebatidas (cada vez mais voltadas ao home run), quanto pela epidemia de boladas (também resultado do foco maior na velocidade dos arremessos, em detrimento do controle). Por isso, a tendência é que continue crescendo. Ainda mais quando a fadiga natural de uma longa temporada causa mais e mais lesões.

Esse aumento é preocupante em diversos aspectos. Do lado humano, mostra como o beisebol que se pratica hoje sacrifica mais o corpo dos atletas. Do lado esportivo, desfigura muitas equipes, tirando a oportunidade do torcedor de ver alguns de seus ídolos e dos times a chance de mostrar seu melhor jogo mais vezes. Do ponto de vista econômico, leva muitos dirigentes a pensar se vale a pena gastar tanto dinheiro no salário de estrelas quando há o risco de isso dar pouco retorno devido a problemas físicos.

A MLB tem dado um enfoque muito grande na melhora do ritmo do jogo. Mas a liga precisa também tratar as lesões como algo estratégico para o futuro do beisebol. Nem que seja preciso estudar mudanças de regras que reduzam essa exigência sobre o físico dos jogadores.

RELEMBRANDO

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PERSONAGEM

Na última terça, Joe West arbitrou seu 5.367º jogo de MLB e tornou-se o árbitro com mais partidas na história da liga. “Cowboy Joe” -- que também tem uma carreira como compositor de música country durante as férias do beisebol, daí o apelido -- entrou nas grandes ligas em 1976 e se tornou membro fixo da equipe de arbitragem em 1978. Desde então, trabalhou em seis World Series, três All-Star Games, dez finais de divisão, um jogo perfeito (Félix Hernández) e mais um no-hitter (Clay Buchholz). West superou o recorde de Bill Klem, que arbitrou nas grandes ligas entre 1904 e 1941. 

VÍDEO DA SEMANA

Dois eliminados na entrada. Rebatida para a terceira base, lançamento feito para a primeira. Tudo normal, bastaria Will Allen pisar na base para encerrar o turno ofensivo do Chicago Cubs. Mas Javier Báez decidiu voltar para o home plate. Não mudava nada para Allen, era só pisar na base. Mas aí o jogador do Pittsburgh Pirates ficou todo confuso, esqueceu a regra e teve início um dos erros coletivos mais infantis dos últimos anos.


O QUE VEM POR AÍ

O arremessador Yu Darvish vem no melhor momento de sua carreira. Foi segundo colocado na eleição de Cy Young da Liga Nacional na temporada passada e, na atual, é o quinto da LN em ERA, com 1,75. Defender o time de melhor campanha de toda a MLB também não é ruim. Mas muita gente ainda tem a imagem do arremessador que terminou a World Series de 2017 com ERA de 21,6, resultado de 8 corridas cedidas em 3 ? entradas e duas derrotas para o Houston Astros. Na primeira das derrotas, um home run cedido para Yulieski Gurriel foi seguido por um gesto racista por parte do cubano, que recebeu suspensão para a temporada seguinte. A segunda das derrotas custou ao Los Angeles Dodgers o título daquele ano. Esses números terríveis ganharam uma nova imagem em 2019, quando foi revelado que os Astros roubavam sinais dos arremessadores adversários. O quanto do desempenho de Darvish naquela decisão não foi prejudicado pela trapaça? Claro que o japonês foi perguntado sobre isso, e ele foi um dos atletas que declarou que o título deveria ter sido retirado do time texano.

Pois, neste sábado (29), Darvish está programado para ser o abridor do San Diego Padres no duelo contra os Astros. Será a primeira vez que o japonês enfrentará o Houston desde aquela World Series.

E, NO PRÓXIMO SUNDAY NIGHT...

Jacob deGrom é o melhor arremessador do mundo na atualidade. O abridor do New York Mets já conquistou duas vezes o prêmio Cy Young nos últimos três anos e desponta como favorito a conquistar mais um agora. Em 2021, tem ERA de 0,8 após sete jogos, número que seria o mais baixo da história se mantido até o final da temporada regular (improvável). Ele tem apenas quatro corridas cedidas em sua conta e os rebatedores adversários têm 13,2% de aproveitamento contra ele. Para se ter uma ideia, são números inferiores aos do próprio DeGrom como rebatedor: 6 corridas impulsionadas e 47,1% de aproveitamento. Pois DeGrom está programado para abrir o jogo dos Mets contra o Atlanta Braves no próximo Sunday Night Baseball. Um belo duelo contra Max Fried, canhoto que fez um 2020 espetacular, mas começou mal a atual temporada.

PROGRAMAÇÃO DE TV*

Sexta, 28/mai
21h - San Diego Padres x Houston Astros (ESPN 2)

Domingo, 30/mai
20h - Atlanta Braves x New York Mets (ESPN)

Segunda, 31/mai
14h - Minnesota Twins x Baltimore Orioles (ESPN 2)
17h - Boston Red Sox x Houston Astros (ESPN 2)
21h - Pittsburgh Pirates x Kansas City Royals (Fox Sports)

Terça, 1º/jun
20h - Tampa Bay Rays x New York Yankees (Fox Sports)

Quarta, 2/jun
21h - Boston Red Sox x Houston Astros (Fox Sports)

Sexta, 4/jun
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN 2)

MAIS BEISEBOL NO ESPN APP*

Sexta, 28/mai
21h - LMB: Acereros de Monclova x Toros de Tijuana
22h - LMB: Olmecas de Tabasco x Tigres de Quintana Roo

