Daniel Alves não entendeu que o São Paulo é do tamanho de Barcelona, Juventus e PSG

Paulo Cobos
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Ao que tudo parece, a história de Daniel Alves no São Paulo acabou.

Depois de servir a seleção, ele não se reapresentou no clube. Segundo a direção são-paulina, ele comunicou que só volta ao clube se receber a montanha de dinheiro atrasado que tem direito: algo como R$ 12 milhões.

Como o São Paulo nem em sonho tem esse dinheiro no cofre hoje, e a relação está totalmente corroída, não tem mais volta.

Já relatei várias vezes aqui a quantidade imensa de erros do São Paulo com o jogador: contratou alguém que não podia pagar, deixou ele escolher posição, não coibiu seus caprichos e permitiu que ele fosse para a Olimpíada mesmo sem a obrigação de liberá-lo e ganhou em troca uma humilhação mundial

Daniel Alves durante jogo do São Paulo
Daniel Alves durante jogo do São Paulo Rubens Chiri/saopaulofc.net

Mas tudo isso não esconde um erro de Daniel Alves do tamanho da sua galeria de títulos: ele não entendeu o tamanho do São Paulo.

Daniel Alves ficou por dois anos no São Paulo achando que estava em um clube de segundo escalão da Europa, como se sua presença fosse um grande favor ao time.

Não importa que o São Paulo hoje é um clube endividado, com estrutura corroída, que em mais de dez anos só ganhou dois títulos de segunda linha: a Sul-Americana de 2012 e o Paulista de 2021.

O lateral foi incapaz de ver que o São Paulo é tão grande como Barcelona, Juventus e PSG, três dos quatro clubes que defendeu na Europa.

Pior. Daniel Alves teve no São Paulo um desempenho em campo no máximo mediano. Muito pouco para quem tanto esnobou um clube três vezes campeão mundial.




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Com portugueses será diferente? Corinthians e Flamengo e o tamanho da culpa de técnicos e jogadores na mediocridade

Paulo Cobos
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Se pau que bate em Chico, bate em Francisco, Vítor Pereira e Paulo Sousa serão detonados por torcedores e críticos pelas campanhas, sem rodeios, medíocres de Corinthians e Flamengo em 2022.

No futebol, especialmente no brasileiro, os treinadores são muito mais elogiados do que deveriam nas vitórias assim como são criticados muito mais do aceitável nas derrotas.

Para ficar em Corinthians e Flamengo, treinadores brasileiros, como Sylvinho e Rogério Ceni, sofreram uma saraivada de críticas pelo começo de trabalho titubeante. 

Vítor Pereira e Paulo Sousa chegaram ao Brasil em 2022
Vítor Pereira e Paulo Sousa chegaram ao Brasil em 2022 Divulgação Corinthians e Flamengo

Pelo sucesso recente de estrangeiros, como Jorge Jesus e Abel Ferreira, muita gente acha que os treinadores de fora têm uma tolerância maior contra as críticas.

Mas esse crédito parece que já foi gasto por Sousa no Flamengo e Pereira no Corinthians.

Tudo indica que eles vão entrar na fórmula que a culpa maior, quando os resultados não aparecem e a bola é pequena, é "sempre do treinador".

O Flamengo tem há muito tempo o elenco mais estrelado do futebol brasileiro. E todo ano atende muitos dos pedidos de seus novos treinadores.

O Corinthians pode não ter a mesma qualidade, mas tem hoje um time que deveria estar brigando por títulos.

Mas o fato é que os dois times mais populares do país produzem sob o comando de Sousa e Pereira um futebol sofrível.

Será que a culpa é exclusiva dos treinadores?

Não é fácil. Eu sei. Mas chegou a hora mais do que nunca de discutir qual é o tamanho da culpa de cada um quando grandes clubes com bons elencos não funcionam.

Evidente que os dois técnicos portugueses acumulam erros.

Mas eles não cometem erros individuais dentro de campo. Não são jogadores que parecem bem pouco dispostos a assimilar o esquema tático. Nem sempre podem fazer que os atletas se preparem fisicamente de forma adequada.

Se Paulo Sousa e Vítor Pereira forem demitidos hoje, nada garante que Flamengo e Corinthians vão passar a jogar melhor. Assim como se os clubes mudarem os jogadores. Mas o inverso pode acontecer. Nos dois casos.

Libertadores: Corinthians estreia com derrota na altitude para o Always Ready; VEJA os gols

         
     


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Do fracasso absoluto a brigar pelo título: Corinthians é o brasileiro mais imprevisível na Libertadores-22

Paulo Cobos
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No seu orçamento para 2022, o Corinthians fez uma previsão de chegar nas oitavas de final da Libertadores-22.

Isso não significa uma projeção esportiva: é apenas o quanto o clube conta com premiações e bilheterias em uma competição para fechar suas contas.

Oitavas de final é justamente o meio termo entre o fracasso e o sucesso.

Cássio durante treino do Corinthians no CT Joaquim Grava
Cássio durante treino do Corinthians no CT Joaquim Grava Rodrigo Coca/Ag.Corinthians

O Corinthians, que faz sua estreia na Libertadores nesta terça-feira contra o Always Ready, na Bolívia, é, entre os oito clubes brasileiros na fase de grupos, o mais complicado de se fazer uma projeção de resultado.

O elenco pode não estar no mesmo nível de Atlético-MG, Flamengo e Palmeiras. Mas está no mesmo patamar que Boca e River. E, apesar da falta de dinheiro, o clube segue contratando: Maycon foi um golaço e a diretoria busca um lateral.

Em um torneio decidido depois da fase de grupos no mata-mata, não seria zebra alguma o Corinthians ser campeão da Libertadores-22.

Mas a realidade é que há muitos anos o Corinthians é um clube que não inspira confiança alguma, seja quando tinha um elenco modesto ou como agora, com tantos medalhões.

E Vítor Pereira, o técnico português contratado a peso de ouro, não mostrou serviço ainda.

O Corinthians campeão na Libertadores, de novo, não seria uma zebra. Terminar a fase de grupos eliminado, e até na lanterna atrás do Always Ready, seria zero surpresa.


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Cruzeiro, Ypiranga e São Paulo devem se orgulhar do vice; Flamengo, se envergonhar

Paulo Cobos
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Os principais campeonatos estaduais acabaram. Torneios que mais servem hoje para destruir reputações do que comemorar, as quatro competições mais importantes tiveram vices com sentimentos bem diferentes.

Cruzeiro em Minas, Ypiranga no Rio Grande do Sul, e São Paulo no Paulista, devem bater no peito e se orgulharem do que fizeram.

Mesmo com elencos muito mais modestos que seus rivais, fizeram decisões com dignidade, mostraram que o futuro é promissor. O Cruzeiro deu sinais claros que desta vez pode, enfim, voltar para a primeira divisão do Brasileiro. O Ypiranga vai guardar a façanha do vice para sempre. O São Paulo de Rogério Ceni fez seu torcedor voltar a sonhar com os bons tempos.

Paulo Sousa durante clássico entre Fluminense x Flamengo, no Maracanã, pela final do Carioca
Paulo Sousa durante clássico entre Fluminense x Flamengo, no Maracanã, pela final do Carioca Gilvan de Souza/Flamengo

Sentimentos bens diferente do Flamengo, o outro vice dos principais estaduais do país.

O Fluminense é o campeão incontestável do Carioca. Fez  a melhor campanha na fase de classificação e foi melhor que o rubro-negro na maior parte do tempo dos dois jogos da decisão.

Mas isso não é justificativa para o papel medíocre do Flamengo no campeonato que tinha a obrigação de ganhar pelo abismo em relação aos rivais por seu poder financeiro.

Preguiçoso e insolente, o rubro-negro é o vice-campeão mais vergonhoso dos Estaduais de 2022. Começa o Brasileiro e a Libertadores com uma obrigação. Ganhar uma das duas competições.

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Com e sem venda de jogadores: como Flamengo bilionário fica no ranking dos clubes mais ricos do mundo

Paulo Cobos
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O Flamengo é ultrapassou a barreira do R$ 1 bilhão em receitas numa temporada.

Nesta quinta-feira, o clube divulgou seu balanço financeiro de 2021, em que faturou R$ 1,082 bilhão, com um superávit de R$ 187 milhões, o maior da história do clube.

Sempre o mais detalhista dos clubes brasileiros nas suas contas, o Flamengo publicou números em que é possível fazer uma comparação direta com o que os clubes europeus arrecadam.

Torcida do Flamengo no Maracanã
Torcida do Flamengo no Maracanã Chris Brunskill/Getty Images

Para isso, o blog vai usar o estudo anual que a consultoria Deloitte publica com as finanças dos clubes europeus. A edição 2022, com os resultados da temporada 2020/2021, acaba de ser divulgado.

Somando todas suas receitas, incluindo clube social e venda de jogadores, o Flamengo, pelo câmbio atual, teria o equivalente a 208 milhões de euros.

Com esse valor, o clube seria o 21o mais rico do mundo, na frente do Aston Villa, com faturamento de 207 milhões de euros, e não muito longe do Everton, 18o com 218 milhões de euros, e Milan, o 19o com 216 milhões.

Mas os números da Deloitte não contabilizam venda de jogadores. Na verdade, três itens são considerados: receitas com direitos de TV, "matchday" (faturamento com ingressos e consumo nos jogos) e comercial (principalmente patrocínios).

O Flamengo, com os mesmos termos em inglês, publicou seus ganhos com esses três itens.

Foram R$ 364 milhões com direitos de TV, R$ 241 milhões com comercial e R$ 71 milhões com "matchday".  

No total, R$ 676 milhões, ou 130 milhões de euros (sempre pelo câmbio atual).

O ranking da Deloitte tem apenas os 30 clubes mais ricos do planeta. Sem a venda de jogadores, o Flamengo não entraria nele:  o 30o colocado é a Lazio, com receitas de 163,5 milhões de euros.

De qualquer forma, com ou sem a venda de jogadores, o Flamengo faz bonito. 

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Sem concessões: Rogério Ceni volta a ser técnico grande sendo 'mais Rogério Ceni' do que nunca

Paulo Cobos
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O Palmeiras ainda tem chance de reverter na sua casa a derrota por 3 a 1 no primeiro jogo da decisão do Paulista.