Sábado, 29/mai
19h - LMB: Pericos de Puebla x Guerreros de Oaxaca
20h - LMB: Diablos Rojos de México x Águila de Veracruz

Domingo, 30/mai
20h - LMB: Diablos Rojos de México x Águila de Veracruz
20h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Generales de Durango

Terça, 1º/jun
21h - Sultanes de Monterrey x Tecolotes de los Dos Laredos
21h30 - Toros de Tijuana x Acereros de Monclova

Quarta, 2/jun
21h - Águila de Veracruz x Pericos de Puebla
21h - Generales de Durango x Bravos de León

Quinta, 3/jun
21h - Sultanes de Monterrey x Tecolotes de los Dos Laredos
21h30 - Toros de Tijuana x Acereros de Monclova

Sexta, 4/jun
21h - Mariachis de Guadalajara x Diablos Rojos de México
21h10 - Pericos de Puebla x Bravos de León
21h30 - Algodoneros de Unión Laguna x Saraperos de Saltillo

*Grades sujeitas a alteração

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O futebol brasileiro precisa entender o valor do fim de semana das finais estaduais

Ubiratan Leal

Preâmbulo

Parece impossível falar de campeonatos estaduais no Brasil sem ter de fazer uma nota de rodapé para esfriar os ânimos dos críticos. Então já vamos colocar isso no começo deste texto:

Os estaduais são torneios antiquados, que geram cada vez menos interesse do público, que atrapalham os grandes sem ajudar os pequenos adequadamente, que tornam impraticável o calendário do futebol brasileiro e que são mantidos da forma como estão apenas por interesse político da CBF com as federações estaduais. 

Isso tudo posto, peço licença para falar algo positivo dos estaduais, sempre considerando os parâmetros apontados no parágrafo acima. 

É campeão! São Paulo vence Palmeiras no Morumbi e fica com o título paulista; VEJA os gols

Agora sim, vamos lá

Em todo canto do país, um grito de campeão. Pode não ser o título mais valioso do universo para algumas torcidas, mas, para outras, é o único título possível. E muitos deles são conquistados contra um rival local, o que sempre dá um gosto especial. O Brasil tem isso no dia de finais dos estaduais. Nenhum outro país do mundo tem algo semelhante.

Pode parecer exagero, supervalorização de algo que ficou para trás (veja parágrafo em itálico no início do texto), mas essa tradição não pode ser ignorada. Se há motivos para mantermos os estaduais vivos, há outros mais importantes. O principal é ajudar a viabilizar -- e até a dar sentido -- a vários clubes de cidades de interior ou de capitais de menos tradição, evitar que o futebol brasileiro acabe se limitando a equipes de 12 a 15 cidades. 

No entanto, esse fim de semana com campeões pipocando em cada estado, tem força como um evento diferente, que acaba tendo valor simbólico, histórico e até comercial. Talvez ajude a dar sentido aos estaduais para a grande cobertura nacional, que não se importa muito com o quanto o estadual ajudou a pagar as contas de equipes do interior.

Flamengo bate o Fluminense com dois de Gabigol e é campeão carioca; veja os gols

Entre quem defende a manutenção dos estaduais, é comum o discurso de que precisam diminuir. Na forma atual, eles se tornaram um estorvo para os grandes clubes, o que tira o interesse no torneio e, no final da cadeia, acaba prejudicando também o time pequeno, que capitaliza menos com o raro momento em que poderiam mobilizar o público. 

Ignorando os interesses políticos das federações estaduais -- que podem ser abalroados pelos interesses comerciais dos clubes e das TVs --, há maneiras simples para resolver. Por exemplo, criar grupos pequenos e ir para o mata-mata, que poderiam até ser em jogos apenas de ida. Isso ocuparia de sete a dez datas, bem menos que o calendário atual com 16. Outra possibilidade seria fazer tudo em mata-mata, que teria um resultado parecido em relação à quantidade de datas ocupadas. E, claro, alinhando os torneios de todos os estados para que, depois deles, todos os clubes se integrassem ao calendário nacional de alguma forma.

Qualquer alteração tem de ser acompanhada por uma nova forma de vender os estaduais. E, por mais combalidos que esses torneios estejam no momento, esse grande fim de semana dos campeões é algo especial, único do futebol brasileiro. Um momento enraizado no nosso imaginário futebolístico e que nenhum outro país tem igual. Um evento que tem valor, e os responsáveis pelo futebol brasileiro precisam entender isso.

São Paulo comemora o título paulista
São Paulo comemora o título paulista Miguel Schincariol/saopaulofc.net

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O futebol brasileiro precisa entender o valor do fim de semana das finais estaduais

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Por que a MLB tem visto tantos no-hitters | Semana MLB

Ubiratan Leal


O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

No-hitters são feitos raros, foram apenas 311 em quase 230 mil jogos na história da MLB. Por isso são tão celebrados. Ao menos por enquanto, porque a liga está com uma epidemia de no-hitters. Sem contar o jogo completo de 7 entradas de Madison Bumgarner contra o Atlanta Braves, foram seis no-hitters em menos de dois meses nesta temporada. Só na última semana foram dois, de Spencer Turnbull do Detroit Tigers (contra o Seattle Mariners) e de Corey Kluber do New York Yankees (contra o Texas Rangers). O que está acontecendo?


Há uma série de fatores que contribuem a isso. O arremessador Clayton Kershaw, do Los Angeles Dodgers, acha que as alterações realizadas na fabricação da bola é a responsável por isso. Realmente, a mudança de padrão visa reduzir a quantidade de home runs, mas essa alteração também faz que a bola tenha mais velocidade quando sai do bastão (ela perde embalo apenas durante o voo), o que deveria ajudar em rebatidas mais fracas.

Ainda que a bola diferente transforme alguns home runs em eliminações no campo externo, o que as avaliações preliminares mostram é que há outros dois fatores muito mais importantes: evolução no posicionamento dos defensores e o enfoque cada vez maior na potência para rebatedores e arremessadores.

Corey Kluber durante jogo dos Yankees
Corey Kluber durante jogo dos Yankees Ronald Martinez/Getty Images

O posicionamento defensivo reduz as rebatidas porque muitos contatos em linha ou rasteiros acabam em eliminação porque há um jogador bem colocado para a defesa. O shift no campo interno é o exemplo mais gritante disso. Há alguns anos, os defensores ficavam espalhados por igual no diamante. Com as novas estratégias, os times colocam seus jogadores de forma a aumentar a densidade (e reduzir os buracos) nos pontos em que cada rebatedor costuma mandar a bola. Muitos contatos que, há cinco anos, encontravam buracos na defesa e se transformavam em rebatidas acabam em eliminação. 

Mas outro fator relevante é a mudança de postura dos atletas em cada ida ao bastão. Cada vez há menos arremessadores focados em forçar contatos ruins e provocar eliminações rápidas. O negócio hoje é mandar bolas a quase 100 milhas/hora e conseguir um strikeout na força. Do outro lado, os rebatedores também estão desistindo de buscar um contato bem colocado para uma rebatida simples ou dupla: o objetivo é girar o bastão com a maior força possível para, se acertar, conseguir direto um home run. Dessa forma, o beisebol de hoje tem mais home runs do que nunca, e também tem menos rebatidas simples e duplas do que nunca. Para um time acabar errando todos os swings e sair de campo sem rebatida, não é tão difícil assim.

A MLB já percebeu esse fenômeno há tempos e mudanças nas regras são pensadas para inibir essa tendência. Porque um no-hitter é legal, mas é legal por ser raro. Que continue sendo.

RELEMBRANDO

Desde a última quinta, o ESPN App está transmitindo a Liga Mexicana de Beisebol. Confira a programação  aqui do Semana MLB.

PERSONAGEM

Tony LaRussa estava aposentado desde 2011, quando levou o St. Louis Cardinals à conquista da World Series. Até que o Chicago White Sox viu no veterano treinador (um dos melhores da história) o homem certo para comandar seu time jovem e talentoso elenco. Os resultados estão vindo, e os Meias Brancas têm a segunda melhor campanha da liga. No entanto, muita coisa mudou nesses dez anos (mais sobre isso em um futuro Semana MLB), e uma delas foi a maneira como os atletas jogam com menos amarras por “respeito ao jogo”.

Na última terça, os White Sox venciam o Minnesota Twins por 15 a 4 na nona entrada. Para evitar o desgaste em mais jogadores do bullpen, Rocco Baldelli, técnico dos Twins, colocou Willians Astudillo para arremessar. O catcher improvisado de arremessador mandou bolas bastante saborosas, e Yermín Mercedes abocanhou: uma paulada para home run. 

LaRussa não gostou. Achou desrespeito ao adversário, desnecessário aproveitar da fragilidade de quem já estava com o jogo perdido. No dia seguinte, o Minnesota ameaçou acertar uma bolada em Mercedes, e o técnico dos White Sox disse que entendia a atitude. Claro, virou um grande debate.

O beisebol mudou. A postura mais blasé dos jogadores vai mudando para uma mais expressiva, com vibração e celebração dos grandes momentos. Mercedes não fez nada errado. LaRussa precisa entender isso.

VÍDEO DA SEMANA

Uma pausa para apreciar a explosiva -- e divertida -- revolta de Davey Martínez, técnico do Washington Nationals, após a eliminação por interferência de Trea Turner na partida contra o Chicago Cubs. Veja aqui.

O QUE VEM POR AÍ

Vamos abrir um espaço aqui para falar da liga mexicana, novidade nos canais esportivos Disney. Porque, no próximo sábado, o ESPN App transmitirá Toros de Tijuana contra Tecolotes de los Dos Laredos. Os Tecos contam com os brasileiros Paulo Orlando (campeão com o Kansas City Royals em 2015) e André Rienzo (ex-Chicago White Sox e Miami Marlins). Os Tecolotes revezam o mando de suas partidas entre duas cidades na fronteira EUA-México: Laredo e Nuevo Laredo. A partida deste sábado está programada para Laredo, no lado texano.

E, NO PRÓXIMO SUNDAY NIGHT...

Os clássicos entre St. Louis Cardinals e Chicago Cubs têm a fama de serem os mais amigáveis dos esportes americanos, com um lado normalmente respeitando o lado do outro. Isso tem muito a ver com a cultura de hospitalidade do meio-oeste americano, mas não significa que um duelo entre ambos seja uma partida comum. Ainda mais a deste domingo, que fechará uma série de três jogos entre as equipes que ocupam as duas primeiras posições da Liga Nacional Central. Os Cardinals estão na dianteira, mas uma varrida dos Cubs (e o domingo será o dia de sacramentá-la caso os Ursinhos vençam na sexta e no sábado) deixaria as duas equipes empatadas. No montinho, Zach Davies e o veterano Adam Wainwright, dois arremessadores com temporadas apenas medianas.