Mas, independente do resultado final, Rogério Ceni já é o melhor técnico do Estadual mais disputado do país.

Abel Ferreira tem o trabalho mais consistente do país há dois anos. Seu Palmeiras, antes da partida apática nesta quarta-feira no Morumbi, teve campanha irretocável no Paulista. Mas não é um título estadual que vai mudar seu status.

Ceni comanda Tricolor no Morumbi
Ceni comanda Tricolor no Morumbi Rubens Chiri / saopaulofc.net

Rogério Ceni, ao contrário, começou o ano sob intensa desconfiança. Comanda um clube atolado em dívidas e que foi ao  mercado em busca de jogadores baratos e recheado de garotos.

Depois da primeira experiência como técnico frustrada, no São Paulo, ele se mostrou um dos técnicos mais promissores do futebol brasileiro em passagem brilhante pelo Fortaleza.

Mas trabalho desastroso no Cruzeiro e criticado no Flamengo (apesar do título brasileiro), fizeram que ele ficasse longe da prateleira mais alta dos treinadores.

Muitos diziam que Rogério Ceni só daria a volta por cima mudando suas convicções.

Não foi o que aconteceu. O treinador do São Paulo está em alta novamente sendo "mais Rogério Ceni" do que nunca.

Ceni não fez concessões. Não teve problema nenhum em apontar o dedo para os graves problemas estruturais do São Paulo. Praticamente obrigou o clube a contratar jogadores. Não teve receio de apontar erros individuais dos seus jogadores (e até do médico do time que teria sido "culpado" por um gol sofrido).

Evoluiu taticamente, mas sua ideia principal de jogo segue intacta no São Paulo que pode ser bicampeão paulista até perdendo para o Palmeiras no domingo.

Rogério Ceni está de volta. Quem o amava, vai amar ainda mais. Quem não gostava dele, vai ter que admitir que ele pode sim ser um dos melhores treinadores do Brasil.

Gian Oddi elogia São Paulo e faz comparação com 2021: 'Muito mais estruturado'

         
     


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Pode ser só fumaça, mas Textor já fez algo gigante no Botafogo: resgatar a autoestima do torcedor

Paulo Cobos
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John Textor ainda é uma grande interrogação no Botafogo a médio e longo prazo.

Seus planos são ambiciosos e começaram com o clube carioca investindo pesado em reforços, ao contrário do que faz Ronaldo Fenômeno no Cruzeiro, outro clube grande que apostou nas SAFs para não morrer.

Passional, Textor dá declarações fortes ao prometer que o Botafogo vai sair do ostracismo: "Se eu não quisesse ganhar títulos, teria comprado o Londrina", disse na semana passada em entrevista para a CNN.

John Textor no Estádio Nilton Santos
John Textor no Estádio Nilton Santos Vítor Silva/Botafogo FR

Títulos são o mais importante para o botafoguense voltar a se orgulhar do presente de seu time. Mas eles demoram para chegar.

Mesmo assim, Textor já fez muito para resgatar a autoestima do torcedor do Botafogo.

Ganhou a queda de braço com o Corinthians para contratar o técnico Luiz Castro. Trouxe por um montanha de dinheiro o volante Patrick de Paula.

Neste domingo, após a polêmica eliminação nas semifinais do Carioca, fez uma promessa que deve ter sido música para o sofrido torcedor botafoguense.

''Em 2023, o Carioca vai ser um bom torneio para nosso time B'', publicou o norte-americano em seu perfil no Twitter.

Torço muito para Textor levar o Botafogo de volta aos bons tempos. Não sei se ele vai conseguir (a missão é das mais difíceis).

Suas promessas e ameaças podem ser apenas fumaça que logo vão sumir.

Mas Textor conseguiu já algo que parecia impossível no Botafogo: fazer o torcedor voltar a sonhar. Não é pouca coisa.

Veja como o Botafogo foi eliminado do Campeonato Carioca pelo Fluminense:



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Rogério Ceni faz o São Paulo ter o que o Corinthians não tem há anos: sangue nos olhos

Paulo Cobos
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Individualmente, o Corinthians atual é melhor do que o São Paulo.

 Não dá para colocar nos dois dias a mais de descanso do time do Morumbi a razão para mais um fiasco alvinegro em clássicos: a quarta derrota em quatro jogos desse tipo na temporada.

A classificação do São Paulo para a final do Campeonato Paulista passa por um mérito de Rogério Ceni que todos os treinadores corintianos nos últimos anos não tiveram.

Rogério Ceni durante jogo do São Paulo no Morumbi
Rogério Ceni durante jogo do São Paulo no Morumbi Rubens Chiri/São Paulo

Com o maior ídolo da história do clube no comando, o São Paulo não é só um time taticamente melhor do que o Corinthians.

Depois da volta de Rogério Ceni, o São Paulo passou a ter uma vontade de vencer que muitas vezes faz o clube buscar um resultado além de suas possibilidades técnicas.

Tudo o que falta ao Corinthians.

Não se trata de dizer que falta vontade aos jogadores corintianos. Nem que a culpa é do português Vítor Pereira.