PROGRAMAÇÃO DE TV

Sexta, 21/mai
20h - New York Yankees x Chicago White Sox (Fox Sports)

Domingo, 23/mai
20h - Chicago Cubs x St. Louis Cardinals (Fox Sports)

Segunda, 24/mai
20h - St. Louis Cardinals x Chicago White Sox (Fox Sports)

Terça, 25/mai
20h - Toronto Blue Jays x New York Yankees (ESPN 2)*

Quarta, 26/mai
20h30 - Los Angeles Dodgers x Houston Astros (ESPN 2) 

Sexta, 28/mai
21h - San Diego Padres x Houston Astros (ESPN 2)

MAIS BEISEBOL NO ESPN APP

Sexta, 21/mai
21h - LMB: Guerreros de Oaxaca x Pericos de Puebla
21h - LMB: Saraperos de Saltillo x Rieleros de Aguascalientes

Sábado, 22/mai
18h - LMB: Águila de Veracruz x Diablos Rojos de México
21h - LMB: Toros de Tijuana x Tecolotes de los Dos Laredos
21h30 - LMB: Sultanes de Monterrey x Acereros de Monclova

Domingo, 23/mai
13h - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Bravos de León

Terça, 25/mai
21h - LMB: Diablos Rojos de México x Guerreros de Oaxaca
21h30 - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Algodoneros de Unión Laguna
23h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Saraperos de Saltillo

Quarta, 26/mai
21h30 - LMB: Pericos de Puebla x Águilas de Veracruz
21h30 - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Algodoneros de Unión Laguna

Quinta, 27/mai
22h - LMB: Piratas de Campeche x Tigres de Quintana Roo
23h - LMB: Acereros de Monclova x Toros de Tijuana

Sexta, 28/mai
21h - LMB: Acereros de Monclova x Toros de Tijuana
22h - MLB: Olmecas de Tabasco x Tigres de Quintana Roo

Obs.: Grades sujeitas a alteração

* Partida sujeita a mudança de canal ou para o ESPN App por conflito de grade com o Mundial de Surfe

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Por que a MLB tem visto tantos no-hitters | Semana MLB

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Na semana de Alisson e Enzo Pérez, precisamos apreciar o que faz Shohei Ohtani

Ubiratan Leal
Ohtani nos Angels
Ohtani nos Angels Getty Images


“O Shohei Ohtani brasileiro.”

Foi assim que o perfil no Twitter do podcast americano Men In Blazers, especializado em futebol, descreveu o gol de Alisson que deu a vitória do Liverpool sobre o West Brom na rodada do último fim de semana na Premier League. Pela mesma lógica, também poderiam chamar o volante Enzo Pérez de “Shohei Ohtani” argentino após fazer uma partida inteira improvisada como goleiro na vitória de seu River Plate sobre o Independiente Santa Fé. Duas comparações válidas e espirituosas, mas o que o japonês do Los Angeles Angels tem feito é ainda maior.


No beisebol, rebatedores e arremessadores são funções completamente diferentes. Tanto que a formação, desde que passa a integrar as categorias de base das equipes profissionais, é feita já considerando que o atleta só fará uma das duas coisas: ou rebate, ou arremessa. Até ocorre de um arremessador ter de rebater ou um rebatedor ter de arremessar, mas nunca se espera nada muito produtivo desses momentos. Como de um jogador de linha que vai ao gol ou de um goleiro que vai ao ataque.

Pois é o que Ohtani faz. E não é um momento ou outro, no improviso ou no desespero -- como nos casos de Pérez e Alisson --, é por vocação. O japonês foi contratado em 2018 já com essa dupla função, mas teve apenas uma temporada plena como arremessador e rebatedor ao mesmo tempo. Em 2018 foi bem no bastão, mas sofreu uma lesão que limitou seu tempo arremessando. Em 2019, essa mesma lesão o impediu de arremessar, mas ele pôde apenas rebater (ele arremessa como destro e rebate como canhoto, então a lesão que o atrapalhou no montinho não o atrapalhou com o bastão). Em 2019, também teve contusão e praticamente não arremessou.

Na atual temporada, tudo pareceu se alinhar. Os Angels adotaram uma postura mais cuidadosa para lidar com suas aparições como arremessador, mas permitiram que ele rebatesse nos jogos em que fosse ao montinho. Tem funcionado, e muito. Neste momento, Ohtani é o líder de home runs da MLB, é um dos 20 que mais roubou base (líder em sua equipe) e o melhor arremessador da rotação do Los Angeles, com 2,37 de ERA (mais de duas corridas a menos que o segundo colocado). São números fantásticos em três fundamentos totalmente diferentes.

Para seguir com a comparação futebolística, não é como Alisson indo para a área uma vez para fazer um gol, ou Enzo Pérez fazendo uma partida como goleiro. É como se um dos melhores goleiros do campeonato e ainda fosse o artilheiro da liga e o líder de desarmes de sua equipe.

Isso significa que Ohtani tem muito talento? Não, é mais que isso. Ter muito talento vários jogadores têm. Conseguir tal desempenho em situações tão diversas, sabendo que o tempo dedicando a treinar um fundamento limita o tempo para desenvolver os outros, é coisa para um superatleta. Alguém que tem constituição física e capacidade mental únicas em sua geração. Não apenas no beisebol americano, mas no esporte mundial. E isso precisa ser apreciado devidamente.

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O que significa a ameaça de mais um time deixar Oakland | Semana MLB

Ubiratan Leal

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O lema dos Athletics nas últimas temporadas tem sido #RootedInOakland, “enraizado em Oakland”. O motivo era evidente, reforçar o compromisso da franquia com a cidade, em contraste com os Raiders, que se mudaram para Las Vegas, e com os Warriors, que atravessaram a baía e agora jogam em São Francisco. Muito bom para engajar a torcida local, mas talvez as tais raízes não estejam tão profundas.

Na última quarta, a Major League Baseball deu sinal verde para os A’s procurarem novos mercados. Em bom português, ver se alguma cidade estaria disposta a fazer os investimentos para receber o time. As informações até indicavam Las Vegas como favorita, com Nashville, Montreal, Charlotte, Vancouver e Portland aparecendo como outras interessadas.

Isso significa que Oakland realmente ficará sem representante algum nas principais ligas norte-americanas? Vamos com calma.

O RingCentral Coliseum tem um lance de arquibancada construído apenas para o futebol americano, apesar de não ter mais time da NFL na cidade
O RingCentral Coliseum tem um lance de arquibancada construído apenas para o futebol americano, apesar de não ter mais time da NFL na cidade Reprodução

Os Athletics sempre mostraram interesse em permanecer em Oakland. A questão é ter um novo estádio. O RingCentral Coliseum é antiquado e defasado, apresenta diversos problemas em suas instalações (houve até caso de vazamento de esgoto nos vestiários) e mal localizado, sendo pouco atrativo para o público. A diretoria sabe que é preciso ter uma casa nova, mais moderna, confortável e bem localizada para impulsionar a média de público -- e o faturamento -- da franquia.

Nessas situações, é comum o clube fazer chantagem com o poder público e ameaçar a mudança se a prefeitura ou o governo estadual não bancarem a construção de um novo estádio. Na Califórnia, essa tática dificilmente traria bons resultados. Tanto que os A’s sempre deixaram claro que querem um novo estádio, mas ele seria inteiramente financiado pela iniciativa privada. A questão é que o projeto, para se tornar viável, inclui não apenas o estádio, mas também habitação de médio padrão, escritórios, comércio e um hotel. seriam investidos US$ 12 bilhões.

O empreendimento impressiona, mas a prefeitura reluta em aprová-lo. Apesar da promessa de contar apenas com recursos privados, um complexo imobiliário deste tamanho exigiria várias melhorias na infraestrutura da região. De acordo com os responsáveis pelo projeto, o investimento público seria de US$ 855 milhões. Mas as autoridades temem que tivessem de injetar ainda mais dinheiro, por isso a demora na avaliação do plano.

A MLB tem pressa para resolver a questão do Oakland. Se a aprovação vier ainda neste ano, toda a obra só ficaria pronta em 2027, quatro anos de atraso em relação ao que os A’s tinham planejado quando lançaram o projeto. Além disso, já há pressões externas e internas para expandir a liga para 32 times, e isso só pode acontecer depois que todas as equipes estiverem com bons acordos de estádios. Além dos Athletics, o Tampa Bay Rays também tem questões pendentes nesse aspecto.

Por isso, a liberação da MLB para que os A’s procurem novos mercados é até real. Mas, neste primeiro momento, é mais uma ferramenta de pressão à prefeitura de Oakland. Como se dissesse “decide logo se a gente vai poder fazer o novo estádio, se não a gente procura outro lugar para jogar”.

Palpite: os A’s acabam ficando em Oakland.

NOVIDADE NOS CANAIS DISNEY

A partir da próxima quinta, o ESPN App passará a transmitir a Liga Mexicana de Beisebol. Trata-se de uma das ligas mais fortes fora dos Estados Unidos e conta com os brasileiros André Rienzo (Tecolotes de los Dos Laredos), Paulo Orlando (também Tecolotes) e Tiago da Silva (Generales de Durango).  Toda sexta, a grade da LMB no ESPN App aparecerá aqui no Semana MLB.

Personagem

Muita gente ainda tem a imagem do Madison Bumgarner autoritário, dominante, indestrutível. O jogador que foi ao montinho com apenas dois dias de descanso para fazer cinco entradas finais de um jogo sete de World Series. Uma das figuras que representava melhor o tricampeonato do San Francisco Giants nos anos pares entre 2010 e 2014. Pois esse Bumgarner tinha ficado em São Francisco. 

O arremessador assinou um contrato de US$ 85 milhões por cinco anos com o Arizona Diamondbacks no começo do ano passado e, desde então, se transformou em um dos piores abridores da MLB. Teve ERA de 6,48 em 2020 (só não foi o segundo mais alto da liga porque ele não fez o número mínimo de jogos para se qualificar) e vinha com horrorosos 8,68 após quatro jogos na atual temporada.

Em Phoenix, o trabalho em cima de Bumgarner focava em tentar aumentar a taxa de rotações de seus arremessos, o que costuma gerar bolas mais elétricas, com mais movimentos. Claramente não vinha dando certo. Então o arremessador passou a jogar mais com seu instinto, procurando apenas aplicar seu repertório da forma mais natural possível. Desde então, foram quatro jogos, com 25 entradas arremessadas e apenas duas corridas cedidas (ERA de 0,72 no período). 