Pelo terceiro ano seguido, o clube do Parque São Jorge parece sempre conformado nas derrotas. 

Em 2022, a situação fica mais evidente nos clássicos. Seus rivais começam o jogo ligados enquanto os corintianos parecem prontos para disputar um jogo treino contra um time da segunda divisão.

O Corinthians precisa urgentemente perceber que só talento não ganha jogo. E o São Paulo deve se deliciar com um time que luta do primeiro ao último minuto.

Paulista: São Paulo vence o Corinthians com belos gols e vai à final; VEJA

         
     
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Técnico pode, como Abel Ferreira no Palmeiras, ser o mais bem pago de um time?

Paulo Cobos
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Gregg Popovich é o técnico com mais vitórias na NBA e conquistou a liga americana de basquete cinco vezes. 

Mesmo sendo o treinador mais bem pago da liga, com US$ 11 milhões anuais, ganha menos do que três jogadores do San Antonio Spurs, um dos times menos estrelados atualmente da NBA.

Bill Belichick  é uma lenda dos treinadores da NFL, conquistando o Super Bowl em seis oportunidades.

Abel Ferreira comemora a conquista da Recopa Sul-Americana pelo Palmeiras
Abel Ferreira comemora a conquista da Recopa Sul-Americana pelo Palmeiras Cesar Greco/Palmeiras

Com US$12.5 milhões anuais, tem o maior salário dos técnicos da liga de futebol americano. Mas, se fosse um jogador de seu time, o New England Patriots, teria apenas a quinta maior remuneração nesta temporada.

Pep Guardiola é o maior treinador de futebol deste século. Seu salário no Manchester City supera, pelo câmbio atual, os R$ 100 milhões anuais. Mas ainda assim divide com o meia Kevin De Bruyne o posto de mais bem pago do clube de Manchester.

No Brasil, o Palmeiras negou informações publicadas pelos portais UOL e GE de que o novo salário de Abel Ferreira será de de quase R$ 3 milhões mensais no contrato que assinou para ficar no clube até 2024.

De qualquer forma, parece evidente que ela passará Dudu e terá a maior remuneração do futebol palmeirense.

Pode um técnico ser o mais bem pago de uma equipe de esporte coletivo?

Evidente que no futebol brasileiro eles são os profissionais mais pressionados. Culpa dos torcedores, dos cartolas e da imprensa, que os supervalorizam nas vitórias e os culpam de foram exagerada nas derrotas.

Treinadores como Abel e Guardiola ganham títulos por que são muito acima da média. Craques da prancheta. Mas também por contarem com elencos que estão entre os melhores dos países em que trabalham.

Mas outros técnicos também contam com times igualmente bons e não têm os mesmos resultados.

Não sei, sinceramente, responder a questão que está no título deste texto. Mas admito achar muito estranho que o mais bem pago de um time de futebol é quem está fora do campo.


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Tite é o melhor técnico da seleção em 20 anos; isso basta para treinar um grande europeu?

Paulo Cobos
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Tite é o melhor técnico da seleção brasileira em 20 anos. Desde a conquista do penta, em 2002, nenhum treinador teve um trabalho de tanta qualidade como ele. 

Mesmo  com uma geração que está longe de estar entre as melhores do futebol brasileiro, Tite montou um time que, na maior parte dos quase seis anos em que comanda o clube, jogou de uma forma moderna, sem a retranca que seus críticos adoram falar.

Bobagem dizer que com ele atacante serve para marcar lateral. Nada mais superficial do que essa crítica.

Tite comandando a seleção brasileira no Maracanã
Tite comandando a seleção brasileira no Maracanã Lucas Figueiredo/CBF

Cometeu, óbvio, falhas. Como a falta de pulso com Neymar, especialmente na Copa de 2018.

Nenhum brasileiro é tão capaz para comandar a seleção como Tite. Se não é favorito disparado, seu time tem chances sim de ganhar a Copa do Qatar.

Mas qual será o futuro do treinador depois do Mundial (ele já disse que vai deixar o cargo)?

Tite tem tamanho para comandar um clube grande na Europa?

Alguns obstáculos ele terá que ultrapassar, como a questão de falar outros idiomas. Mas isso nem sempre conta: Marcelo Bielsa virou uma lenda no Leeds sem falar inglês e Maurício Pochettino comanda o poderoso PSG sem falar francês (pelo menos publicamente).

Também conspira a falta de treinadores brasileiros na elite da Europa.

Só que Tite tem seus atributos. É atualizado taticamente. Sabe liderar. Tem o poder de conquistar o vestiário.

Mas vamos à realidade. A chance de Tite treinar um grande clube europeu passa pelo que acontecer na Copa do Mundo.

Sua seleção precisa conquistar o hexa ou jogar um futebol brilhante como o Brasil de Telê em 1982.

Sem uma dessas duas coisas, só dá para pensar em time médio europeu.

Vini Jr. marca, e Brasil atropela Chile na despedida no país antes da Copa; VEJA gols

         
     


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Bale é o jogador na história que mais humilhou o Real Madrid; clube foi um banana com o jogador

Paulo Cobos
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Não foi um adversário do rival Barcelona, como Ronaldinho ou Messi, o jogador que mais humilhou o Real Madrid em sua gloriosa história de 120 anos.