Vídeo da semana

Drew Robinson rebateu um home run em um jogo do Sacramento Rivercats (triple-A do San Francisco Giants) contra o Las Vegas Aviators. Robinson chegou a jogar 100 partidas da MLB, mas não vingou. Entrou em depressão e tentou o suicídio. Sobreviveu, mas perdeu o olho direito. Ainda assim, recebeu um convite dos Giants para tentar retornar ao beisebol. Estreou em 6 de maio e agora rebateu seu primeiro home run. Vou contar melhor essa história em breve aqui no blog.


O que vem por aí

Ainda é passível de confirmação, mas vale muito ficar de olho no duelo de terça (dia 18) entre Houston Astros e Oakland Athletics. Os A’s já anunciaram os arremessadores prováveis para os jogos de quarta e quinta da série (Sean Manaea e Frankie Montas), mas não o de terça. Por quê? Pela ordem da rotação, seria o jogo de Mike Fiers, campeão pelos Astros em 2017 e responsável por denunciar todo o esquema de roubo de sinais do Houston na temporada do título. Esse reencontro todos estão esperando. E, mesmo que Fiers seja poupado dessa partida, o confronto vale a pena pelo duelo entre as equipes mais fortes da Liga Americana Oeste.

E, no próximo Sunday Night...

San Diego Padres e St. Louis Cardinals fizeram uma das melhores séries nos playoffs do ano passado. Os Padres se classificaram com duas vitórias na melhor-de-três, mas precisaram de uma virada espetacular no jogo dois para sobreviver no confronto. As duas equipes fazem campanhas sólidas na busca dos playoffs novamente, e se reencontrarão neste fim de semana em San Diego. No Sunday Night Baseball, o sul-coreano Kim Kwang-Hyun abrirá para os Cardinals, enquanto que o surpreendente Ryan Weathers (ERA de 0,81) arremessará pelos Padres.

#MLBnaESPN #MLBFoxSports na semana

Sexta, 14/mai
20h - Los Angeles Angels x Boston Red Sox (ESPN 2)

Domingo, 16/mai
20h - St. Louis Cardinals x San Diego Padres (Fox Sports)

Segunda, 17/mai
20h - New York Mets x Atlanta Braves (Fox Sports)

Terça, 18/mai
21h - New York Yankees x Texas Rangers (ESPN 2)*

Quarta, 19/mai
20h - New York Mets x Atlanta Braves (ESPN 2)*

Quinta, 20/mai
21h30 - LMB: Sultanes de Monterrey x Acereros de Monclova (ESPN App)

Sexta, 21/mai
20h - New York Yankees x Chicago White Sox (Fox Sports)
21h - LMB: Guerreros de Oaxaca x Pericos de Puebla (ESPN App)
21h - LMB: Saraperos de Saltillo x Rieleros de Aguascalientes (ESPN App)

Obs.: Grade sujeita a alteração

* Partida sujeita a mudança de canal ou para o ESPN App por conflito de grade com o Mundial de Surfe

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O que resta para Albert Pujols, um dos maiores da história do beisebol | Semana MLB

Ubiratan Leal


“A Máquina.” Albert Pujols não recebeu esse apelido à toa. Ele era uma máquina. Uma máquina de rebater, de todas as maneiras. Durante os dez primeiros anos de sua carreira (toda a década de 2000), teve mais de 30% de aproveitamento, mais de 40% em base, mais de 30 home runs e mais de 100 corridas impulsionadas em todas as temporadas. Neste período, foi uma vez estreante do ano, três vezes MVP da liga e quatro vezes segundo colocado na eleição de MVP. Não à toa, o Los Angeles Angels ofereceram ao dominicano um contrato de dez anos e US$ 240 milhões.

Avançando uma década, temos um Pujols em seu último ano de contrato. Ele teve algumas boas temporadas em Los Angeles, chegou a ter votos para MVP em 2012 e 14 e foi selecionado uma vez ao All-Star Game. Mas o primeira base mostrou sentir o avanço da idade e a falta de um time competitivo a seu redor (com exceção de Mike Trout, claro) não contribuiu para mudar a percepção de que ele não seria capaz de capitanear os Angels na busca de seu segundo título. Até que, nesta quinta, a franquia anunciou a dispensa do craque.

Pujols rebate home run contra os Red Sox
Pujols rebate home run contra os Red Sox Getty

A medida dói, até porque soa desrespeitosa com um dos melhores jogadores da história. Pujols é o quinto maior rebatedor de home runs da história e o 14º em rebatidas (é o primeiro entre jogadores em atividade nos dois quesitos), vai para o Hall da Fama assim que for elegível. No entanto, ele teve menos de 25% de aproveitamento nos últimos cinco anos. Em 2021, estava com 19,8%. Para uma equipe que tem um bom rebatedor designado (Shohei Ohtani) e um bom primeira base (Jared Walsh) e pretende brigar por vaga em playoff, um jogador com o desempenho do Pujols atual é uma vulnerabilidade. Ele até teria espaço como um reserva que pode entrar para rebater em alguns momentos, mas o dominicano deixou bem claro que não aceitaria esse papel. Então, o rompimento faz sentido técnico para ambos os lados. 

A questão agora é: Pujols vai ter espaço como titular em alguma outra equipe? Pelo desempenho defensivo mais fraco, ele seria mais adequado como rebatedor designado. Ainda assim, seria um rebatedor designado com desempenho fraco, talvez torcendo para melhorar suas estatísticas na medida em que tivesse mais ritmo de jogo. Na Liga Nacional, a brecha é ainda menor, porque ele seria obrigado a jogar na defesa (está longe de ser seu forte nos últimos tempos). 

Desse modo, sobram dois caminhos mais prováveis ao craque dominicano: ou aceita se tornar um reserva que entre pontualmente para rebater contra arremessadores canhotos, ou então entende que só teria sequência de jogos em uma equipe de poucas perspectivas de classificação, que poderiam se dar ao luxo de ter um rebatedor de números baixos, mas que daria retorno pelo peso histórico e, se pegar ritmo, talvez até acrescentasse alguma coisa ao time.

Personagem

Já que o tema são alguns dos maiores jogadores da história, Willie Mays completou 90 anos na última quinta. Por revolucionar o beisebol e por ser a primeira superestrela das grandes ligas americanas, Babe Ruth é normalmente lembrado como o maior jogador da história da MLB. Mas, para muita gente, Mays foi o melhor jogador. O mais completo tecnicamente. Em 23 temporadas, conquistou duas vezes o prêmio de MVP, participou de 24 All-Star Games (em alguns anos, havia dois), foi quatro vezes o líder em home runs, quatro vezes o líder em bases roubadas e cinco vezes em slugging. Defendeu os Giants por 21 anos (seis em Nova York e o restante em São Francisco) e o New York Mets nas duas últimas temporadas na carreira. Ainda foi o autor da que é considerada a maior defesa da história. 

Vídeo da semana

O Chicago Cubs tinha o jogo sob controle. Vencia o Los Angeles Dodgers por 7 a 0, até que Keibert Ruiz rebateu o home run de honra para o time californiano. A bolinha fica com um garotinho. Bom souvenir para voltar para casa? Não, o pai ensinou como a torcida dos Cubs trata a bolinha de home runs do time adversário. Formação de caráter. Confira.

O que vem por aí

Matt Harvey apareceu como a futura cara do New York Mets. Em suas três primeiras temporadas, teve ERA abaixo de 3 e pintava como o grande líder de uma jovem rotação espetacular que surgia na franquia. O título da Liga Nacional em 2015 seria apenas o início de uma fase vitoriosa da equipe nova-iorquina. Até que o arremessador, que chegou a ser apelidado de “Cavaleiro das Trevas” pela torcida, sofreu uma série de graves lesões, seu desempenho nunca mais foi o mesmo e acabou perdendo espaço. Em 2018, foi para o Cincinnati Reds como aposta. Para a atual temporada, Harvey acertou com o Baltimore Orioles e está escalado como o abridor da partida da próxima quarta (dia 12) contra os Mets em Nova York. Será a primeira vez que enfrenta sua ex-equipe, e é bem possível que a torcida nova-iorquina faça algum tipo de celebração ao reencontro.

E, no próximo Sunday Night...

No momento em que esse texto é escrito, o Philadelphia Phillies é o líder da Liga Nacional Leste, com o Atlanta Braves em terceiro lugar. Quando os dois se enfrentarem no Sunday Night Baseball, é possível que a posição esteja invertida. Ou que o líder sejam os Mets. Talvez até o Miami Marlins, com o Washington Nationals acompanhando. Sim, a divisão está nesse nível de equilíbrio. A diferença entre líder (Phillies) e lanterna (Nats) é de 2,5 jogos, menos que uma série. Por isso, o confronto entre Braves e Phillies (como praticamente qualquer confronto direto dentro dessa chave) já ganha contornos de jogo que pode fazer diferença enorme na definição de quem vai aos playoffs. Os abridores serão Aaron Nola e Huascar Ynoa.

#MLBnaESPN #MLBFoxSports na semana

Sexta, 7/mai
20h - Washington Nationals x New York Yankees (ESPN 2)*

Domingo, 9/mai
20h - Philadelphia Phillies x Atlanta Braves (ESPN)

Segunda, 10/mai
21h - Los Angeles Angels x Houston Astros (Fox Sports)

Terça, 11/mai
20h - New York Yankees x Tampa Bay Rays (ESPN)

Quarta, 12/mai
20h30 - St. Louis Cardinals x Milwaukee Brewers (ESPN App)

Sexta, 14/mai
20h - Los Angeles Angels x Boston Red Sox (ESPN 2)

Obs.: Grade sujeita a alteração

* Partida sujeita a mudança de canal ou para o ESPN App por conflito de grade com etapa do Mundial de Surfe

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Jogadores do draft 2021 da NFL com passado no beisebol | Semana MLB

Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

Tom Brady, John Elway, Patrick Mahomes, Dan Marino, Marshall Faulk, Russell Wilson, Golden Tate, Steve McNair, Ricky Williams, Joe Theisman, Jameis Winston, Archie Manning, Kyler Murray, Daunte Culpepper, Matt Cassel, Colin Kaepernick e até Johnny Manziel. Todos esses jogadores têm algo em comum, além de terem se tornado famosos por jogar futebol americano. Todos foram draftado pela Major League Baseball antes de chegarem à NFL.

Não é preciso se inscrever para o Draft da MLB. Os clubes se reúnem e vão selecionando os jogadores universitários ou de ensino médio considerarem mais promissores, sem ter certeza se o jovem está pretende seguir carreira no beisebol. Claro, as equipes pesquisam para ter alguma ideia da pretensão de cada um, mas há uma margem de erro. Assim, vários garotos que mostraram talento arremessando ou rebatendo em um diamante não aceitam o convite do draft, e preferem seguir a vida. E às vezes essa sequência da vida inclui jogar futebol americano.