Contratado em 2013 por 101 milhões de euros, o galês Gareth Bale é dono hoje de um salário anual de 12 milhões de euros, o maior do mais importante clube do mundo.

Teve bons momentos nos primeiros anos, mas logo depois resolveu pisar na cabeça do Real Madrid como ninguém teve ousadia até hoje.

Gareth Bale, do banco, observa partida do Real Madrid
Gareth Bale, do banco, observa partida do Real Madrid Quality Sport Images/Getty Images

Bale já disse que jogar golfe vem antes do Real Madrid. Gargalha no banco quando  time é derrotado. Não mostra vontade nenhuma de falar espanhol. Se lesiona e parece feliz por não ter que treinar e, principalmente, jogar.

Outro dos tapas na cara preferidos que aplica no Real Madrid apareceu novamente agora, quando seu contrato está para acabar.

Na semana passada, alegando dores nas costas, Bale disse que não poderia jogar o clássico contra o Barcelona no domingo.

Mas viajou para o País do Gales e mostrou uma dedicação exemplar para defender seu país em jogo das eliminatórias contra a Áustria.

"Não estou pensando em outra coisa agora. Este jogo exige toda minha atenção e concentração. Toda minha preparação nos últimos meses foi para isso", disse Bale, que ainda falou que está pronto para jogar 120 minutos caso o duelo vá para a prorrogação.

Há 3 anos, escrevi que Bale tinha o direito de ficar no Real Madrid e não ser tratado como mercadoria, quando o clube o colocava seguidas vezes em barcas de dispensa.

Mas isso não lhe dava o direito de tamanho menosprezo pelo clube.

Só que isso aconteceu apenas por que o Real Madrid foi com o galês mais banana do que o PSG é com Neymar e companhia.

Se reprimendas e multas não funcionavam, um clube com a história e o dinheiro que o Real Madrid tem deveria fazer o básico depois de tamanha humilhação: pagar o resto do contrato de Bale, rescindir seu contrato e mandá-lo para a rua. Simples assim.


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'Nossa negociação precisava de mais urgência': Cruzeiro admite que desespero o fez abraçar oferta de Ronaldo

Paulo Cobos
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Era para a relação ainda estar na fase de lua de mel, mas a união entre Cruzeiro e Ronaldo Fenômeno virou um pesadelo.

Depois das inusitadas demonstrações de Ronaldo que ele não sabia do buraco do clube e do pedido de incluir os centros de treinamentos no negócio, a SAF cruzeirense é mais questionada do que nunca depois de um contrato entre as partes ser revelado pelo jornalista Rodrigo Capelo.

O documento tem pontos que claramente são muito mais favoráveis ao jogador.

Ronaldo, o novo acionista, e Sergio Rodrigues, presidente do Cruzeiro
Ronaldo, o novo acionista, e Sergio Rodrigues, presidente do Cruzeiro XP Investimentos/Divulgação

Deixo a discussão desses itens para especialistas do assunto.

O que me impressionou foi a confissão do Cruzeiro  que abraçou a proposta de Ronaldo, a primeira para um grande clube nos termos das SAFs, por puro desespero.

Em nota, o presidente do clube, Sérgio Santos Rodrigues, rechaçou que o contrato revelado por Capelo é o definitivo. Mas admitiu que a situação do clube apressou o negócio com Ronaldo. 

"Como explicado reiteradas vezes, nossa negociação precisava de mais urgência já que tínhamos débitos essenciais - salários e FIFA - que precisavam ser pagos e o aporte só poderia ser feito com a assinatura de documento que desse um mínimo de lastro e conforto para o investidor" diz Rodrigues.

Desesperado para não fechar, o Cruzeiro deu a Ronaldo o "conforto" que todo investidor sonha: comprar um negócio barato e impor as suas condições para assinar o contrato.

O Cruzeiro foi um perna de pau. Ronaldo foi craque como homem de negócios.  Só não diga que virou dono dessa SAF por que tem carinho especial pelo clube que o lançou no futebol profissional.





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Neymar no PSG acabou: quanto vale a pena pagar por ele hoje?

Paulo Cobos
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A (mais uma) eliminação na Champions, as lesões e o futebol pobre desta temporada já seriam um coquetel perfeito para colocar a continuação de Neymar no PSG em xeque.

Mas se faltava alguma dúvida que a permanência do craque brasileiro em Paris se tornou impossível, ela acaba com informações precisas e pesados ataques pessoais da imprensa francesa ao camisa 10.

Primeiro, o L'Equipe publicou seu tradicional ranking de salários. E o torcedor do PSG ficou sabendo que Neymar é o mais bem pago do futebol francês, com um estratosférico salário  mensal de 4,083 milhões de euros, R$ 22 milhões pelo câmbio atual e praticamente o dobro que recebe Mbappé.

Neymar durante treinamento no CT do Paris Saint-Germain
Neymar durante treinamento no CT do Paris Saint-Germain Reprodução/Instagram @PSG

Imagine o fá fanático do PSG sabendo que Neymar ganha tanto para fazer tão pouco.

Além da informação precisa, o brasileiro ainda é massacrado quase que diariamente pela exigente mídia do país europeu.

A última foi de um jornalista que acusou Neymar de chegar para treinar no "limite de estar bêbado" e que teria implodido o vestiário do PSG.

Para o bem das duas partes, chegou a hora do craque brasileiro e o clube francês se separarem.

Só que Neymar tem contrato até o final da temporada 2024/2025. Para sair antes, o jogador terá que encontrar um clube disposto a pagar por ele ao PSG.

E faço a pergunta: quanto vale a pena pagar hoje por Neymar?

Segundo o site Transfermarkt, seu valor de mercado hoje é de 90 milhões de euros. Mais comedido, o CIES aponta que ele vale entre 40 e 50 milhões de euros.

Fico com o algoritmo do pessoal do CIES. Neymar ainda é um bom negócio. Mas não vale mais do que 50 milhões de euros. E ainda pediria um belo desconto para o PSG.


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Era óbvio: 'jogador do patrocinador' do Corinthians é um delírio que não pode dar certo

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Em dezembro passado, o blog desconfiava que a ideia do Corinthians ter um jogador pago com o dinheiro de um patrocinador exclusivo para isso era um delírio destinado ao fracasso.

Na época, o favorito para ter esse "privilégio" era o atacante Cavani, mas quem acabou virando o  "jogador do patrocinador" foi o volante Paulinho.

Não imaginava que esse tipo de negócio se mostrasse uma furada de forma tão rápida.

Paulinho em ação durante jogo entre Corinthians e Palmeiras, pelo Paulista
Paulinho em ação durante jogo entre Corinthians e Palmeiras, pelo Paulista Rodrigo Coca/Ag Corinthians

Mas minha surpresa foi maior: o motivo da relação começar a se mostrar perigosa teve a empresa que deveria pagar o salário de Paulinho como "culpada".

Segundo informação publicada inicialmente pelo UOL e confirmada pela ESPN, o patrocinador não repassou o valor que deveria pagar o volante. Assim, o Corinthians teve que usar recursos próprios para  Paulinho não ficar sem seu salário, na casa do R$ 1 milhão.

Acreditava que o problema estaria no caso de Paulinho receber seu salário rigorosamente em dia pago pelo patrocinador enquanto outros jogadores do Corinthians não receberiam sua remuneração em dia.

Mas deveria lembrar de algo também óbvio no Corinthians.

Há décadas, transparência não é o forte do Parque São Jorge. Qualquer contrato corintiano tem mistérios. Tudo no clube é motivo de desconfiança. E o "jogador do patrocinador" virou outra história mal contada.

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Culpa do juiz, 'conquistamos' o vice e 'não fui demitido': Renato Gaúcho se recusa mesmo a aprender

Paulo Cobos
Paulo Cobos

"Quem precisa aprender, estuda e vai pra Europa. Quem não precisa, vai pra praia".

Em 2016, quando brilhava como treinador do Grêmio, Renato Gaúcho adorava propagar seu conhecimento e ironizava treinadores que se esforçam para ser um profissional melhor.

Se a empáfia já era condenável quando estava por cima, chega a ser patética quando ele está por baixo.

Renato no Maracanã
Renato no Maracanã Alexandre Vidal/Flamengo

Desempregado desde que fracassou no Flamengo, onde prometia que seria multicampeão com "um time de R$ 200 milhões", Renato quebrou o silêncio em entrevista para o Sportv nesta quinta-feira.

Nada de perceber que ele precisa sim estudar, ir para a Europa. Muito menos admitir suas falhas.

Para Renato, o Flamengo não foi campeão brasileiro por que o time foi prejudicado pela arbitragem. Diz que se estivesse na Europa seria reconhecido por ter "conquistado" os vices do Brasileiro e da Libertadores.

Afirma que não foi demitido pelo Flamengo, que ele resolveu deixar o clube após a derrota na final da Libertadores.

Reclama que seria chamado de "Professor Pardal" se colocasse um telão nos treinos do clube, como faz o português Paulo Sousa.

Renato Gaúcho é um técnico talentoso. É uma pena que não consiga aprender com os erros e evoluir.

Na entrevista para o Sportv, confirmou que não deve treinar um clube em 2022.

Tudo indica que o ano sabático será novamente na praia. 

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Culpa do juiz, 'conquistamos' o vice e 'não fui demitido': Renato Gaúcho se recusa mesmo a aprender

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5 anos de fracassos do Manchester United tem lado bom: dinheiro não compra tudo no futebol

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Eliminado da Champions League pelo Atlético de Madrid, o Manchester United não pode mais ser campeão na temporada 2021/2022: caiu em todas as copas inglesas e está a 20 pontos do rival City na Premier League.

Assim, vai completar 5 anos sem conquistar uma taça: as últimas foram na temporada 2016/2017.

Mais longa é a seca na Premier League: o último título aconteceu em 2013. Na Champions, o jejum vem desde 2008.

Cristiano Ronaldo lamenta após United sofrer gol do Atlético de Madrid
Cristiano Ronaldo lamenta após United sofrer gol do Atlético de Madrid EFE/EPA/PETER POWELL

Tantos fracassos são inconcebíveis para um clube tão rico.