Não foi diferente no draft 2021 da NFL, ainda que nenhuma das principais promessas do futebol americano deste ano tivesse tanta ligação com o beisebol. No primeiro dia do recrutamento do futebol americano, apenas o quarterback Justin Fields tem histórico consistente no beisebol.

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Fields, escolhido pelo Chicago Bears na 11ª posição geral, atuava como segunda base e shortstop no ensino médio e chegou a participar do Perfect Game National Showcase, torneio que reúne os principais talentos do high school em todos os Estados Unidos. Fields até pensou em atuar nas duas modalidades quando foi para a universidade Ohio State, mas preferiu ficar apenas com a bola oval.

Mas é provável que o novo quarterback dos Bears não fique sozinho nessa lista. Entre os jogadores cotados a serem chamados nas rodadas seguintes, outros quatro têm ligação com o beisebol.

Feleipe Franks, quarterback de Arkansas, chegou a ser selecionado no draft da MLB em 2019. Ele nem jogou no beisebol universitário, mas fez uma sessão de bullpen e impressionou os olheiros do Boston Red Sox, que resolveram apostar no garoto.

Alim McNeil, defensive tackle, chegou a fechar para jogar dois esportes na NC State. Acabou apenas com o futebol americano, o que tirou da equipe de beisebol dos Wolfpacks um defensor externo que rebatia com potência.

Zach McPhearson, cornerback de Georgia Tech, chegou a ser apontado como o oitavo jogador mais promissor do estado de Maryland quando jogava como defensor externo no beisebol escolar (ensino médio). Ele poderia seguir os passos do irmão, Matt, que foi draftado pelo Arizona Diamondbacks e jogou alguns anos nas ligas menores. Mas preferiu a bola oval.

O último caso é o de Ben Cleveland, que teve incríveis 51,2% de aproveitamento no bastão como primeira base no time de sua escola no ensino médio. No entanto, se comprometeu apenas com a linha ofensiva quando foi para a Universidade da Geórgia, deixando o beisebol para trás.

Personagem

Jacob deGrom é a prova de como “vitórias” e “derrotas” devem ser relativizadas ao máximo quando encaradas como estatísticas para arremessadores (mesma discussão que ocorre no futebol americano com quarterbacks). O ás do New York Mets tem uma temporada assombrosa, com ERA de 0,51 (abaixo de 3 já é considerado ótimo) após cinco jogos. Para se ter uma ideia, ele cedeu duas corridas no montinho, mas tem duas corridas impulsionadas e três anotadas como rebatedor. Ainda assim, está com duas vitórias e duas derrotas em 2021. Sua última partida ocorreu nesta quarta, quando ele arremessou seis entradas e cedeu apenas uma corrida contra o Boston Red Sox. Placar do jogo: 1 a o, e mais uma derrota de DeGrom.

Vídeo da semana

Génesis Cabrera, do St. Louis Cardinals, manda uma bola rápida de 97 milhas/hora (156 km/h) direto na cara de Bryce Harper, do Washington Nationals. Claro, Harper deixa o jogo para ser atendido, mas incrivelmente não sofreu nenhuma lesão. Veja aqui.

O que vem por aí

Os confrontos entre Houston Astros e New York Yankees se tornaram programa imperdível para quem gosta de beisebol com intensidade. Duas das principais forças da MLB nos últimos anos, se encontraram duas vezes na final da Liga Americana (em 2017 e 19). Pois a série desta semana -- a ESPN transmite o jogo da terça, veja abaixo -- tem um ótimo duelo de arremessadores na quinta. Lance McCullers, que destruiu o ataque dos Yankees com uma sequência de bolas de curva nos playoffs de 2017, encontra Gerrit Cole, um dos melhores do mundo na atualidade e que estará jogando contra sua antiga equipe pela primeira vez.

Phillie Phanatic exibe tênis exclusivo ao lado de Bryce Harper
Phillie Phanatic exibe tênis exclusivo ao lado de Bryce Harper Getty Images

E, no próximo Sunday Night...

Quando se fala nas maiores rivalidades da MLB, logo se pensa em Yankees x Red Sox, Los Angeles Dodgers x San Francisco Giants e Chicago Cubs x St. Louis Cardinals. Pois uma forte candidata à quarta posição da lista é New York Mets x Philadelphia Phillies, equipes que fazem uma série acirrada neste fim de semana. As duas equipes dividem com o Atlanta Braves a liderança da Liga Nacional Leste, uma divisão em que o lanterna está apenas um jogo atrás do trio de ponteiros. No jogo do domingo à noite, David Peterson abrirá o jogo pelo time nova-iorquino, enquanto que os Phillies terão Zach Eflin. 

#MLBnaESPN #MLBFoxSports na semana

Sexta, 30/abr
20h - Houston Astros x Tampa Bay Rays (ESPN App)

Domingo, 2/mai
20h - New York Mets x Philadelphia Phillies (ESPN)

Segunda, 3/mai
22h30 - Tampa Bay Rays x Los Angeles Angels (Fox Sports)

Terça, 4/mai
20h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN 2)*

Quarta, 5/mai
20h30 - Los Angeles Dodgers x Chicago Cubs (ESPN 2)*

Sexta, 7/mai
20h - Washington Nationals x New York Yankees (ESPN 2)*

Obs.: Grade sujeita a alteração

* Partidas que podem ir para o ESPN App por eventual conflito de grade com etapa do Mundial de Surfe

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