De 2004 a 2020, o United sempre esteve entre os quatro clubes que mais faturaram em cada temporada. Na Inglaterra, só na temporada passada não foi o líder em faturamento.

Desde o início da seca de títulos em 2017, o clube gastou inacreditáveis 740 milhões de euros em reforços, o equivalente hoje a R$ 4,2 bilhões.

O descompasso entre dinheiro e sucesso em campo certamente revolta os torcedores do Manchester United.

Mas também é uma ótima notícia para o futebol.

O clube que é propriedade de bilionários americanos é a prova que no esporte dinheiro nem sempre é tudo no futebol.

O United é um clube tradicional que não pode ficar reclamando de rivais menos tradicionais que foram turbinados por seus donos ricaços, como City, Chelsea e PSG.

O ainda maior time de Manchester é exemplo de como não adianta ter dinheiro e não saber gastá-lo.

Diretoria incompetente, técnicos errados, ambiente deteriorado e reforços equivocados jogaram um dos clubes mais ricos do planeta na segunda prateleira da Inglaterra e da Europa.

Sinto muito pelos torcedores do United. Nem um pouco por seus donos.

Cristiano Ronaldo sem uma finalização sequer: Donke analisa como Atlético de Madrid 'maduro' eliminou o Manchester United da Champions


         
     
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Mais de R$ 1 bilhão em 12 anos: Xerém é o que faz o Fluminense sobreviver competitivo

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Xerém é o que faz o Fluminense sobreviver de forma ainda competitiva, com participações na Libertadores e sendo o único grande carioca que ainda consegue encarar o Flamengo em campo com dignidade.

O centro de treinamento da base do tricolor carioca foi o principal responsável pelo clube acumular, em valores atualizados, mais de R$ 1 bilhão vendendo jogadores desde 2010.

O blog levantou o quanto o Fluminense faturou negociando jogadores pelos balanços oficiais do clube entre 2010 e 2020 (o documento de 2021 ainda não foi divulgado).

Pelos valores da época, foram R$ 509 milhões. Atualizando o faturamento de cada temporada pelo IGP-M, são R$ 883 milhões hoje.

Luiz Henrique em partida do Fluminense
Luiz Henrique em partida do Fluminense LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

Depois de 2020, o clube vendeu Kayky, Metinho e agora Luiz Henrique por cerca de 26 milhões de euros, R$ 144 milhões pelo câmbio atual, ultrapassando a barreira do R$ 1 bilhão em 12 anos pelos valores atualizados.

O Fluminense segue endividado por décadas de erros e precisa vender suas revelações nem sempre no momento certo e pelo valor justo, como acontece agora com Luiz Henrique.

Mas, sem suas joias de Xérem, o clube estaria hoje no mesmo patamar que Botafogo e Vasco, que vivem um sobe e desce para a segunda divisão e tiveram que apelar às SAFs para não fecharem as portas.

Qualquer torcedor se orgulha dos jogadores que seu clube revela. No caso do Fluminense, é muito mais do que isso. Xerém é o que faz o clube sobreviver competitivo.

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Técnicos brasileiros deveriam fazer (também) 'media training' com colegas portugueses

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Vítor Pereira quer "coragem" do Corinthians contra o Palmeiras. Paulo Sousa se disse "batizado" no Flamengo após fazer sua estreia no Maracanã. Abel Ferreira ironizou seus críticos no Palmeiras e novamente colocou o dedo na ferida dos problemas do futebol brasileiro.

O final de semana deixou claro, nas entrevistas coletivas após os jogos, que os treinadores portugueses têm muito mesmo o que ensinar aos colegas brasileiros.

E isto não se resume apenas aos gramados.

Paulo Sousa em primeira entrevista no Flamengo
Paulo Sousa em primeira entrevista no Flamengo Reprodução

Os técnicos brasileiros deveriam fazer urgente um "media training" com seus pares portugueses.

Mesmo com algumas diferenças em termos do futebol entre o português do Brasil e do Portugal, Pereira, Sousa e Abel repetem o que já havia feito Jorge Jesus.

Os treinadores portugueses são muito mais capazes para se comunicarem.

Primeiro por serem muito mais claros e diretos para explicar questões táticas e o que acontece nos jogos.

Mais importante ainda é saber tocar o coração dos torcedores de seus clubes.

Com um gestual muito mais apurado e um vocabulário emotivo, eles dão um show em suas entrevistas.

Na era em que vivemos, se comunicar para milhões por tantos caminhos diferentes é essencial. 

E nesse ponto os treinadores portugueses estão anos na frente dos brasileiros.

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Só tenho certeza de uma torcida que amaria Neymar incondicionalmente: a do Santos

Paulo Cobos
Paulo Cobos

A fúria da torcida do PSG contra Neymar neste domingo, com vaias e ofensas pesadas ao brasileiro, faz muita gente pensar que Neymar vai sofrer para ser amado de forma incondicional por uma torcida até o fim da sua carreira.

Seu histórico na Europa não ajuda mesmo. Sua saída do Barcelona, com direito a disputas judiciais, não o faz nada querido na Catalunha. Não ter um título da Champions, as contusões e a falta, em algumas ocasiões, de comprometimento tornam sua relação ruim com a torcida do PSG cada vez mais irreversível. 

Neymar em partida pelo PSG
Neymar em partida pelo PSG ALAIN JOCARD/AFP via Getty Images

Neymar pode ainda ganhar a Champions no PSG. Mesmo assim duvido que seja um ídolo unânime em Paris.

Se deixar o clube, seu enorme talento pode fazer com que ele brilhe em outro time europeu. Mas a desconfiança sobre seu comportamento sempre estará presente.

Só tenho certeza absoluta de um lugar em que Neymar vai voltar a ser amado de forma incondicional: a Vila Belmiro.

Sua saída do Santos também deixou algumas sequelas, principalmente por seu pai ter negociado com o Barcelona de forma nada transparente.

Mas ele deixou a alma em campo nos mais de quatro anos em que atuou no time profissional do Santos: uma enormidade para a realidade do mercado brasileiro, em que muitos jogadores que estão na seleção nem atuaram no país.

Neymar ganhou uma Libertadores no Santos. Fez 136 gols com a camisa do clube (em nenhum outro time balançou tantas as redes). Fez o time do litoral ser temido e falado no mundo todo.

Aposto que o Santos é o único clube que Neymar realmente amou.

Não sou inocente. Sei que a chance dele voltar para a Vila Belmiro é praticamente zero nos próximos anos.

Mas, se um dia quiser sentir a sensação de ser amado de verdade novamente por uma torcida, Neymar deveria um dia voltar para o Santos.

Neymar marca, sofre com vaias ao lado de Messi, e PSG vence o Bordeaux no Campeonato Francês; veja os melhores momentos


         
     


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Concordo com Tite: Weverton e Arana são os únicos jogadores que atuam no Brasil inquestionáveis para a Copa

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Para quem esperava Hulk, Gabigol, Pedro e Raphael Veiga, a convocação de Tite para os jogos da seleção contra Chile e Bolívia foi uma ducha de água fria.

O treinador provou mais uma vez que tem confiança maior em quem atua na Europa. Apenas dois jogadores que atuam em clubes brasileiros foram chamados: o goleiro Weverton e o lateral-esquerdo Guilherme Arana.

Não tenho a mesma convicção que os "europeus" são sempre melhores.

Abel Ferreira e Weverton conversam no Castelão
Abel Ferreira e Weverton conversam no Castelão Cesar Greco / Palmeiras

Mas concordo com ele sobre os dois nomes "nacionais" chamados.

Entre todos os atletas que atuam no Brasil, hoje só dois são nomes inquestionáveis para disputar a Copa do Mundo do Qatar.

Weverton está praticamente no nível de Alisson e Ederson. Não existe outro goleiro brasileiro melhor, e três da posição são chamados para a Copa.

No caso de Guilherme Arana, também pela escassez de bons nomes hoje na lateral esquerda no país, sua presença no Mundial é ainda mais obrigatória.

Ele é o melhor jogador brasileiro da sua posição hoje.

Raphael Veiga, Hulk e Gabigol são muito bons, mas não é nenhum absurdo não serem convocados. 

Absurdo seria chamar Pedro, pelo pouco que joga partidas importantes no Flamengo.




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Quem diria: mais fácil o Barcelona voltar a ganhar a Champions do que Neymar

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Na quinta tentativa, com Neymar, de ganhar a primeira Champions da sua história o PSG novamente falhou.

Como principal protagonista do projeto europeu do clube, custou 222 milhões de euros,  Neymar mais uma vez acaba sendo a cara do fracasso, nem sempre de forma justa: inacreditável ele receber na mídia francesa uma nota menor do que Messi na derrota para o Real Madrid.

Mas o fato é que Neymar, "contratado para ganhar a Champions", como disse o técnico do PSG, Mauricio Pochettino, não foi capaz de cumprir sua missão.

Neymar desolado em jogo do PSG
Neymar desolado em jogo do PSG Getty Images

E a coisa vai ficar pior. O contrato de Mbappé acaba no final de junho. Depois da derrota para o Real Madrid, ele deve ter percebido que o peso da camisa conta muito para ganhar na Champions. Nem todo dinheiro do mundo parece possível fazer que ele não troque o PSG pelo mesmo Real Madrid.

Messi hoje se arrasta em campo. Difícil acreditar que ele vá voltar aos bons tempos e novamente ser protagonista de um time que pode ganhar o título europeu de clubes.

Neymar tem contrato até 2026. Terá então mais três chances de conquistar a Champions pelo PSG.

Sem Mbappé, algo que parecia improvável até pouco tempo atrás pode acontecer.

Desde que o brasileiro deixou o clube, em 2017, o Barcelona nunca mais chegou perto de ganhar a Champions League.

O clube catalão entrou em profunda decadência depois da saída de Neymar. 

Rodeado por outros astros, parecia claro que o brasileiro levantaria a "Orelhuda" novamente antes do enfraquecido Barcelona.

Mas o Barcelona começa a se reerguer depois que Messi também deixou o clube.

Fez boas contratações, tem uma constelação de futuros craques, um técnico que conhece o DNA do clube. Logo terá dinheiro novamente para trazer grandes nomes.

Quem diria: o Barcelona pode ganhar a Champions novamente antes de Neymar. Se arrependimento matasse...



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